Autoconhecimento

O que podemos aprender com a crise?

Escrito por Giselli Duarte

São inúmeras as mudanças bruscas que todos nós temos vivenciado. Crises, desemprego, cidade cheia, pessoas cada vez mais estressadas, ansiosas e em depressão. Procuramos por alternativas para lidar com todo caos e instauração da loucura coletiva quando não vemos saída para tudo o que acontece.

Enquanto lidarmos com as mudanças como situações meramente desastrosas, não conseguiremos aceitar os aprendizados constantes inseridos em cada contexto de uma situação do cotidiano.

Toda crise gera uma não aceitação, e essa não aceitação pode ser encarada de forma positiva. O que fazer quando se tem a ciência de que as coisas não estão como gostaríamos? Como lidar com toda informação recebida?

As crises pelas quais passamos não precisam ser encaradas como situações negativas, tampouco como castigos. A crise representa uma oportunidade de transformação, pois é a própria energia da crise que promove mudanças reais em nossas vidas.

Sem o caos da transformação, nossa tendência é a estagnação. Bloqueio para qualquer processo evolutivo. Somos um complexo sistema de energias físicas, psíquicas, mentais e espirituais. A própria física nos ensina que todo sistema energético tende a entrar em colapso quando se deixa cair em uma situação de inércia.

Quando entramos em uma situação de inércia existencial, nos acomodamos sem perceber que caminhamos seguramente para a estagnação e a degeneração.

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Que toda crise seja canalizada em prol da mudança. Aquilo que nos aflige é justamente o maior impulsionador de transformação. Silenciar a mente e o espírito nos ajuda a encontrar maior clareza para prosseguirmos mais leves.

Encare as fases mais complexas da vida como forma de aprendizado, como lições valiosas que o Universo está te dando como desafios para lidar no presente. Aceite o desafio e siga com o coração mais leve.

Sobre o autor

Giselli Duarte

Nunca fui alguém que se contenta em observar a vida passar. A inquietação sempre pulsou em mim, guiando-me a atravessar caminhos diversos, por vezes improváveis, mas sempre significativos. Não se tratava de buscar respostas rápidas, mas de me deixar ser moldada pelas perguntas.

Meu primeiro contato com o trabalho foi aos 14 anos. Não era apenas sobre ganhar meu próprio dinheiro, mas sobre entender como o mundo se movia, como as relações de troca iam além de cifras. Com o tempo, percebi que meu lugar não seria apenas cumprir horários, mas criar algo próprio. Assim, aos 21, nasceu meu primeiro negócio, registrado formalmente. Desde então, empreender tornou-se tanto profissão quanto paixão.

Mas, por trás dessa trajetória profissional, sempre existiu uma busca interior que muitas vezes precisei calar para priorizar o mundo exterior. Foi somente quando o cansaço me alcançou na forma de burnout que entendi que não podia mais ignorar a necessidade de olhar para dentro. Yoga e meditação não foram apenas escapes, mas verdadeiras reconexões com uma parte de mim que havia sido negligenciada.

Foi nesse espaço de silêncio que descobri o quanto a curiosidade que sempre me guiou podia ser dirigida também para dentro. Formei-me em Hatha Yoga, dentre outras terapias integrativas, e comecei a dividir o que aprendi com outras pessoas, conduzindo práticas e compartilhando reflexões em plataformas como Insight Timer e Aura Health. Ensinar, percebi, é uma das formas mais puras de aprender.

A escrita foi um desdobramento natural desse processo. Sempre acreditei que as palavras possuem a capacidade de transformar não só quem as lê, mas também quem as escreve. Meus livros, No Caminho do Autoconhecimento e Lado B, são registros de uma caminhada que não se encerra, mas que encontra sentido na partilha. Participar de antologias poéticas também me mostrou a força do coletivo, de somar vozes em algo maior.

Cada curso que fiz, cada desafio que enfrentei, trouxe peças para um mosaico em constante formação. Marketing, design, gestão estratégica – cada aprendizado me preparou para algo que, na época, eu ainda não conseguia nomear. Hoje, entendo que tudo se conecta.

Minha missão não é ensinar verdades absolutas, mas oferecer ferramentas para que cada pessoa possa encontrar suas próprias respostas. Seja através da meditação, da escrita ou de uma simples conversa, acredito que o autoconhecimento é um processo contínuo, sem fim, mas cheio de significado.

E você, o que tem feito para ouvir as perguntas que habitam em você? Talvez nelas esteja o próximo passo para um novo horizonte.

Curso
Meditação para quem não sabe meditar

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