Quando temos algum problema intestinal crônico, sempre consideramos um quadro de infecção, inflamação, síndrome do intestino irritável, intolerância alimentar ou qualquer outra doença.
Sim, elas existem e com certeza devem ser investigadas e tratadas adequadamente o quanto antes!
Mas, por trás de um sintoma ou de uma doença instalada, existe também algo que não podemos deixar de olhar com carinho, entender e cuidar: as emoções!
Nosso intestino está intimamente ligado com nosso sistema nervoso, por isso ele influencia e é influenciado pela nossa psiquê o tempo todo. Você está com o emocional abalado, desequilibra o intestino. Você está com o intestino desequilibrado, piora o estado emocional. E você acaba entrando em um ciclo que se retroalimenta.
Além disso, sabemos ainda que todo problema de saúde, antes de chegar no corpo físico, começa com um desequilíbrio no campo energético e emocional, e, se não resolvido, se materializa no corpo. Ou seja, um problema que você descobriu hoje pode ter começado há meses, até anos atrás, com um desequilíbrio energético.
Diariamente cuido de pessoas com problemas intestinais, e a confirmação do que descrevi se dá paciente após paciente. Será que você vai se identificar também?
Pessoas que sofrem com diarreias constantes geralmente são pessoas medrosas, que têm medo de não dar conta de tudo aquilo que a vida impõe. São inseguras, indecisas e tendem a ser mais carentes emocionalmente. Pessoas com constipação são pessoas controladoras, que tomam conta de tudo e de todos, tomam frente, resolvem tudo, são autoritárias, práticas e tendem a guardar para si o que sentem de verdade, além de frequentemente terem a tendência de guardar objetos.
Muitas vezes essas pessoas dizem: não sou assim, quando, na verdade, não aprenderam a perceber e nomear essas emoções.
Por isso, um tratamento de saúde, seja ele intestinal ou outro, jamais pode se resumir a um único profissional, uma única visão, uma única técnica ou simplesmente por um medicamento.
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Existem muitas coisas físicas e não físicas por trás dessas situações, e quando olhamos para a pessoa e para sua história, e não apenas para a doença, conseguimos agir na raiz e quem ganha é sempre o paciente.
Saúde Integrativa é isso: olhar para a pessoa como um todo: corpo, mente, emoções e espiritualidade.
Dra. Érica Galli
Enfermeira especialista em Ortomolecular
Terapeuta Integrativa
@atlantissaude
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