“Não compete ao homem duvidar daquilo ao qual, ali ele não havendo existido, mas vindo a existir, se lance sem escudo, sem espada, para se hospedar no raio das entrelinhas.”
Nesse momento, quero registrar para todos os cantos do mundo, para todas as faculdades de filosofia e sociologia que possam ler, pesquisar, entender sobre o que estou aqui publicando como filosofia e reflexão crítica, que possam elencar em sala de aula o criador da filosofia da imparcialidade participativa.
Direto ao ponto
O mundo das ideias
Quero sacudir o óbvio do senso comum e provocar ao máximo toda espécie de energia intelectual para se alimentar de uma possibilidade permanente perdida. Se validado, estamos sobre questões superadas das ideias; restaria, porém, uma espécie de lugar no âmbito crítico dividido em 4 partes:
- De onde surge essa ideia?
“Desenvolva aspectos e formas antes de sua aparição para alcançar a intenção.” - Sem ela, o que muda na realidade.
“A natureza se divide ou se une a partir da ausência dela, e como isso acontece?” - Ela é progressiva ou estável?
“Quem a criou e, se sua forma total, segue uma moral ou independe de elementos subjetivos?” - Como utilizar a verdade nela.
“Encontre a verdade que foi criada e que seja possível validar a ideia como sendo algo fora do interesse de utilidade de controle intencional.”
Esses exercícios, você precisa anotar e buscar respostas em tese, que sustentam que a ideia é uma forma parcial da qual, sem ela, a imparcialidade nela obriga a exclusão do senso comum de validação.
Estamos em uma sociedade cheia de informações e com pouca profundidade; logo, a diversidade, que seria algo bom, se torna banal e vazia de ser aceita algumas caras de ideias de mundo ou da realidade de uma coisa julgada.
Olhar filosófico sobre a regra
“Eles não sabem o que fazem, são apenas criaturas nas utilidades por permissão de um dos lados perdidos.”
O que tem às margens do cardápio das ideias da realidade pode não ser um sim ao que podemos chamar de orientação de estado permanente de um convívio bom e racional, e sim uma espécie de força que, na validação em uma das pontas, te dará uma identidade. Na oração aos moços, Ruy Barbosa deixou uma bela provocação do tanto em ter visto o rosto cruel do sistema, dar-se-á uma abertura ao que chamo de modelo de sociedade teatral. Quando Nietzsche nos convida a viver de verdade, sem o medo da culpa, sem os ismos que anulam nossas próprias atitudes em potencial, ele provoca um evento de coragem pelo qual a ideia de regra e lado pode ser superada pela moral dos fortes contra a moral dos fracos. Temos, de forma inconsciente, aceitado a aquisição das formas de pensar um dos lados como certo e o outro como inimigo; no entanto, sim, existe a chance de se alcançar a vitória nas entrelinhas das quais a filosofia da imparcialidade participativa, da qual sou fundador, dará suas diretrizes, e isso poderá ser pesquisado pelas escolas e faculdades ao acessar a filosofia da imparcialidade participativa, onde já publiquei reflexões em artigos para você debruçar vênia. Regras existem para o senso comum ter uma espécie de crédito, mas basta um toque no jogo que tu serás expulso por se opor ao que te domina, por questionar em crítica.
Utilização do tempo
O tempo vazio, os segundos eternos que, numa fração de segundos, nunca mais voltarão a não ter acontecido, eis o caos no universo das escolhas mil. Ser de direita, ser de esquerda, crer no deus A ou nos deuses B, C etc., aceitar isso ou aquilo, que são os mesmos, mas que são ao mesmo tempo diferentes. Escolhas roubam futuros e dão possibilidades; logo, o tempo é um processo de aprendizado ou de perdição. Escolha um lado e veja 3 aspectos na sua investigação:
- Onde você se identifica nisso:
Como isso surge em você e qual a Fundamentação que isso se mostra como algo parcial que possa eliminar a dualidade a partir do efeito de tese válida? - Isso te aflora ou te resolve:
Com essa teoria ou realidade, isso te coloca como adversário do outro ou lhe põe em estado de ataraxia? - Isso é bom ou ruim, e é objetivo ou subjetivo:
Se for analisar, repare o que é bom no termo de superação das entrelinhas em virtude de provar que esse lado é superior, bem como se ele é útil para qual causa e efeito e até onde seu limite alcança como sendo parcial e ao mesmo tempo universal, como sendo uma causa e efeito pós-aquisição?
