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Beleza da caótica alma humana

Imagem de fundo preto e em destaque a silhueta de uma mulher com semblante triste e angustiado.
klebercordeiro / Getty Images / Canva

O que sinto é uma espécie de saudades com afã, estou sempre fora do agora. Minha busca é por uma dose mais forte e a vida se tornou um campo de batalha contra os erros estruturais da sociedade civil.

Aparições ocultas da beleza na alma demasiada humana

Pronto! Maravilhosa vida caótica das mil facetas em sensações limitantes de uma vontade majoritária oculta de tudo que aqui não estava antes de um repúdio. Quero viver loucamente na lucidez de um mundo observável que me arremesse para longe da lógica.

Olá, amigo leitor do Portal EuSemFronteiras! Neste momento, você terá contato com um texto original do poeta e filósofo Nilo Deyson Monteiro Pessanha, tratando de você, sim, se ponha atento porque é sempre sobre você. A proposta é você conversar no espelho com você sem se esconder da sua personalidade interior. Esteja leve e com sua reflexão sensorial ligada.

“NÃO É DRAMA, SUAS APARIÇÕES”

É só a vida te ligar ao templo da sua consciência que a inconsistência deixa de ficar no automático. Saiba que você não faz bem o papel de si sendo um robô sem pensar, então, agora ponha o cinto que vai começar sua trilha de vida.

“Como eu sei do que trago dentro de mim, essas emoções que irão ganhar corpo, é um desabafo ou uma liberação…”

No jardim da vida demasiadamente humana, vejo, sinto, descontrolo meu eu por um instante de vontade de potência daquele tempo entre interstícios nas minhas vontades geniais. Acordei, conversei com meu eu e depois vi a realidade me chamar para uma espécie de contato social. Não sou o que alguém vê, mas sim, o que me deixou desaparecer e a versão que fica é de um contrato de aceitação, logo o oceano do social se reflete em empatia, respeito e agonia diante do mundo agressor nas suas diversificadas camadas como nós também somos, um bem no mal ou um mal necessário.

Hoje, ao deixar meu dia, acolher a lua por esmola em meu olhar, reflete em não perder querer me perder, mas já perdido diante de tanta coisa, mudanças, coisas e ondas de eventos trocaria meu humor. Cenários, atalhos de válvulas de escape, me lançam ao desenho de um afã por uma dose mais forte do bem que a mim não fiz.

Vejo-me perdendo em dias, anos e onde não quero estar! Tédio, não estou onde quero, quiçá com quem queria estar e o tempo, ah, me perdoe Deus se minha coragem me levar ao meu potencial de gargalhar dessa existência. Sou sim, um sádico anjo que sente todos os corações do mundo, que sonha coisas de gente grande, que não queria se preocupar com a vida do amanhã. Ah, vida, parece estar tudo errado, desde a estrutura social ideológica aos métodos de aplicação da educação, onde só se aprende a rivalizar em todas as camadas da possível aquisição de uma fonte.

Tudo erra ao se apresentar a mim, talvez por eu não ter paciência para adultos infantilizados, mas também não tenho tempo para me perder das minhas próprias ilusões de um mundo perfeito que criei em meu imaginário. Lembrar de quantas pessoas confiei e me decepcionaram, o quanto fiz por alguém e fui apunhalado, tudo me perdeu o brilho.

Essas emoções dentro de meu coração, essas angústias, ansiedade, tristeza, tanta oscilação de humor que ainda estou aprendendo a me reconhecer em meio à raiva e à alegria. Minhas preocupações e responsabilidades me consomem por dentro.

“ENTÃO, ATÉ AQUI, EU ESCREVI SOBRE VOCÊ, MAS AGORA VOU APROFUNDAR SEUS SENTIMENTOS PARA MOSTRAR VOCÊ PARA VOCÊ MESMO”. SE RECONHECER NO MAIS PROFUNDO DA REFLEXÃO DE SEU ÍNTIMO.

Imagem de uma mulher sentada no sofá, abraçada em uma almofada. Seu semblante é de angústia e tristeza.
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Estou me sentindo como muitos em mim, onde me divido em vários eus, cada qual uma personalidade para cenários diferentes, ou, se não me percebo assim, me vejo em meus próprios pensamentos me questionando, refletindo os motivos de viver essa situação e isso por vezes fica difícil de explicar. Mil sensações e uma espécie de conversa interna comigo mesmo sobre questões particulares, onde ninguém sabe e nem sei como abordar as coisas que sinto. Por ser tão complexo, parece que me sinto um estranho (a) diante de uma existência caótica.

Consigo me entender em alguns detalhes, mas nem sempre, pois parte de mim se perdeu ao longo da vida, onde perdi muitas coisas, fiz muitas outras coisas e nem sempre fui reconhecido. Entendo o jogo da vida e seus interesses, onde somos úteis para as pessoas até certo ponto e devemos estar prontos para o que vai acontecer, isto é, para o abandono. Não se dá para achar uma boa harmonia em todos os campos desta vida, pois temos que entender que tudo depende de interesses e benefícios. Nossa utilidade é de curto prazo de validade.

“Abrir os olhos para se humanizar ao invés de declarar que a vida não presta seria uma forma de achar brecha na vida para se ter um jeito de decidir uma convivência de sequência de rituais, formas e inclusões.”

O que é a vida? Por quem? Fazer?

Tudo bem se a vida te parece uma espécie de regras para ser aceito no mundo convencional, mas eu encontrei na vida um único segredo (nada faz parte de nós se não houver amor e pertencimento).

Evidências e sentimentos mudam definições e previnem o desconforto nos infortúnios do mundo agressor. Minha vida é muito complexa, meus sentimentos, meus pensamentos, essas emoções e sensações.

Um universo de milhões de coisas é registrado em meu inconsciente, uma grande variável de cada nova etapa da minha vida. Em breve vou me dar a oportunidade de me conhecer melhor e começo hoje, a partir da aceitação de que não sou perfeito(a), mas sim, sou um ser humano em busca da evolução.

Sobre o autor

Nilo Deyson Monteiro Pessanha

Sou filósofo, escritor, poeta, colunista e palestrante.
Meus trabalhos culturais estão publicados em diversas plataformas. Tenho obras e livros publicados.

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Sou uma incógnita que deve ser lida com atenção e talvez somente outras gerações decifrem meu espírito artístico. Sou muitos em mim e todos se assentam à mesa comigo. Posso não ser uma janela aberta para o mundo, mas certamente sou um pequeno telescópio sobre o oceano do social.

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