Autoconhecimento

Gostamos de notícias ruins

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Carlos Mussato
Escrito por Carlos Mussato
Nossa cultura potencializa as notícias ruins, e nós gostamos disso. Notícias boas não dão ibope.

Quando sabemos que alguém morreu de câncer, comentamos, lamentamos e sempre temos uma história para partilhar de alguém que também morreu ou está doente.

Mas não temos o hábito de colecionar notícias boas de pessoas que venceram o câncer.

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Quantas pessoas você conhece que sararam de câncer? Nesse momento que estou escrevendo, eu conheço nove pessoas, sendo dois políticos, três artistas, dois membros da minha família e duas psicanalistas formadas pelo meu instituto. Então, quando alguém vem me falar dessa doença, eu faço sempre questão de falar dessas pessoas, dessa vitória individual, singular, de cada um.

Quando alguém perde o emprego, já fazemos uma coletânea dos desempregados do nosso meio, mas esquecemos de quantos conseguiram recolocação

Mas hoje quero falar da falta de água…

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Foi falado por diversos imbecis durante os anos de 2015 e de 2016, que dizem saber sobre a meteorologia, que precisaria chover por pelo menos sete anos e que o sistema Cantareira não conseguiria voltar ao nível normal.

Hoje, amigos, no dia 26 de abril de 2017, o sistema Cantareira está em nível excelente, com 94,2% do seu potencial. Mas nenhum daqueles imbecis meteorologistas vieram na televisão, como fizeram antes, para dizer que se enganaram. Não estou aqui discutindo o mérito de que seja necessário o respeito com os nossos recursos hídricos e que é necessário um consumo consciente. Estou falando da cultura do prazer em reclamar, em colecionar histórias de insucesso.

Estou falando da cultura do prazer em reclamar, em colecionar histórias de insucesso.

As pessoas dizem que este mundo não tem jeito, que a maioria das pessoas não é confiável e que só tem gente ruim, mas eu garanto que é a minoria que não é boa! Mais de 95% das pessoas são boas e estão fazendo o bem. É uma pena que isso os meios de comunicação não mostram… E nós também não divulgamos.

É necessário a gente começar a se perguntar: Em que acredito? O que me move? O que gosto de falar? Com quem gosto de conversar? E começar, a partir de cada um de nós, a tirar a trava de nossos olhos que nos impede de ver que há muito mais boas notícias para a gente contar.

E caso não existam boas notícias ao seu redor: SEJA VOCÊ A BOA NOTÍCIA! FAÇA VOCÊ A BOA NOTÍCIA!

 


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Sobre o autor

Carlos Mussato

Carlos Mussato

Formado em Ciências Contábeis e Administração, psicanalista, mestrado em Administração de Recursos Humanos e Psicoterapia Analítica de Grupo. Conferencista e instrutor de treinamento na linha motivacional, auto-estima, comunicação, qualidade, relacionamento pessoal e vendas. Tem registrado mais de duas mil palestras na área de auto-ajuda, comunicação, grafologia e PNL. Atualmente, é consultor na área de Grafologia e Comunicação em empresas privadas, instrutor de cursos de Grafologia há mais de 20 anos, já formou mais de 5000 alunos, elabora diagnóstico e laudo para todo o território nacional e exterior, escritor com QUATRO livros lançados e grufoterapeuta. Membro Efetivo da SOBRAG - Sociedade Brasileira de Grafologia.

Membro da ABRACE - Associação Brasileiro da Ciência da Escrita.

Professor do Colégio Brasileiro dos Professores de Grafologia

Perito Grafotécnico da quinta Vara Civil de Campinas

Diretor do Instituto de Desenvolvimento Humano Carlos Mussato Ltda

Presidente de Associação Brasileira de Psicanálise Moderna.

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