Espiritualidade

Suchandra, o Rei de Shambala

Arco-íris atravessando montanhas
Evgeny Tchebotarev / Pexels
Carlos Pompeu
Escrito por Carlos Pompeu

A lenda diz existir um reino místico, misterioso e mítico entre as montanhas do Himalaya e o deserto de Gobi, na Mongólia.

Shambala é simbolo do budismo tibetano. Sua origem, incluindo seu caráter alegórico, surge em textos antigos da tradição espiritual védica, como a ideia da TERRA PURA em um LUGAR DE PAZ, HARMONIA E FELICIDADE.

Trata-se sem delírios, apesar da bruma, do oculto, que a esconde, com o véu do mistério; que a envolve, além do fascínio que desperta e que aguça a imaginação.

Teria sido, portanto, o seu princípio, sua origem, em memorias populares, sobre um reino real, em tempos remotos, antes do Budismo; que estaria localizado em algum lugar entre montanhas, ao sul, na Ásia central.

Mitos e lendas escondidas nas montanhas

Estrada em direção a montanhas
Ruben Daems / Pexels

O mítico reino de Shambala, segundo pesquisadores do tema, SHAMBALLA, há indícios de que houve um reino perdido, a cultura Zhang Zhung, no oeste do Tibete, entre o Paquistão e a Caxemira.

Alguns dos estudiosos, todavia, confirmam a veracidade, da cidadela mística, o lugar mítico, o reino da paz.

Esta localidade, em dias atuais, estaria refugiada nas montanhas.

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A essência de Shambala

O âmago, a essência, a fragrância, o frescor do incenso, a brisa suave das manhãs, em Shamballa (no original), são tudo aquilo que leva um ser irradiado de luz, em paz de espírito, com visto de entrada na esfera celestial.

Coube a Suchandra, o Xamã Rei de Shamballa, como sendo sua missão, ser o avatar, encarnado como um deus, Vishnu, da tradição dos Vedas.

Sendo, portanto, responsável por meio de formas corpóreas OS AVATARES, (que) se manifestam no planeta TERRA, para cooperar com a arte, a expressão da liberdade e a evolução espiritual da humanidade.

Pessoa em um campo de gramado olhando para frente
Pixabay / Pexels

Em sânscrito, língua sagrada da antiga Índia, “Vishnu” é AQUELE QUE É TUDO E QUE ESTÁ DENTRO DE TUDO. O LÍDER ESPIRITUAL.

“Suchandra was the first of a line of seven kings who tought the kalachakra to the inhabitants of Shamballa. “

O rei de Shamballa, como líder espiritual, plantou nos jardins do reino místico uma semente, a da sagrada flor dourada da vida, a energia divina, com a expressão da liberdade, a ascensão da MÃE TERRA, a natureza, e da humanidade.

Elevadas vibrações, que são encontradas em todos os níveis dimensionais. Ou seja, o amor incondicional, que mora no coração de Shamballa.

Tudo é sagrado

Shamballa é um mito, uma lenda sobre a tradição espiritual tibetana, chinesa e da Índia, a morada dos deuses, onde seus habitantes vivem em sua realidade extradimensional, em que tudo é sagrado e espiritual.

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Foi a teosofia de HPB (Helena Blavatsky) que trouxe a Luz da Ásia para iluminar a espiritualidade do ocidente. Babuska, (Madame Blavatsky), como era conhecida pelos mais próximos, teria recebido em um sonho a informação da localização do misterioso templo da sabedoria.

SUCHANDRA, O REI DE SHAMBALLA

Suchandra, o grande rei do DHARMA, alma iluminada, espírito jovem, mente tranquila. Em sua mão direita, tem a árvore dos desejos e, na esquerda, o lótus vermelho.

Pediu (o rei de Shambala) a BUDA os ensinamentos para ter a chave mística para abrir o portal da sétima consciência, a purificação do coração humano.

Foi-lhe revelado, então, a essência, a raiz do Tantra, Kalachakra, da qual o poeta Suchandra transcreveu em doze mil versos transliterados para uma mandala, os quais sumiram nas areias do tempo.

O espírito de Shamballa, entretanto, floresceu com a prática da meditação no coração de cada um deles.

Sobre o autor

Carlos Pompeu

Carlos Pompeu

Carlos Pompeu, 46 anos, bacharel em Direito e formação em Letras, tendo sido redator publicitário e colunista em jornais e revistas, escreve em blogues, sobre entretenimento e cultura, na internet, sendo autor de livros virtuais de ficção, no qual adota o pseudônimo Boris de Pedra. Começou, ainda nos anos 1990, com esse nome artístico,”Boris”, em uma banda de Rock, na qual tocava baixo e cantava, além de compor as músicas e letras.

Já no século XXI, migrou para a Literatura, não tendo ainda nenhuma publicação, mas com a esperança de ter sua obra editada. No entanto, sabe que essa possibilidade encontra-se na formatação de um público leitor, o que vem fazendo, escrevendo na internet.

Atualmente tem suas atenções voltadas para a Terapia Holística, sendo sua especialidade o Reiki, com a graduação Nível III, o que o inspirou a escrever textos com a temática esotérica, que abordam a espiritualidade, pensamentos positivos e a autossugestão mental.

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