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Uma nova vida! Novos recomeços!

Imagem de fundo rosa e em destaque uma mulher negra se abraçando e sorrindo, simbolizando o conceito de auto amor.
Delmaine Donson / Getty Images / Canva

O maior ato, e atitude de amor, é deixar ir e soltar, quando termina um relacionamento, tanto para quem fica, como para quem vai. Nesse momento é importante o auto-amor.

Para uma nova vida, tenha novos recomeços!

Deixar ir.

Deixe ir.

Soltar o que já perdeu sentido.

Insistir só aumenta a dor do sentimento de perda.

No entanto, por mais que a dor seja quase insuportável, é necessário seguirmos em frente, procurar, dentro do possível, lidar com o sentimento do término.

O término de um relacionamento é como a morte de uma pessoa importante para nós.

A diferença é que uma pessoa morta deixa lembranças, algumas boas, outras nem tanto.

E a pessoa que está viva, mas foi embora, continua a escrever e viver novas lembranças, sem a nossa companhia.

A vida segue, independente se você aceita ou não aceita o fim de um ciclo, de um relacionamento.

Mesmo que pareça que ficamos sem chão para pisar, que um vazio sem medidas invade o mais íntimo de nosso coração, o sentimento de solidão é devastador.

E algo a ser considerado é a culpa.

Não existe culpado ou culpada, existe apenas e tão somente, as consequências dos atos, das palavras, das demonstrações de sentimento.

Se você quiser concordar ou discordar de alguma coisa, tudo bem, faz parte e é saudável ter opinião, no entanto, assumir toda a culpa e tudo para si já não vai te fazer bem.

São nesses momentos que devemos reiniciar tudo!

Ative o comando: “Reiniciar novo ciclo, reiniciar nova vida!”

Quem vive o agora, tem perspectiva de futuro.

A pessoa que fica presa nas memórias do que já foi não sai do lugar, tem dificuldades de seguir em frente.

Saiba que, quando sentimos amor puro e verdadeiro, deixar ir e soltar também é um ato de amor.

Pessoas sensíveis sentem mais, porque amam intensamente, e por isso dói mais.

Um dos muitos remédios para a dor do amor que foi, é abraçar e amar a pessoa que fica, a pessoa dentro de você.

Isso é amar a si.

E somente amando a si em primeiro lugar, teremos condição de nos permitir receber e compartilhar o amor que merecemos e temos.

Ou seja, deixar ir e soltar também é uma demonstração de amor-próprio.

Questionar os porquês, as questões mal resolvidas, para chegar geralmente a conclusões pré-determinadas, só aumenta a frustração.

O que fazer?

Antes de responder, uma das coisas que podemos fazer é importante lembrar que a outra pessoa está vivendo e seguindo a própria vida.

Uma das coisas que podemos fazer é perceber o quanto somos importantes para tantas outras pessoas!

Note que somos importantes na vida de muitas pessoas, em muitos ambientes, como no ambiente familiar, escolar, de trabalho, religioso etc.

Imagem de uma mulher se olhando no espelho e desenhando um coração vermelho no mesmo, simbolizando o ato de amor próprio e auto amor.
RyanKing999 / Canva

Mas se não formos importantes para nós mesmos, não adianta nada.

Devemos ser importantes para nós mesmos, sempre em primeiro lugar.

De alguma forma, e quase sempre, queremos que as coisas aconteçam como gostaríamos.

Porém, nem sempre, ou quase sempre, quando algo acontece, o resultado geralmente não é como planejamos.

Querer é um desejo de poder atingir um objetivo, seja ele qual or.

Frustração é o resultado negativo de não termos o nosso desejo, ou planejamento, realizado e feito.

A não realização do que construímos, começando nos nossos sonhos, para irem se tornando realidade, é um banho de água gelada em um dia de inverno rigoroso, dói, faz mal e pode ser até fatal.

Fazer de conta que está tudo bem é uma das formas mais comuns de mascarar a realidade que estamos vivendo, enganando e mentindo para nós mesmos.

Se algo está bem, é merecimento e gratidão!

Se algo não está bem, é aprendizado e evolução.

Se algo não está bom, ou está fazendo mal, é importante procurar identificar, ver, entender o que está acontecendo, daí sim, poderemos visualizar o “já deu tudo certo”.

Com estas considerações, te digo: querer segurar, fazer com que permaneça, o que já perdeu ou nem faz mais sentido, é um ato egoísta, e ao deixar ir, esse é primeiramente um ato de amor, de amor-próprio para com nós mesmos.

O que nos permite nos libertar da dor, ter um alívio, é praticar o autoamor.

Ame a si mesmo e viva!

Namaste, Namaskar, Namo Amituofo