Convivendo

Qual a sua natureza?

Mulher sentada em precipício.
Vassiliy Kochetkov / 123RF
Priscila Bezerra
Escrito por Priscila Bezerra

Percebo que me afasto do que me era comum;
Percebo que não me interessa mais o estado em que me encontrava;
Percebo que já não me importo com determinadas opiniões;

Percebo que meu corpo deve agradar a mim e não à sociedade;
Percebo que aquilo que não me agrega não me faz falta.

Em contrapartida, penso que me interesso muito pelo desconhecido.

Pelo oculto, pelo espiritual, pelo natural;
Pela natureza;
Pela natureza humana, pelo pensamento, pela mente e pela conduta.

Pela filosofia, pela política.

Torno-me chata para alguns,
Mas tão interessante pros meus olhos.

Tenho perspectivas e anseios.

Pensamentos tão pessoais que não me permito serem individuais.

Por isso, oportunamente, utilizo este espaço, que novamente me foi ofertado, para dividir aquilo que acredito ser fato gerador de “transformação pessoal” e que não se limita por idade, religião, raça ou sexualidade: um bom conselho!

Não mude;
Assuma-se!

Homem ao horizonte com os braços erguidos.
Ali Naderi / Pexels

Hoje, com 30 (trinta) anos, entendo que não mudei, apenas sou resultado de minhas vivências e experiências.

Com um pouco mais de reflexão, compreendi que essa é a minha natureza, é quem eu sempre fui, mas tive medo de mostrar.

A busca incansável por ser alguém me fez enxergar que sempre fui o que almejava, mas estava tão cega pela visão do outro que deixei de olhar por mim.

Não me interessa seus rótulos nem se você não os tem (o que de fato acho mais interessante). A mim apenas importa dividir experiências.

Por isso venho lhe dizer que não existem impedimentos externos para que você seja o que a sua natureza lhe grita pra ser.

Você também pode gostar

Seja o que quiser
Queira o que é
E então apenas seja!

Não existe nada pior do que as prisões mentais.
Liberte-se, viva, seja, aconteça!

Boas festas e um próspero 2021!

Sobre o autor

Priscila Bezerra

Priscila Bezerra

A colunista Priscila Bezerra atua como advogada desde 2017 e busca a aplicação de ferramentas sistêmicas no exercício da advocacia.

Acredita que um olhar sistêmico ao direito pode apresentar inúmeros benefícios para as partes envolvidas e para o sistema judiciário, uma vez que a aplicação objetiva a solução dos conflitos de forma orgânica e satisfatória.

Conforme ensina o ilustre juiz de direito dr. Sami Storch, a aplicação da visão sistêmica se faz de extrema importância, pois assim é possível alcançarmos a compreensão de que: “Só há direito quando a solução traz paz e equilíbrio para todo o sistema”.

Adotando tais premissas, a autora pretende em seus textos, nesse site, trabalhar a autorreflexão e proporcionar aos seus leitores a experiência de questionamentos e busca interior para resolução de seus conflitos pessoais e interpessoais.

Almeja ainda dividir a compreensão de que condutas diárias de responsabilidade consigo e com o meio ambiente podem promover a constituição de uma sociedade mais justa, sustentável, igualitária, conscientizada e capacitada para atingir o desenvolvimento social, humano, econômico e cultural.

Contato:

E-mail: [email protected]