Espiritualidade

Mitologia Egípcia — Tudo o que você precisa saber sobre

Nas aulas de História que você teve na escola, é provável que tenha ouvido falar no Egito Antigo. O povo egípcio foi uma das primeiras civilizações do mundo e desenvolveu uma maneira de explicar a existência humana que desperta curiosidade até hoje: a mitologia egípcia.

Como qualquer mitologia, ela representa um conjunto de narrativas que dão sentido a fenômenos naturais ou a tudo aquilo que não pode ser explicado pela lógica. A partir daí, os egípcios criaram deuses e mitos que inspiravam, fortaleciam e ajudavam a população, de inúmeras formas.

Com o conteúdo que preparamos, você vai aprender mais sobre a mitologia egípcia, conhecendo os deuses que fazem parte dela, como os mitos permanecem na atualidade e outras curiosidades. Expanda seus conhecimentos sobre esse tema tão abrangente!

História da mitologia egípcia

Falar sobre mitologia egípcia é o mesmo que falar sobre religião egípcia. Naquela época, cerca de 3.000 anos antes de Cristo, a única maneira de explicar os fenômenos naturais e as grandes questões da humanidade (quem somos, para onde vamos, por que estamos aqui) era a religiosidade.

Além de os egípcios acreditarem que existia vida após a morte, eles eram politeístas. Isso significa que eles cultuavam inúmeras divindades, e não um único deus. Por essa perspectiva, o mundo não foi criado apenas por duas mãos. Na verdade, o caos que existia antes de tudo formou vários deuses, que organizaram e controlaram a criação.

Artes de divindades da mitologia egípcia grafadas em pilares.
ManuelVelasco de Getty Images Signature / Canva

Então, no Egito, um país que faz parte da África e do Oriente Médio, os mitos sobre os poderes e as atitudes de cada divindade ofereciam esclarecimentos para a população sobre a vida, amparo nos momentos difíceis e êxtase nos momentos felizes.

Por causa das influências positivas da Mitologia, os egípcios construíram templos para conversar com as divindades e homenageá-las. Ou seja, a religião teve impacto até mesmo na arquitetura da civilização, que permanece até os dias atuais. A seguir, aprofunde-se ainda mais nesse universo com os deuses da mitologia egípcia.

Quais são os deuses da mitologia egípcia?

Segundo a mitologia egípcia, os deuses eram chamados de Neterus, e poderiam ser encaixados em uma de quatro categorias: Primordiais, Geradores, Primeira Geração e Segunda Geração.

Enquanto os Neterus Primordiais são os deuses mais importantes, responsáveis pela origem do Universo, os Neterus Geradores criaram o céu e a terra. Depois, os Neterus de Primeira e de Segunda Geração nasceram desses primeiros deuses. Conheça os principais deles.

1 – Rá: Deus do Sol

Uma escultura do Deus egípcio Rá.
Nomadsoul1 de Getty Images / Canva / Eu Sem Fronteiras

Também chamado de Atum, ou Atum-Rá, o deus do Sol governava o céu, a terra e o submundo, sendo uma das divindades mais importantes da mitologia egípcia, cultuada na cidade de Heliópolis. Em geral, ele é representado com o corpo de um homem e a cabeça de um falcão.

2 – Amon: Deus de Tebas

Tebas era uma cidade importante do Egito, e acreditava-se que ela era governada por Amon, também deus dos ventos. Além disso, ele era considerado um deus onipresente, que estava em todos os lugares e não poderia ser visto. Apesar de ter um corpo masculino, a cabeça de Amon era de carneiro.

3 – Nut: Deusa do céu

Além de ser a deusa do Céu, Nut é considerada a mãe dos corpos celestes. Por causa disso, é comum ver representações da divindade com estrelas, galáxias e planetas em volta do corpo dela.

4 – Osíris: Deus dos mortos

Uma estátua do Deus egípcio Osíris.
BrettCharlton de Getty Images Signature / Canva / Eu Sem Fronteiras

Responsável por pesar o coração dos mortos, é Osíris quem define como será a vida após a morte de cada um, na mitologia egípcia. Nas representações, ele aparece mumificado. Osíris era um dos deuses mais populares na antiguidade, sendo homenageado com diversos templos.

5 – Ísis: Deusa da maternidade e da fertilidade

Representando o ideal de mãe e de esposa, Ísis era uma deusa poderosa, que poderia agir sobre o céu, a terra e o submundo. Também é tida como uma protetora dos bons costumes e dos valores humanos.