O tempo reza uma atmosfera peculiar, mas que não representa a realidade do todo; logo, em tudo, escolhas e adaptações são feitas em todo o planeta pelos seres humanos e até pelos animais em alguns aspectos da realidade. Quando falamos de tempo, logo surgem os interstícios perdidos ou preenchidos, um hiato entre o afã e sua substituição por uma dose mais forte no eterno retorno da inquietude humana. Com efeito, grandes mudanças ocorreram ao longo dos séculos que obrigam à tomada de decisão de escolha de lado parcial, isto é, à eliminação da neutralidade, da inutilidade da não defesa de uma parte. Essas partes parciais precisam de seus efeitos para serem válidas e ter seus adeptos; contudo, o terreno “tempo” pode superar a cultura, a tradição e os ritos das demandas e representações antigas. O fator tempo não atua na dualidade e sim, majoritária a tudo, ela se põe no aspecto superior de utilidade da qual, pode ser acessado pelo bem ou pelo mal, pela moral e pela sorte primitiva do pensar agir, isto é, ele, o tempo tem a forma que se aflorar das ações concretos e intenções por estruturação sistemática e o próprio tempo se encarrega ao lado da natureza do espaço, eliminar os espíritos ou validar suas estabilidades por meio da manutenção de seus lados defendidos mesmo sendo o espaço e tempo infinito, poderá alugar a finitude aos espíritos que se encontram no período do evento e podendo alcançar outras gerações sem comprometer sua intenção e tradição, mas isso por mãos humanas em ser ou não ser no eis da questão.
Parcialidade pura
“Inácio de inadequado é tudo quanto aflora uma só regra sem lhe colocar em exercício de validação de seus efeitos e causas; logo, a dualidade pode equilibrar a natureza das coisas quanto pode impedir o avanço da natureza humana na direção do desconhecido em potencial.”
SABER DIREITO: Sabemos que o mundo possui uma espécie de contrato social validado por cada nação. Uns são ditadores, outros, uma decoração, outros em regime de monarquia, entre outros; no mesmo ponto em que se estrutura uma tipologia de regime político, também ali estão leis, direitos e impedimentos, em grosso modo dentro de uma espécie de moral e ética, mas o lado certo é o que exatamente? Exemplo: Eu, Nilo Deyson, fui criado no Complexo do Alemão, favela do Rio de Janeiro, onde existe o tráfico de drogas. Eles possuem uma espécie de regimento interno com leis bem definidas sobre não roubar nas imediações da favela, não mexer com a mulher do próximo, não denunciar o tráfico, ser verdadeiro e agir pelo certo, entre outras coisas. Neste contexto específico, para quem mora na favela, esse precisa aderir obrigatoriamente aos comandos das leis da favela de forma parcial, isto é, ter o tráfico como protetor da área, enquanto o Estado e a polícia são vistos como inimigos. Mas, se alguém se tornar parcial para o lado oposto, no sentido de denunciar, não aceitar o tráfico, este perderá a própria vida. No ato de ser imparcial, surgirá uma série de problemas a questionar. Por se tratar de um ato objetivo, esta postura precisa de uma tese, uma defesa que seja aceita e validada. A filosofia da imparcialidade participativa possui essa vertente de possibilidade como atividade filosófica que você poderá encontrar nos artigos que publiquei. Mas veja, parcial puro não pode compreender a totalidade da realidade sem se contrapor nas margens de causas e efeitos sob os aspectos sociais, econômicos e religiosos que aqui não abordaremos neste primeiro momento; entretanto, causa jurisprudência em relação aos demais pontos de possibilidades de soluções que podem oferecer o evento do espírito do tempo, como defendia Hegel, mas com outros aspectos e intenções intelectuais.
