Linguagem do Corpo Saúde Integral

O que sua tireoide diz sobre você e suas atitudes?

Mulher com suas mãos na garganta
burdun / 123RF
Escrito por Eu Sem Fronteiras

O organismo humano é de uma complexidade fascinante. Cada parte vai se conectando a outra e forma um conjunto espetacular, que desencadeia funções e sistemas para que tudo funcione de forma primorosa. Entre esses sistemas, está o metabólico, do qual faz parte a glândula tireoide.

Muito embora a maioria não saiba exatamente o que é a tireoide, ela não é totalmente desconhecida, pois no meio artístico há profissionais que expuseram os problemas que tiveram em relação a ela, por exemplo Bruna Marquezine, Carla Diaz, Deborah Secco e Sabrina Sato, como forma de alerta para que as pessoas busquem prevenção e tratamento por meio de avaliações periódicas em consultas médicas.

Conheça a seguir o que essa glândula representa no organismo e como ela é capaz de influenciar a saúde de uma forma geral. Constate que a qualidade de vida está relacionada a ela e descubra como alguns sinais podem ajudar a buscar auxílio médico.

O que é a tireoide?

A tireoide é uma pequena glândula, de cerca de cinco centímetros de diâmetro, localizada na região central e frontal do pescoço, sob a pele, atrás do “pomo-de-adão”. Ela aparece em duas metades (lobos), ligadas na parte central (istmo), similar ao formato de uma “borboleta”. Normalmente não é possível visualizar ou sentir a tireoide, a menos que ela apresente algum problema.

A glândula é responsável por produzir os hormônios tri-iodotironina (T3) e tiroxina (T4) – o principal deles, que é convertido no fígado e em outros tecidos em T3, que é o hormônio mais ativo. Eles atuam em todos os sistemas do organismo, pois controlam a velocidade das funções químicas do corpo, influenciam e apoiam a regulação metabólica. Eles estimulam os tecidos do corpo a produzir proteínas e aumentam a quantidade de oxigênio utilizado pelas células, de acordo com as necessidades em cada momento e em função da presença ou não de enfermidades. Ela tem influência sobre o fígado e os rins e pode alterar o estado emocional e comprometer a qualidade de vida, caso não esteja normal.

Assim, os hormônios da tireoide influenciam muitas funções vitais do corpo, tais como:

  • a frequência cardíaca;
  • o ritmo de queima de calorias, contribuindo para o controle do peso;
  • a preservação da pele;
  • o crescimento;
  • a produção de calor corporal, apoiando a regulação térmica;
  • a digestão;
  • o ciclo menstrual;
  • a fertilidade;
  • a cognição.
Imagem mostrando acima dos ombros de uma pessoa
Lucija Ros / Unsplash

Um outro aspecto importante da tireoide é que ela necessita de iodo para produzir os hormônios tireoidianos. Essa substância pode ser encontrada no sal, na água e em alguns alimentos. A glândula concentra o iodo para transformá-los em hormônios.

A glândula tireoide é controlada por outra glândula, a hipófise, localizada no cérebro e controlada pelo hipotálamo. Dessa forma, qualquer alteração em uma dessas áreas pode provocar problemas tireoidianos, necessitando sempre de avaliação e de acompanhamento médicos.

Tireoide segundo Cristina Cairo

Significa que a pessoa chegou a um estado psicológico em que é capaz de acreditar conscientemente em sua inferioridade, sente-se humilhada por tudo e perdeu a capacidade de manter o otimismo. Acredita que nunca terá a felicidade que almeja e que não poderá, jamais, fazer o que gosta e o que precisa.

Crie, em sua mente, a possibilidade de estar fazendo aquilo que mais gosta. Tenha em seu peito a sensação de estar se realizando plenamente. Seja imaginativo e faça brotar em seu coração as sensações que mais deseja.

Isso é fato: não tenha medo de imaginar, pois ninguém pode “tirar-lhe” os pensamentos e pessoas normais não podem ler os seus segredos. Mesmo que os leiam, não podem interferir nos seus desejos.