6 – Hórus: Deus dos céus

Na forma de um homem com cabeça de falcão, Hórus é responsável por governar os céus. Além disso, acreditava-se que ele agia como um mediador dos mundos, mantendo o equilíbrio e a ordem entre cada plano de existência.

7 – Anúbis: Deus do embalsamamento

Anúbis foi o deus que embalsamou Osíris, mas não só isso. Na verdade, o deus do embalsamamento deveria preparar todas as múmias para a viagem até o submundo, sendo essencial no fim da vida de um indivíduo. Normalmente, ele é representado como um homem com cabeça de um chacal.

8 – Bastet: Deusa da fertilidade e do lar

Uma estátua da Deusa egípcia Bastet.
CoreyFord de Getty Images / Canva / Eu Sem Fronteiras

Muito adorada pelos egípcios, Bastet era representada como uma mulher com cabeça de gato, ou de leão. Ela era uma divindade associada à alegria do lar, à manutenção da família e à feminilidade.

Heróis, monstros e animais mitológicos

Agora que você já sabe quais são as principais divindades da mitologia egípcia, está na hora de conhecer outras criaturas que fazem parte dos mitos criados por esse povo. Você vai se surpreender com cada um deles!

1 – Heróis e heroínas

Na mitologia egípcia, os heróis e heroínas são os próprios deuses. O motivo disso é que as divindades são protagonistas dos mitos e atuam em cada um com poderes que os humanos não têm. Veja quem são elas:

  • Amon: deus dos ventos, estava em todos os lugares, mesmo que invisível.
  • Anúbis: deus do embalsamamento, responsável pelos processos além-túmulo.
  • Anuket: deusa da água e da sexualidade.
  • Aton: deus do Sol, fonte de luz e de calor.
  • Bastet: deusa da fertilidade, protegia as mulheres grávidas.
  • Bés: deus da alegria de viver, sempre era representado de frente.
  • Chu: deus dos céus e do ar, responsável pelo nascer do Sol.
  • Hathor: deusa em forma de vaca, recebia os mortos que chegavam aos céus.
  • Hórus: deus dos céus, era reconhecido pelo próprio olho.
  • Ísis: deusa da maternidade, protegia os mortos, a natureza e a magia.
  • Khonshu: deus relacionado com a luz lunar e com a magia.
  • Maat: deusa da justiça e do equilíbrio, agia no juízo final.
  • Mut: deusa da maternidade, representava o ideal de mãe.
  • Néftis: representava a força da morte, o fim dos ciclos.
  • Neith: deusa guerreira, era uma importante caçadora.
  • Nut: simbolizava o céu e tem o dia 25 de fevereiro ligado a ela.
  • Osíris: deus dos mortos, julgava o caráter de quem morria.
  • Ptah: protetor dos artistas e dos literatos, ouvia as súplicas dos homens.
  • Rá: deus Sol, rei de todos os deuses.
  • Sekhmet: deusa das doenças, que deveria defender o deus Sol.
  • Secshat: deusa da escrita, que escrevia os dizeres divinos.
  • Selkhet: deusa da morte e da doença, alimentava os mortos.
  • Seth: deus do caos e do deserto, era a encarnação do espírito do mal.
  • Sokaris: senhor da região misteriosa, preparava os itens utilizados no ritual após a morte.
  • Thot: deus da magia, da sabedoria e das artes, inventou o calendário e a escrita.

2 – Monstros e criaturas

Além das divindades egípcias, é possível encontrar monstros e criaturas nas lendas desse povo antigo. Saiba quais são eles:

Apófis

Conhecida como a personificação do caos, Apófis era uma serpente gigante. Segundo o mito, o eclipse solar era causado porque essa criatura tentava destruir Rá, o deus Sol. No entanto, acabava sendo vencida pelo poder da divindade.

Ammit

Uma pintura da criatura Ammit.
AnonymousUnknown author, Public domain / Wikimedia Commons / Canva / Eu Sem Fronteiras

Com cabeça de crocodilo, patas dianteiras de leão e patas traseiras de hipopótamo, Ammit era uma criatura do Salão dos Mortos. No dia do juízo final, se o coração de um indivíduo fosse pesado, Ammit deveria devorá-lo. Assim, a alma dessa pessoa iria vagar por toda a eternidade.

