Autoconhecimento

Qual é a raiz do nosso descontentamento constante?

Eu Sem Fronteiras
Escrito por Eu Sem Fronteiras

Seja pelo ritmo de vida ocidental, pelos padrões da modernidade, ou por qualquer outro motivo que componha a correria de nosso dia a dia, as pessoas estão se tornando, cada vez mais, descontentes com sua própria existência, e o pior, sem perceber.

Algo incomoda, algo está errado, mas não se sabe direito o porquê. Isso se deve a vida que vivemos no modo automático. Com o advento do capitalismo e industrialização, passamos a funcionar como máquinas, simplesmente realizando tarefas e deixando de lado aspectos humanos de nosso ser.

Tendências

Em meio a essa loucura, hábitos nada saudáveis vem tornando a rotina em um mar de desprazeres.

Um claro exemplo é o consumo excessivo de alimentos industrializados e o descaso com seu processo de produção. Cada vez menos pessoas conhecem ou dão valor à composição daquilo que estão ingerindo. As consequências disso são rapidamente manifestadas no corpo.

O número de pessoas obesas e com problemas de saúde é crescente e é um dos maiores motivos de descontentamento pessoal.
O imediatismo do dia a dia também compromete fortemente as relações sociais. A convivência em grupo tem deixado de lado algumas pequenas regras básicas em prol do funcionamento desta máquina humana que nos tornamos.

As pessoas se tratam mal, ignoram cumprimentos, saudações, ou nem mesmo as fazem. Além disso, muitas aceitam o destrato passivamente, por medo ou indisposição de reação. Nada mais influente do que isto, na produção de mais desconfortos e tristezas.

A autoestima tende a ir lá para baixo. Se nos deixarmos levar por todo esse mecanismo de desânimo que temos de conviver, a vida se torna um fardo e nunca um prazer.

A reação

shutterstock_200171444 Não se pode jogar a toalha! Os males da vida são necessários para a experiência. Temos que passar por traumas, tristezas e dramas para tirar deles aprendizados. O importante é não se entregar.

Diante de tais situações o essencial é ter a consciência firme a avaliar tudo aquilo que se passa. A saída deste estado automático o qual descrevemos e estamos acostumados é o primeiro passo para eliminar o constante descontentamento.

Se algo incomoda, se a rotina está um peso, aí estão motivos suficientes para mudar. Sem medo, devemos sair da zona de conforto e buscar aquilo que nos faz bem.


Texto escrito por Júlia Zayas da Equipe Eu Sem Fronteiras.

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