Saiba que somos livres desde que nascemos e que, com o passar do tempo, nós mesmos tolhemos nossos potenciais por falta de habilidade de viver.

Comece já a ter fisionomia alegre e positiva. Dificilmente a sua cura cairá do céu, sem que você tenha que se empenhar em um esforço mental positivo. Ajude a natureza para que ela o ajude a equilibrar suas emoções e, consequentemente, a sua tireoide.

Exercícios respiratórios são importantes para o fortalecimento e equilíbrio das glândulas.

Mulher sorrindo com suas mãos na cabeça
Hannah Gullixson / Unsplash

Compreenda que as emoções são as verdadeiras responsáveis pelos distúrbios hormonais. É muito pouco ficar apenas com a explicação médica: vá fundo ao seu interior e verá que todas as doenças são causadas pelo impulso nervoso do cérebro que, como já disse antes, manda constantemente agentes químicos para a realização de tarefas no organismo. Se nosso cérebro estiver recebendo interferências negativas do subconsciente, ele ordenará ao seu exército que contra-ataque para nos defender.

Experimente a nova sensação de viver de suas próprias cobranças. Experimente a satisfação de poder dizer o que gosta e sente e tente eliminar, completamente, a raiz do “tem de ser assim”. Nada “tem de ser assim”. Deixe apenas que as coisas fluam naturalmente e faça sempre o que seu coração mandar. Respeite-se acima de tudo, pois ninguém que seja filho da Inteligência Superior deve menosprezar-se. Assuma-se como filho de Deus e, automaticamente, seus pensamentos se tornarão nobres e saudáveis.

Principais doenças que podem surgir na tireoide

A glândula tireoide tanto pode apresentar doenças que alteram a sua forma, como aquelas que alteram a sua função. Em relação à forma ou à estrutura, as principais doenças são:

Tireoidite – é uma inflamação da glândula tireoide que pode ocorrer devido a infecções virais por adenovírus, vírus da caxumba e do sarampo, autoimunidade ou intoxicação medicamentosa, entre outros. Pode se manifestar de forma aguda, subaguda ou crônica, com variação nos sintomas, inclusive sendo assintomática. Entre os sintomas, estão febre ou calafrio e dificuldade para engolir.

Tireoidite de Hashimoto – é uma forma de tireoidite autoimune crônica que provoca inflamação e lesão nas células, causando prejuízos à função da tireoide e alterando a produção dos hormônios que devem ir para a circulação sanguínea. A tireoide pode aumentar o tamanho da glândula e provocar o chamado bócio, além de alternar os sintomas do hiper e do hiopotireoidismo. É uma doença que gera anticorpos como antitireoglobulina (anti-Tg), antirreceptor de TSH (anti-TSH) e antitireoperoxidase (anti-TPO).

Bócio – consiste no aumento do tamanho da tireoide devido a várias causas, como a falta de iodo, inflamação da glândula por doenças autoimunes ou pela formação de nódulos tireoidianos. Pode provocar a sensação de aperto na garganta, dificuldade de deglutição, tosse, rouquidão e até dificuldade para respirar, nos casos mais graves.

Nódulos ou cistos – há vários tipos de nódulos na tireoide, sendo benignos na maioria. Podem se mostrar por meio de um caroço indolor na parte anterior do pescoço, visto quando a pessoa está ingerindo alimentos. Um nódulo pode ser identificado na palpação, por ultrassonografia, tomografia e cintilografia da glândula tireoide. Contudo é pela biópsia que se conclui se ele é benigno ou maligno. Mesmo com a existência de nódulo na tireoide, se ele não mudar de aparência, crescer mais de 1 cm e não for maligno, ele será apenas monitorado e pode não representar risco.