Serpopardo

Embora seja originário da Suméria, o Serpopardo faz parte da mitologia egípcia. Ele é uma criatura com corpo e cabeça de leopardo, com pescoço de serpente. Na verdade, acredita-se que ele seja apenas uma interpretação incorreta das girafas.

Grifo

O Grifo é uma criatura que tem corpo de leão e cabeças e asas de águia. De acordo com a lenda, os ninhos do animal eram feitos de ouro, e eles botavam pedras preciosas em vez de ovos.

Uraeus

Presente em muitos adornos egípcios, Uraeus é uma espécie de cobra divina, que foi oferecida aos homens pelo deus Sol. Ela sempre aparece com a cabeça erguida, em posição de ataque, porque é uma protetora da realeza.

Esfinge

Uma construção egípcia antiga que representa a esfinge.
NadineDoerle de Pixabay / Canva / Eu Sem Fronteiras

A Esfinge é uma guardiã. Com corpo de leão e cabeça de homem, ela apresentava um enigma a quem chegasse ao local que ela estava guardando. Se a pessoa não adivinhasse a resposta, seria devorada pela criatura. Por esse motivo, você já deve ter ouvido a frase “Decifra-me ou devoro-te”.

Benu

Benu é uma ave que tem uma coroa branca na cabeça, com duas plumas adornando. Segundo o mito, Benu é a alma de Rá. Porém outras histórias contam que ela é a alma de Osíris. De qualquer forma, sabe-se que ela é uma ave divina.

Touro de Ápis

Um touro com uma cobra na testa e um círculo solar ao redor da cabeça, esse era o Touro de Ápis. A mitologia egípcia conta que ele representava Osíris quando morria, e Ptah enquanto estava vivo. Logo, era uma criatura muito venerada e protegida.

Sha

Sha era um cão magro, com a cauda alongada e pontiaguda, características também presentes nas orelhas do animal. Acredita-se que ele era tido como a representação de Seth, deus do caos e do deserto

3 – Animais sagrados

Provavelmente, alguém já lhe disse que os egípcios veneravam os gatos. Então aprenda quais eram os animais que esse povo protegia e cultuava:

Gato

O gato é considerado, pelos egípcios, um elo entre o céu e a terra. Além disso, essa criatura é associada à deusa Bastet, que era cultuada no Egito. Portanto, toda vez que um gato morria, ele era enterrado com cuidado e carinho.

Escaravelho

O escaravelho é uma espécie de besouro muito comum no Egito. Acredita-se que ele era uma representação do deus Khepri, era a manifestação do Sol nascente. Por esse motivo, o inseto estava presente em desenhos, em templos e em joias egípcias.

Chacal

O chacal é um animal parecido com um cachorro, que simbolizava o deus Anúbis. Além disso, ele é um predador semelhante aos coiotes na cadeia alimentar, ainda que não fosse visto como uma ameaça no Antigo Egito.

Falcão

O falcão representa o deus Hórus, sendo intensamente venerado pelos egípcios. De acordo com a lenda, esse animal poderia oferecer os poderes associados ao olho de Hórus, como purificação e cura.

Crocodilo

O crocodilo é associado ao deus Sobek, que participava do ritual de mumificação. Por incrível que pareça, muitos egípcios consideravam uma honra morrer com uma mordida de crocodilo. Ao mesmo tempo, outros tentavam domesticar esse animal, tratando-o como um bicho de estimação.

Principais mitos egípcios

Outra parte importante da mitologia egípcia são alguns dos mitos que abordam elementos dessa cultura, como o Rio Nilo e o Olho de Hórus. Graças a eles, podemos compreender o que está por trás de símbolos que vemos com bastante frequência, e como a religião os torna ainda mais especiais. Aguce sua curiosidade:

1 – Rio Nilo

Uma captura fotográfica do Rio Nilo, localizado no Egito.
mariusz_prusaczyk de Getty Images Pro / Canva / Eu Sem Fronteiras

Um dos mitos mais lembrados do Egito tem como protagonistas o Rio Nilo, os irmãos Osíris e Seth e Ísis, esposa de Osíris. A história trágica ocorreu porque Osíris ficou responsável por cuidar das terras férteis, enquanto a Seth, restaram as terras do deserto. Osíris era venerado pelos humanos, que usavam os conhecimentos do deus para plantar, colher e viajar, usando o Nilo.