Um evento discute outro, e o tempo trará, no devido momento dos efeitos caóticos, oposição ao espírito vencido ou ascenderá o espírito ao novo que se possa cogitar deste que foi validado pela academia e pelos intelectuais como vertente filosófica das causas e coisas no mundo das ideias.
Desnaturalizar categorias da experiência e crítica à parcialidade pura.
Em detrimento ao meio pelo qual se encaixa numa estrutura sistemática, não se mostra a nudez do sentido daquilo, senão a utilidade da coisa. Mesmo que não se aceite por características de ser, o sujeito se submete para tirar dali os seus proveitos, mas não necessariamente é fiel ao espírito da coisa. E desnaturalizar no inconsciente coletivo é perceptível, mas aceito pelos sistemas que, por sua vez, também querem, por pretensão, aproveitar a efetividade produtiva das ações em normas que obedeçam suas regras e regimentos. A experiência obtida, no entanto, não implica em militância, quiçá em ponto de referência como sendo uma realidade (coisa), mas sim, uma espécie de alternativa temporal. Os principais aspectos da servidão voluntária serão o aflorar e os alardes militantes e, em contrapartida, a utilização, sem ser parcial, pode estar ligada à utilidade da vertente, mesmo sendo oposição ou neutro, se este for um espírito excepcional, a saber, da filosofia da imparcialidade participativa. Contudo, a propriedade do ser pelo sistema pode mostrar subserviência e conterá um aspecto de identidade do sujeito com a causa do efeito de utilidade de interesse a priori. A razão foge à lógica das coisas no inverter das nudezes da realidade dos espíritos (pessoa/sistema), em suas margens ocultas. A lógica explícita da legalidade da razão pode ser essa a fonte da necessidade presente naquela. Os princípios lógicos são os princípios da razão, dentre os quais o de contradição é um dos fundamentais. Apoiando-me exclusivamente na razão (ou seja, na “razão pura”), posso obter conhecimento necessário do ponto de vista lógico-formal, o que não quer dizer que a categoria desmonte a parcialidade quanto ao espírito vencido que cause espécie e/ou questionamento. O próprio saber científico pode aparecer nas questões entre o universo da crítica do que é aceito, validado e parcial no tempo do espírito. Se o conhecimento científico contém necessidade e universalidade, é claro que ele supõe conhecimento a priori. Mas, é este a priori a base da ciência susceptível de ser fundada na razão parcial; é ele logicamente necessário? Como encontrar?
Pense:
- O que veio antes já existia da coisa ou foi criada?
- Se o que antecede é a base da ciência nas suscetíveis causas, como ela se forma e sua utilidade pode vencer o espírito dos tempos?
- Como a necessidade de universalizar pode ser fiel no âmbito parcial de lado, sem que o oposto duela uma vertente que implica em desmontar formas e utilidades?
Por que do não ir além com perguntas críticas?
“Ir além, superar o medo, se duplicar entre ente e ser, entre consciência e identidade, sem negar princípios, mas negar a santidade dos ritos pedidos.”
É importante a complexidade, por estarmos na condição de caos, de formas, conceitos e crenças. A posse da informação, o acesso ao saber direito e ter poder sobre a realidade são elementos possíveis e pouquíssimos acessados. Vou lhe provocar com 33 questões que você vai exercitar formulando respostas e perguntas:
1ª De onde surge o controle sobre você?
2ª Sua liberdade de lado te impede de pensar no lugar do outro lado a partir de qual critério de realidade objetiva?
3ª Ontem você deixou morrer qual ídolo que hoje você não levanta mais bandeira nem lado?
4ª Escreva o que é essencial para que o seu deus seja amoroso e perfeito, sem a necessidade de se importar com quem não é parcial, mas, mesmo tendo um lado, vive em condições desumanas, e não vale citar livre-arbítrio. Consegue?
