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Presente: uma dádiva diária

Eu Sem Fronteiras
Escrito por Eu Sem Fronteiras

O excesso de expectativas, as rotinas atribuladas e o saudosismo de tempos que não voltarão são frequentes e bastante presentes na vida do homem moderno. O excesso de sensações faz com que, muitas vezes, a gente se desprenda do presente e perca chances diárias de transformar a nossa vida para sempre. Enquanto a ansiedade é diagnosticada como um “excesso de futuro” e a depressão é o “excesso de passado”, quase todos possuímos traços ao menos pouco significativos dessas duas patologias. Depressão e ansiedade são grandes males do século XXI e os principais responsáveis por nos tirar o foco do presente.

Depressão e ansiedade nos tiram o foco do presente.

Embora na prática não seja fácil, é fundamental treinarmos a nossa mente para que não perca seu direcionamento ao momento atual. Receios passados e devaneios futuros não são proibidos, afinal também são mecanismos de defesa para o presente. Uma pessoa precavida pelos ensinamentos do ontem e com um planejamento definido para o amanhã sofre impactos no presente, mas de uma maneira positiva.

A pior forma de se viver o presente é lamentar as oportunidades perdidas e as experiências boas não vividas. Em contrapartida, as lembranças ruins e mágoas do passado ganham espaço em nossas mentes.

Somente o momento atual pode ser transformado.

Sobre o passado, o que passou, seja bom ou ruim, literalmente passou e não deve ocupar um espaço maior em nossas mentes do que meras lembranças que trouxeram ensinamentos. Já os pensamentos sobre o futuro devem ser restritos a planejamento, metas e objetivos, afinal são apenas sonhos que podem acontecer ou não e, principalmente, que dependerão de uma série de fatores, muitos deles nada a ver com a gente.

Tirando essas situações, todos os nossos esforços devem ser voltados ao presente. Somente o momento atual pode ser transformado. Não deixe para amanhã o que você tem vontade de fazer hoje. Os maiores impedimentos para não fazermos aquilo que almejamos somos nós mesmos. As adversidades são comuns em todas as vidas, mas depende da gente contorná-las. Tirando a morte, tudo tem jeito. O que precisamos somente é, guiados pelos ensinamentos do passado e o planejamento para o futuro, manter o foco e as nossas forças no momento presente.


Escrito por Diego Rennan da Equipe Eu Sem Fronteiras

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