Como resultado disso, Seth sentiu inveja do irmão e decidiu elaborar um plano contra ele. Primeiro, Seth convenceu Osíris a entrar em um sarcófago. Depois, fechou o caixão e o lançou no Nilo. Embora Ísis tenha conseguido libertar o corpo de Osíris, Seth recuperou o cadáver e o dividiu em 14 pedaços.

Persistente, Ísis encontrou os pedaços de Osíris, e eles conseguiram gerar um filho, Hórus, que deveria vingar o pai, vencendo Seth. Ou seja, embora o Rio Nilo seja um símbolo de fertilidade e de vida, as águas também foram palco de uma intensa rivalidade entre deuses, tornando o local sagrado.

2 – Olho de Hórus

Como vimos anteriormente, Hórus nasceu com a missão de vingar o pai, Osíris, matando Seth, o próprio tio. Então, assim que ele cresceu, foi confrontar aquele que assassinou o pai. Em uma batalha, porém, Seth conseguiu arrancar o olho esquerdo de Hórus.

Ainda que estivesse com metade da visão, Hórus superou as habilidades de Seth e se tornou o rei do Egito. Mas ele não reinou apenas com o olho direito. Os outros deuses do Egito reconstruíram o olho esquerdo de Hórus, atribuindo-lhe novas potencialidades.

Sendo assim, o Olho de Hórus tornou-se um mito, e cada parte dele está relacionada com um dos cinco sentidos humanos. Acredita-se, também, que as representações do Olho têm um poder de cura contra enfermidades e de proteção contra o mau olhado.

3 – Pesagem das almas

Uma arte que representa a pesagem das almas egípcias.
British Museum, Public domain / Wikimedia Commons / Canva / Eu Sem Fronteiras

Cada civilização desenvolveu a própria explicação sobre o que acontece com a alma de uma pessoa quando ela morre. No Egito, essa explicação tornou-se um mito, envolvendo divindades importantes. Nessa crença, defende-se que acontece uma pesagem das almas de quem partiu.

Assim que uma pessoa morria, o coração dela (símbolo de suas emoções e seu caráter) seria pesado em uma balança divina, em uma sala entre o Além e o Submundo. Com o comando de Anúbis, o coração era colocado em um dos lados da balança. Do outro lado, uma pluma seria acrescentada.

Caso o coração pesasse mais do que a pluma, a alma de quem faleceu seria condenada a vagar por toda a eternidade, no Submundo. Por outro lado, se o equilíbrio fosse mantido, o espírito poderia seguir para o Além, iniciando uma nova vida, com prosperidade, riqueza e felicidade.

Relação entre a mitologia e a atualidade

Depois de aprender mais sobre a mitologia no Egito Antigo, você deve ter observado que cada personagem exerce um papel importante na existência humana, na natureza e na definição dos valores da sociedade. É justamente por isso que a mitologia é tão fundamental.

Observamos, por exemplo, que muitas deusas egípcias eram associadas à fertilidade e à feminilidade, retratando um ideal de mulher que foi combatido com o passar do tempo. Também vimos que uma vida justa e equilibrada poderia conduzir a uma morte tranquila, sem sofrimento. E ainda aprendemos que os animais ligados a cada divindade eram tidos como sagrados, sendo venerados.

Então, quando analisamos a mitologia de um povo, na atualidade, conseguimos entender como ele pensava no passado, e quais valores guiavam as pessoas que viviam naquela época. Por meio desse processo, é possível reconstruir os costumes de determinada comunidade, analisando quais deles se mantêm e quais se transformaram.

Mitologia egípcia nos filmes, séries e livros

Existe um jeito melhor de aprender sobre mitologia egípcia do que consumindo obras de arte sobre ela? Os filmes, as séries e os livros são essenciais no seu processo de aprendizado e tornam tudo mais leve e divertido. Preencha seu tempo livre com as nossas indicações!

1 – Filmes e séries

“A Múmia” (1999)

Cenas do filme A Múmia, de 1999.
Universal Pictures / Reprodução

No filme “A Múmia”, um grupo de arqueólogos está estudando o Egito. Ao longo da expedição, no entanto, os profissionais encontram uma múmia, que recebe poderes especiais depois da atitude inconsequente de uma das escavadoras. Para evitar o extermínio da humanidade, os viajantes vão precisar entender muito sobre mitologia egípcia e sobre uma boa briga.