5ª Em política, explica quem te convenceu de que o seu lado é o lado da moralidade e da ética, utilizando métodos da sociologia e das ciências humanas que validem a demonização do lado oposto.
6ª Explique o que acontece se a importância perder ação e os lados como poderiam reagir à evasão, como ficaria a coisa polis, como ficaria a coisa religião a depender do êxodo?
7ª Um intelectual que leu centenas de milhares de livros e que fundamenta suas falas. Se você encontrar nele diversidade e não um lado definitivo, você o verá como o quê e por quê?
8ª Se você encontrá-lo imparcial no sentido de participar, mas não militar, ao sentir a envergadura do intelecto dele, como você define este resolvido espírito?
9ª Você acredita em textos históricos, provavelmente. Contudo, como fazer para encontrar nas pesquisas fontes oficiais ou não, mas que encontrem uma oposição ao que se diz a verdade parcial? Como encontrar essas fontes?
10ª Estaria disposto a ler obras que foram ocultadas, documentos originais escondidos, mas que a arqueologia sabe que existem e poucos têm acesso? Você leria sem medo da verdade?
11ª Caça às bruxas: encontre duas verdades sobre as quais você mudou de pensamento nos últimos anos e escreva os motivos de você ter mudado de ideia.
12ª A morte é um objetivo natural da natureza, mas, se somos finitos, divide sua trajetória em 3 vertentes que definem sua persona e seu posicionamento no mundo das ideias.
13ª Por que os padres, pastores e políticos usam vozes nos palcos que não são naturais deles, se fazem de personagens que mentem sobre sua personalidade? Para quê? É possível aceitá-los se eles forem se mostrar como são?
14ª Ao detectar sua inclinação política, você se torna presa do sistema. Tente refutar isso para uma possível liberdade de expressão sem condicionamento.
15ª Todos estão condicionados; porém, para você, o que é a lógica da razão e por que a razão oposta é inválida?
16ª A Bíblia Sagrada está repleta de contextualização, bem como séries, inclusive plágios de antigas crenças mitológicas que remontam à era comum. Você acredita na letra ou em fatos?
17ª O lado direito falou que a manga é roupa, o lado esquerdo falou que é uma fruta e a imparcialidade dirá que o sentido intuitivo vê por utilidade da necessidade. Quem não tem a razão errou?
18ª O conselho veio de alguma pessoa oposta às suas crenças, mas esse conselho pode mudar sua vida. Essa pessoa seria sua inimiga se estivesse com a camisa do Vasco no Maracanã e você com a do Flamengo, ou seria a mesma que te salvaria? Atenção ao contexto tempo.
19ª Um problema inesperado, uma atitude na emoção e a sentença: dentro da gravidade do problema, o sujeito tem caráter ou não? Reflita sobre a origem da causa e efeito, de quem provocou a realidade como é.
20ª As literaturas científicas possuem um aspecto de validação por período curto até serem superadas pela modernidade. Na linha do tempo, a verdade científica é vista como verdadeira ou falsa na totalidade para os dias atuais? Escreva e sustente.
21ª Hegel e Kant foram filósofos distintos e complexos ao ponto de um bom pesquisador levar uma vida inteira para interpretar uma única obra com profundidade. Observando suas formas intelectuais, para um todo, a verdade de um anula a verdade do outro em qual aspecto, e seria possível os dois lados terem a mesma razão de formas distintas? Explique isso de forma técnica.
22ª Você nasceu e teve que aceitar as vertentes das verdades que te ensinaram sem questionar. É possível que a sua parcial escolha de lado esteja enganada? Digamos que sim. Exercite uma teoria que force o erro da sua crença como sendo falsa por justificativa.
23ª Conceitos e preconceitos. Como solucionar seu conceito sobre os temas que você repudia? O que você acha que é preciso para que o outro lado aceite sua verdade de ótica?
24ª A morte acontece a cada segundo que passa, e você pode ter mais passado que futuro. Sem usar o estoicismo, crie um mundo ideal sem romantizar o caos no mundo, respeitando a maldade dos espíritos.
25ª Sua forma de pensar política: se todos pensarem igual a você, todos terão o que só você tem?
