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O que é capitalismo consciente?

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Escrito por Eu Sem Fronteiras



Por muito tempo, se achou que o capitalismo iria trazer todas as respostas e resolver os problemas do mundo. Os anos se passaram e a desigualdade social apenas aumentou. Novos modelos de negócio estão surgindo, outros estão sendo discutidos. Mas e você, sabe o que é o capitalismo consciente?

O termo capitalismo consciente significa um equilíbrio entre os resultados financeiros e a sustentabilidade de uma empresa. Essa ideia vai ao encontro do atual perfil do consumidor, que é mais exigente e questiona a forma como a empresa se relaciona com aqueles que lhe cercam.

Pessoas em harmonia com a natureza e com senso crítico

Surgido nos Estados Unidos e, recentemente, conhecido aqui no Brasil, o conceito de capitalismo consciente é fazer com que empresas consigam se alinhar de forma mais sustentável tanto com sua produção, distribuição e o lucro.

No Brasil, são poucas as empresas que praticam e colocam realmente em prática este conceito. Não basta apenas conseguir conduzir os negócios, é preciso que a comunidade esteja envolvida e, acima de tudo, que haja esse respeito por essas pessoas.

Cooperação e compartilhamento

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O capitalismo consciente é muito mais que o respeito com a comunidade, é o engajamento com questões de sustentabilidade. Aqui não é apenas a empresa que ganha, todos trabalham e ganham juntos.  Você deve estar se perguntando: “Mas como a minha empresa pode praticar o capitalismo consciente?”

No livro “Capitalismo Consciente: Como libertar o espírito heroico dos negócios” de John Mackey e Raj Sisodia, os autores discutem sobre o assunto. Os quatro principais tópicos discutidos por eles são:

Os bons líderes devem primeiro se tornar bons servidores: aqui os líderes não são apenas aqueles que mandam ou se acham chefes, eles fazem acontecer juntos. Trazem boas inspirações e ajudam os outros. Além de crescer interiormente, o líder cresce servindo e ajudando ao próximo.

Grandes empresas têm grandes propósitos – não se trata apenas de ganhar dinheiro: quando o propósito começa ser servir a sociedade, o lucro é apenas parte deste negócio. Se ajudar e servir com bons produtos for o lema da empresa e ela realmente está disposta, os consumidores vão perceber.

Criar estratégias ganha-ganha: tomar decisões de forma consciente, não apenas pensando no seu bolso, mas ajudando a todos.

A cultura é o ativo mais valioso de qualquer empresa: para o autor, um negócio baseado no amor poderá construir espaços abertos e de melhor relacionamento. Este é um grande desafio!

Para saber mais:

Livro: “Capitalismo Consciente: Como libertar o espírito heroico dos negócios” de John Mackey e Raj Sisodia.


Texto escrito por Angélica Weise da Equipe Eu Sem Fronteiras.

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