“Deuses do Egito” (2016)

O filme “Deuses do Egito” aborda a rivalidade entre Seth e Hórus. Porém a história não fala sobre o mito que envolve o Rio Nilo. Na verdade, o enredo se desenvolve quando um jovem tenta roubar a mulher que Seth ama e o trono do deus. Para alcançar esse feito, ele vai receber a ajuda de Hórus.

“O Mistério de Anúbis” (2011)

Na série “O Mistério de Anúbis”, os estudantes de um internato inglês se juntam para solucionar o desaparecimento de uma amiga, Joy. Durante a busca, os jovens vão se deparar com mistérios que se relacionam com a história do Egito Antigo, oferecendo uma nova abordagem para o tema.

“O Escorpião Rei” (2002)

Cenas do filme O Escorpião Rei, de 2002.
Universal Pictures / Reprodução

“O Escorpião Rei” é um filme que mostra a importância de uma liderança consciente para unir diferentes comunidades que vivem em uma mesma região. Na obra, acompanhamos as atitudes cruéis de um governante que quer acabar com qualquer oposição. Além disso, é uma oportunidade para conhecer mais sobre esse personagem, o Escorpião Rei, que teria sido um dos primeiros líderes do Egito Antigo.

“Rei Tut” (2015)

A série “Rei Tut” conta a história do faraó Tutankhamon, que precisa comandar o Egito, protegendo-se tanto dos inimigos da nação quanto daqueles que também estão interessados no trono. Com a produção, é possível aprender mais sobre a cultura do povo egípcio, mesmo que de forma repaginada.

2 – Livros

“O Grande Livro da Mitologia Egípcia” (2021) – Claudio Blanc

Capa do livro "O Grande Livro da Mitologia Egípcia" (2021)
Editora Camelot / Claudio Blanc

“O Grande Livro da Mitologia Egípcia” é ideal para quem quer aprender mais mitos sobre esse universo. Embora o conteúdo não seja muito aprofundado, as ilustrações e a escrita fazem uma boa introdução aos estudos sobre esse tema.

“A Pirâmide Vermelha” (2010) – Rick Riordan

“A Pirâmide Vermelha” é um livro baseado na mitologia egípcia. Isso significa que a narrativa não trata dos mitos em si, mas recebe influência deles. Por se tratar de um livro infantojuvenil, a leitura é leve, empolgante e oferece uma interpretação atual sobre esse assunto.

“O Olho de Hórus – Vol 1: Histórias da Mitologia Egípcia” (2021) – Thais Rocha

Capa do Livro "O Olho de Hórus", de Thais Rocha.
Editora Cartola / Thais Rocha

O primeiro volume de “Olho de Hórus” é uma leitura indicada para quem quer conhecer de forma aprofundada as histórias da mitologia egípcia. Os mitos, recontados há tanto tempo, ganham novas versões nessa obra, que tem como objetivo resgatar essa cultura tão marcante na história do mundo.

“Fatos e Mitos do Antigo Egito” (1994) – Margaret Marchiori Bakos

“Fatos e Mitos do Antigo Egito” é a obra perfeita para diferenciar o que realmente acontecia no Egito e o que não passa de imaginação. Ainda que o foco da leitura não seja o aprofundamento na mitologia egípcia, o conteúdo vai te ajudar a conhecer a cultura egípcia, que foi moldada, em partes, pelos mitos.

“Textos dos Sarcófagos” (1935) – Adriaan de Buck

Em “Textos dos Sarcófagos”, você vai conhecer os textos funerários que foram escritos no Egito Antigo. Sabendo qual era a interpretação desse povo sobre a morte, é possível se surpreender com esse tipo de registro.

Você também pode gostar

Com o conteúdo apresentado, já deu para você ter uma boa base em mitologia egípcia. Os deuses, as criaturas e os mitos sobre o Egito Antigo são úteis para compreender como esse povo vivia e como as tradições se transformaram com o tempo. Continue aprendendo sobre o assunto para desvendar o passado com propriedade!

Sobre o autor

Eu Sem Fronteiras

O Eu Sem Fronteiras conta com uma equipe de jornalistas e profissionais de comunicação empenhados em trazer sempre informações atualizadas. Aqui você não encontrará textos copiados de outros sites. Nossa proposta é a de propagar o bem sempre, respeitando os direitos alheios.

"O que a gente não quer para nós, não desejamos aos outros"

Sejam Bem-vindos!

Torne-se também um colunista. Envie um e-mail para colunistas@eusemfronteiras.com.br