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A medicina quântica

Mulher sentada em sofá com mãos no peito
Ana Cláudia Nogueira

Hoje fala-se de medicina quântica, mas poucos entendem como ela é utilizada.

Quântico vem de “quantum”, que é a menor fração do átomo. Ou seja, a medicina quântica trabalha com a ENERGIA essencial que compõe cada átomo do ser humano, agindo desde o diagnóstico até o tratamento do micro para o macrossistema. De dentro para fora.

O diagnóstico é feito com a medição da frequência, que é a grandeza física que indica o número de ocorrência de um evento, como voltas, ciclos, oscilações etc. em um intervalo de tempo.

E como se mede isso?

Por meio de um habilitado e experiente profissional, com um aparelho manual chamado aurímetro (ou auramíter) ou com diversos outros aparelhos eletrônicos específicos para a bioressonância.

A biorressonância irá medir o campo eletromagnético emitido pelo órgão ou pelo tecido humano que será avaliado. Desse modo, fica-se sabendo se está em frequência de saúde ou de doença.

Mãos unidas com sabão enxaguando com torneira ao fundo
Foto por Renateko via Pixabay

Vários agentes, como bactérias, vírus, protozoários, helmintos, substâncias químicas, tintas, agrotóxicos, corantes, estabilizantes, conservantes, alimentos transgênicos, metais tóxicos e radiações, podem levar à desestabilização atómica, molecular e celular e à desestruturação da saúde corporal e mental.

Por intermédio do diagnóstico de biorressonância podem ser detectadas doenças antes mesmo dos sinais, dos sintomas e do uso de métodos convencionais da medicina tradicional, pois tudo se inicia no átomo e, então, seguem-se as alterações moleculares, celulares, dos órgãos e ou dos tecidos, que futuramente se transformarão em doenças infecciosas, autoimunes, oncológicas ou neuropsíquicas.

Assim sendo, com as técnicas da medicina quântica se tem a oportunidade de iniciar uma intervenção estabilizadora ou curativa precocemente.

Mulher fazendo Yoga em tapete em grama com área verde
Foto por Sofie Zbořilová via Pixabay

O tratamento também acontecerá com medicações preparadas com frequências de órgãos ou tecidos saudáveis, para anular a frequência patogênica, mas outros métodos que emitam ondas curativas, como acupuntura, reiki, cromoterapia, meditação, yoga, aparelhos emissores de ondas e terapias vibracionais etc., podem atuar como tratamentos quânticos.

Na medicina quântica, tudo é feito por energia, vibração e ondas eletromagnética, não necessariamente em decorrência dos sinais e dos sintomas referidos pelo cliente.

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Acredita-se que a doença é a manifestação de energias negativas que alteram o potencial celular energético físico e químico saudável que leva à produção alterada de hormônios e de neurotransmissores, que, por consequência, alteram os sentimentos, o humor e que acabam nos sinais e nos sintomas manifestantes do adoecimento.

Portanto, se vigilante e disposta ao bem-estar e ao equilíbrio, a medicina quântica, com seu arsenal para diagnóstico e terapêutica, pode levar à verdadeira prevenção e à cura do microssistema antes da manifestação macro, que é a doença instalada.

Sobre o autor

Ana Cláudia Nogueira

Ana Cláudia Nogueira

Médica formada em 1997 pela faculdade de medicina de jundiaí-são paulo.especialista pela federação brasileira de ginecologia e obstetrícia. pós-graduada em biofísica quântica e biorressonância aplicada. pós-graduada em gestão de saúde e especializada em auditoria médica pela Fundação Getúlio Vargas. atuou nos hospitais Pérola Byington - centro de referência da saúde da mulher, Hospital Maternidade Modelo Vila Nova Cachoeirinha e atua na rede Pro Matre/ Santa Joana em São Paulo. Desde sempre em busca da verdadeira saúde, da integração mente, corpo e espiritualidade já realizou diversos cursos em medicina integrativa, preventiva e funcional.

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