26ª Ser ateu ou teísta é possível, sem a necessidade de provocar ou chamar o outro de ignorante ou burro? Como é possível a diversidade sem a naturalidade do caos, que nunca será mudado na formação biológica e estrutural intelectual do outro?
27ª Na escola aprendemos o que querem nos ensinar. Mas é possível em sala de aula levantar uma questão oposta que possa se validar por uma revolução daquele pensamento? Como isso funciona para você no lado oposto ao que já existe?
28ª Tudo que existe foi criado pela ideia da realidade, partindo do ponto de vista da criação da imaginação e criatividade humana. Tirando a natureza em si do universo e das coisas, o que é a realidade se não podemos acessá-la plenamente nesta dimensão atual?
29ª Refletir sobre a vida e questionar o mundo é um ato de risco ou de coragem? Elenca as consequências por escrito.
30ª Quantos livros você leu para ter as certezas que tem? Sabe dizer com precisão quantos livros um médico, um cientista e um advogado leram até suas formações? Compare os anos em que você é leitor, o conteúdo e a quantidade com profundidade de notório saber.
31ª Cada lado possui sua paisagem sobre a realidade. Essa dualidade reza algo santificado, que é a verdade. Agora escreva com profundidade: O que a verdade objetiva pode provar a verdade da identidade a partir do prisma de um observador na 3.ª pessoa, sendo essa a fonte observadora da real natureza na consciência do mestre?
32ª Ao reparar os sons, julga-se os cantos e espécies; ao reparar pessoas, julga-se preliminares de quem é o sujeito no pré-julgamento. Ao lidar com uma ideia diferente, cria-se uma espécie de defesa de crença limitante. Como unificar de forma parcial, apropriando-se da imparcialidade participativa? Crie sua reflexão.
33ª Se você descobrir que está enganado, teria coragem de anular seus ídolos ou ainda assim deveria defender suas correntes por gratidão?
A democracia da liberdade, embasada nos critérios de expressão do pensar, do agir, nas limitações das regras do jogo, não seria uma espécie de outro regime se o oposto ataca e o contra-ataque se torna discurso de ódio? Ora, em diversos regimes políticos, seja republicano, militar, monarquia ou democracia, sempre teremos a figura oposta, que pode ser a figura parcial do inimigo, que, por sua vez, não pede vênia para enxergar o mesmo aspecto, e os discursos se inflamam na medida em que se disputa o poder, território ou monopólio da informação, como acontece, por exemplo, na Coreia do Norte. No entanto, outros países, como Suíça, Finlândia, Dinamarca, Noruega, Japão, China, Inglaterra, França e Reino Unido, por exemplo, possuem um sistema de educação muito superior ao do Brasil por diversos aspectos, mas isso não implica a solução contra a parcial visão errada de uma sorte contra outra. O fato é que a parcialidade não implica imparcialidade no aspecto resolvido, porque basta um toque no que é santo para que essa parte possa ter alardes contra a causa, enquanto que a filosofia da imparcialidade participativa, por exemplo, é senhora das manifestações e das categorias representadas por estruturação sistemática. Mas isso é algo que você poderá acessar ou pedir uma palestra sobre a filosofia da imparcialidade participativa com maiores detalhes de profundidade ao acessar os contatos no final deste documento.
Razão aberta para o diálogo
“Só o mini poder vai atacar um lado, mas a crítica aceita deve ser a que combate a farsa, e nada é mais perigoso que um só querer ter razão.” — Nilo Deyson Monteiro Pessanha.
Sem abertura para o diálogo, é impossível, no conformismo da consciência sem eixos corretos, uma reflexão válida, em que ratos tomam o poder e a hegemonia do profetizar de imbecis para idiotas. Tolos irracionais acreditam em tudo que a história dividiu, mas são incapazes de ler e se indignar com a forma de vida das coisas sem questionar os dois lados para alcançar o coração humano na plenitude do diferente.