Mulher branca com a mão na garganta.
Andriy Popov / 123rf

Câncer de tireoide – é o tumor ou nódulo maligno que exige a retirada por meio cirúrgico e pode requerer terapias complementares como aplicação de iodo radioativo. Se for agressivo ou muito grave, pode haver a necessidade de radioterapia. De qualquer forma, quando detectado um tumor maligno na tireoide, uma cintilografia de corpo inteiro poderá ser solicitada pelo médico, com o objetivo de eliminar a possibilidade de que outras partes do corpo tenham sido afetadas.

Em relação às doenças que interferem na função da glândula tireoide, e consequentemente em vários sistemas do organismo, influenciando sensivelmente na qualidade de vida do paciente, como as anteriores, temos:

Hipotireoidismo – é uma doença que interfere nos níveis de hormônios produzidos pela tireoide, podendo ser congênita, autoimune, inflamatória ou decorrente de outras doenças ou como efeito colateral de tratamentos. Nesse caso, há uma diminuição na produção dos hormônios T3 e T4 e elevação do TSH, podendo haver variação, de acordo com as causas. Provoca uma desaceleração do metabolismo.

Hipertireoidismo – é uma doença que altera as taxas de hormônios produzidos pela tireoide, por causas congênitas, inflamatórias, autoimunes ou secundárias. devido a outras doenças ou efeitos colaterais de tratamentos. Há um aumento na produção dos hormônios T3 e T4 e a diminuição de TSH, podendo variar conforme as causas da doença. Provoca uma aceleração do metabolismo.

Doença de Graves – relacionada com o hipertireoidismo, a doença ocorre devido a causas autoimunes, notada pelo aumento da tireoide, olhos salientes devido à retração das pálpebras e formação de placas endurecidas e avermelhadas sob a pele, conhecida como mixedema.

Sintomas de tireoide

Alguns sintomas podem indicar que há problemas na tireoide, contudo eles só serão confirmados a partir de exames laboratoriais de sangue e exames de imagem. É importante consultar um médico endocrinologista para que ele conduza o diagnóstico e posteriormente, se for o caso, o tratamento. Entre os sintomas mais comuns estão:

Cansaço – muito comum nas pessoas com hipotireoidismo, a fadiga ocorre devido à falta de produção dos hormônios tireoidianos, causando uma queda ou lentidão no metabolismo e nas funções do organismo. Com isso, cansaço extremo, desânimo, falta de energia e sonolência são sintomas de problemas na tireoide e podem dar a impressão de depressão, síndrome de Burnout e diabetes.

Falhas na memória e na concentração – as disfunções da glândula tireoide podem afetar o corpo todo, inclusive o cérebro, provocando, com frequência, dificuldades no raciocínio, concentração e memorização. Algumas pessoas ficam aceleradas, hiperativas e não conseguem manter o foco por muito tempo ou, ainda, sofrem esquecimentos constantes.

Alterações na massa corporal – quando há hipotireoidismo, o metabolismo fica lento, diminui o gasto energético e provoca aumento de peso. Em alguns casos, a diminuição da capacidade renal de eliminar líquidos provoca inchaço em braços, pernas, rosto e pálpebras. Entretanto, quando há hipertireoidismo, o metabolismo fica acelerado, e a pessoa emagrece.

Alterações nos batimentos cardíacos – um sinal de disfunção na tireoide pode ser o aumento nos batimentos cardíacos, mesmo quando a pessoa está dormindo ou em repouso, pois a variação na produção de hormônios tireoidianos interfere no coração, ocasionando o aumento da frequência cardíaca, podendo inclusive progredir para arritmias. O sistema cardíaco é um dos principais a serem afetados pelos hormônios tireoidianos.

Mudanças de humor – os hormônios tireoidianos influenciam no desenvolvimento de neurônios. Por isso, problemas na glândula podem alterar o humor, causando irritabilidade, nervosismo, agitação, dificuldade para dormir e ansiedade, sinais típicos de quem tem hipertireoidismo. Além disso, pode haver palpitações e tremores.

