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Porque o abandono terapêutico é o principal fator de casos refratários

homem triste com as mãos no rosto
StockSnap / Pixabay / Canva
Escrito por Fabiano de Abreu

Pacientes que possuem resistência a tratamentos e acabam abandonando a terapia. E por que isso acontece?

Em meu estudo publicado pela revista Ciência Latina, podemos ver que muitos pacientes que buscam ajuda profissional para lidar com suas emoções e sentimentos acabam tendo, num primeiro momento, um certo desconforto com suas próprias questões, o que acaba gerando uma vontade de mudar o outro para si, não mudar suas próprias atitudes.

Como psicanalista e biólogo, creio que, ao contrário do que muitos pensam, a terapia é um processo personalizado para cada paciente, sendo feito sob medida para suprir as necessidades e as problemáticas de cada indivíduo.

Por mais que a terapia funcione para que os pacientes se percebam, se ouçam e se vejam, infelizmente ainda são constantes casos em que pessoas regridam em seus processos, e o maior fator causador disso é o abandono terapêutico de forma precoce.

Sendo assim, não basta o terapeuta trabalhar para reduzir a intensidade de dois sintomas, mas sim buscar alternativas para que ambos os distúrbios sejam reduzidos, fazendo0se de extrema importância e visando rapidamente a melhora da dor, a retomada do funcionamento psicossocial e a prevenção de episódios futuros, por exemplo.

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O abandono terapêutico se refere às situações de interrupção do processo terapêutico que estão associadas a diversos fatores, como características do paciente, do terapeuta, da técnica e do setting de trabalho, incluindo tanto atendimentos realizados na clínica privada quanto em serviços de saúde comunitária.

Ou seja, as situações associadas ao abandono psicoterápico são importantes fontes de informação sobre cada processo terapêutico, o que possibilita a compreensão dos fatores que estão envolvidos e, consequentemente, na eficácia dos atendimentos.

Neste meu artigo, você pode complementar sua leitura e o entendimento desse tema com toda profundidade:

Sobre o autor

Fabiano de Abreu

Fabiano de Abreu Rodrigues é um jornalista, psicanalista, neuropsicanalista, empresário, escritor, filósofo, poeta e especialista em neurociência cognitiva e comportamental, neuroplasticidade, psicopedagogia e psicologia positiva.

Proprietário da agência de comunicação e mídia social MF Press Global, é também um correspondente e colaborador de várias revistas, sites de notícias e jornais de grande repercussão nacional e internacional.

Atualmente detém o prêmio do jornalista que mais criou personagens na história da imprensa brasileira e internacional, reconhecido por grandes nomes do jornalismo em diversos países. Como filósofo, criou um novo conceito que chamou de poemas-filosóficos para escolas do governo de Minas Gerais no Brasil.

Lançou os livros “Viver Pode Não Ser Tão Ruim”, “Como Se Tornar Uma Celebridade”, “7 Pecados Capitais Que a Filosofia Explica” no Brasil, Angola, Paraguai e Portugal. Membro da Mensa, associação de pessoas mais inteligentes do mundo, Fabiano foi constatado com o QI percentil 99, sendo considerado um dos maiores do mundo.

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