O poder presente do conhecimento real
“Instalar-se nos mundos com formas de não intenção, mas sim participar, ter opinião firme e princípios, mas sem a esperança de um mundo mágico, embora sedutor.” — Filósofo Nilo Deyson Monteiro Pessanha.
Para que a divindade, se a complexidade, possa ser superada com a simplicidade e a regularidade das ciências e coerência global das coisas.
Como não somos iguais, fundemos nossas esperanças equipadas para resistir aos homens sem os bons costumes e sem liberdade. Essa nova geração precisa vencer os poderosos sistemas que tentam anular o raciocínio, a lógica e o poder do conhecimento; afinal, saber direito é a sabedoria que perdemos ao superar o conhecimento. A consciência humana precisa desativar a loucura da infinitude e assumir sua finitude e organizar seus meios e seus valores, por meio de reformas e pesquisas, autoconhecimento de si e do universo.
Crítica da parcialidade por filósofo Nilo Deyson
“A vida social da modernidade remonta o que sempre existiu, e isso me faz refletir sobre o que aconteceu com antigas civilizações, em que tudo se acabou e de tudo não sobrou nada além da história.”
Civilizações antigas se destruíram sozinhas por meio de alguns erros, entre eles, a detenção do poder nas mãos de poucos e má distribuição de recursos e educação, a tirania, o desenvolvimento de armas poderosas para tomar territórios, falta de assistência básica, entre outros, fizeram com que antigas civilizações deixassem de existir, como, por exemplo, os Maias, os Índios Goytacá, as civilizações pré-socráticas, entre outros. Na realidade, não estamos longe de um colapso. Vamos imaginar um dos lados parciais, o lado do poder: eles querem territórios, monopólio, respeito e estabilidade de poder. Para o futuro da humanidade, o que será disputado por eles? Veja alguns pontos como fagulhas que, se forem tocadas, podem colocar a humanidade em colapso:
- O poder pelo petróleo.
- Chuva solar que pode, sim, acontecer e causar um apagão na Internet no mundo todo, o que iria causar desastres e confusões no planeta todo.
- Água potável que será a galinha dos ovos de ouro até o ano de 2047.
- Comida perecível, que será escassa até 2064 por motivos de controle social pela tecnologia.
Esses são alguns exemplos, entre outros, e o lado em que querem que você esteja é o mesmo deles, e vai você se opor. Claro, essas minhas previsões eu não vi em nenhuma fonte, apenas fiz alguns cálculos neste ano de 2026 e vejo claramente esse cenário se tornando cruel e até podendo causar guerras. O Brasil tem hoje água potável em uma quantidade muito interessante em relação ao restante do planeta, e a Amazônia não foge dessa guerra de interesses de lados. É, para você ver, os nossos dias foram difíceis. Imagina o daquela criança que acabou de nascer, o que espera por ela daqui a 19 anos.
“Estamos causando poeira na terra e o que ficou foi um mundo de mim, e levei um universo de todos os corações do mundo comigo aqui para outra dimensão.” — Filósofo Nilo Deyson Monteiro Pessanha.
Você também pode gostar
PARA CONHECER O MUNDO, É PRECISO: CORAGEM JUNTO DO MEDO. Porque um põe no outro lado o eixo imparcial que controla os opostos.
Filósofo Nilo Deyson Monteiro Pessanha — palestrante e escritor.
Liberdade filosófica
“Não importa o modo, nem o critério, mas é necessária uma iniciação da prática em questionar o próprio lado, sem santificação, tornar-se superior e ver esse lado sombrio de seu mundo.”
(A liberdade, pela filosofia contemporânea, está baseada em regramentos legais e direitos básicos a todas as pessoas, que se desenvolveu através de uma série de estudos filosóficos e de movimentos políticos, econômicos e culturais que ensejaram tal concepção da liberdade embasada na autodeterminação dos indivíduos. Toda evolução filosófica do conceito sobre a liberdade perpassa a negação, a contingência, indo até a plenitude. Afinal, livre é a pessoa que não está sujeita à coerção pela vontade arbitrária de outrem. — Filósofo Nilo Deyson).
