Convivendo

Dança da vassoura

Vassouras encostadas na parede
John Schaidler/ Unsplash

Manhã de sexta-feira. Estava no quintal varrendo as folhas e flores da primavera. Na sequência um pouco de água e sabão para lavar o xixi do amigão. Amigão que observava de longe, pois não estava muito animado para tomar banho de mangueira. Cão fiel! Amigo peludo que pula e brinca mostrando alegria pelo novo dia e pela oportunidade de brincar de bolinha.

Na companhia também temos o celular e a playlist “Never Surrender” tocando… De repente o cabo da vassoura virou pedestal de microfone!

Irresistível quando uma de suas músicas favoritas começa a tocar, você está com o instrumento na mão (leia-se vassoura), sozinha no quintal, é sexta-feira, precisa aliviar a tensão da semana, do isolamento… E a brincadeira torna-se presente! Como criança aspirante a cantora que um dia fui, lá estou no quintal fazendo caras e bocas; brincando de cantar diante da plateia de plantas e um cachorro.

Parece insano, meio sem noção. Mas… O que ultimamente poderia ser considerado normal na minha vida? Tantas mudanças, tantas descobertas e aprendizados. Dançar sozinha no quintal? Por que não?

Talvez pior que dançar e cantar sozinha no quintal usando a vassoura como pedestal de microfone seja escrever sobre isso. E além de escrever compartilhar.

Vassoura de madeira no chão
Lucas van Oort/ Unsplash

Mas percebo que pensar demais se isso, se aquilo faz perder a mágica, a graça, o encanto da coisa. A ideia é permitir e deixar fluir. Não é a busca por um artigo profundo e com significados. Não há necessidade de compartilhar sobre a simbologia em dançar e cantar com uma vassoura. Se bem que a vassoura talvez, de certa forma, me lembre da bruxa, que lembra feitiço… Mas é tema para outro momento.

O que percebi agora ao narrar minha experiência é que estava tentando contemplar o frescor de um novo dia, assim como meu cachorro estava fazendo. Simples e sem regras. Deixando a curiosidade falar: o que de mágico posso descobrir nesta brincadeira?

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Por hora, descobri que consigo ser feliz e contente apenas me permitindo tentar.

Tentando ser feliz por meio da gratidão, surgem oportunidades incríveis de sentir a vida! Oportunidades que estão ao alcance da mão e no poder de dizer “sim, estou disponível pra Vida”.

Quando sua música tocar, não vacile – dance. Cante e dance para celebrar a vida!

Sobre o autor

Cintia Ski Pelissari

Estudiosa de meditação e técnicas de autocuidado há mais de 14 anos.

Formada em Reiki pela Mestre Claudete França, da ABR – Associação Brasileira de Reiki.

Idealizadora dos projetos: Contos e Encontros - Vida criativa; e Contos e Encontros - Conversas sobre o luto.

Oferece workshops, consultorias e atendimento individualizado, com o objetivo de promover a gestão do autocuidado.

Facilitadora da divulgação da mensagem de gratidão de Brother Steindl-Rast, por meio do site viveragradecidos.org

Contatos:

Email: cspelissari@hotmail.com
Instagram: @viver_agradecidos