Diminuição da libido – quando a glândula tireoide não funciona bem, pode haver um comprometimento da vida sexual, pois ela influencia alterando a produção dos hormônios sexuais, provocando, para ambos os sexos, uma diminuição da libido. É possível que haja sintomas como a disfunção erétil para homens e o ressecamento vaginal para mulheres.

Variações no funcionamento do intestino – os hormônios produzidos pela tireoide influenciam os movimentos peristálticos do intestino, movimentando os alimentos pelo sistema digestivo. No caso de hipotireodismo, a frequência de evacuação diminui e causa prisão de ventre. Entretanto, no caso de hipertireoidismo, trabalhando em excesso, a tireoide faz com que o intestino trabalhe mais, provocando diarreias.

Desconfortos e dores musculares – os hormônios da tireoide influenciam a contração e o relaxamento dos músculos. Tanto no hiper quanto no hipotireoidismo, os músculos podem sofrer rigidez, câimbras e dores musculares.

Alterações no ciclo menstrual – as disfunções na tireoide tornam os ciclos menstruais irregulares, com aumento ou redução no fluxo, sangramentos mais vezes durante o mês e atrasos. Além disso, pode ocorrer amenorreia, que é uma interrupção do ciclo, por alguns meses. A produção dos hormônios femininos estrogênio e progesterona é influenciada pela tireoide, e qualquer distúrbio pode aumentar as dificuldades de a mulher engravidar.

Sensação de calor e de frio – sentir muito calor ou sentir muito frio pode estar relacionado com problemas na tireoide, pois ela regula a produção de calor pelo organismo. Quando a tireoide trabalha em excesso, a temperatura corporal aumenta e apresenta maior transpiração e sensibilidade às altas temperaturas. Contudo, no caso de hipotireoidismo, o corpo parece perder calor e torna-se intolerante ao frio.

O que é um nódulo na tireoide?

Homem branco com as mãos no pescoço.
Sebnem Ragiboglu / 123rf

Um nódulo na tireoide é uma massa de tecido tireoidiano, sólida ou que cresce com líquido em seu interior, não necessariamente um tumor. Pode se apresentar sendo único ou múltiplo, de natureza benigna ou maligna. Geralmente é assintomático. Entretanto ele pode pressionar o pescoço, causando falta de ar. Também pode comprimir o nervo laríngeo, que é responsável pela fala e provocar rouquidão. Pode ser perceptível e sentido pelo médico na palpação. Porém pode ser tão pequeno e só detectados por meio de ultrassonografia.

Há os nódulos benignos que não produzem autonomamente hormônio, mas causam um efeito de compressão. Eles deverão ser monitorados, dependendo do tamanho, por meio de ultrassonografia e só serão removidos se estiver causando asfixia ou dificuldade para engolir. Entretanto aqueles que produzem hormônio de forma autônoma provocam o hipertireoidismo.

É importante destacar que não se conhece a causa da maioria dos nódulos benignos e que eles têm maior probabilidade de ocorrer com o avanço na idade. Além disso, a deficiência de iodo, a genética e a Tireoidite de Hashimoto podem provocar o desenvolvimento de nódulos.

Caso um nódulo seja de natureza maligna ou suspeita, ele deverá ser removido por meio de cirurgia, podendo, inclusive, ser extirpada a tireoide – parcialmente ou na sua totalidade. É importante salientar que não há medicação capaz de dissolver o nódulo. Uma terapia com iodo radioativo poderá ser implementada com o objetivo de prevenir metástases.

Cerca de 60% das pessoas têm nódulo na tireoide. Contudo a maioria não é câncer, sendo menos de 5% desses nódulos de fato malignos. Assim, quando um nódulo é detectado num exame de imagem, o médico irá definir com qual profundidade ele precisa ser investigado. Os nódulos tireoidianos com crescimento rápido são os mais suspeitos de serem malignos e podem surgir em pessoas com história de radioterapia no pescoço ou com histórico familiar de câncer tireoidiano.

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), as estimativas para tumores malignos (câncer) de tireoide (2020) foi de 13.780 novos casos, sendo destes 1.830 para homens e 11.950 para mulheres. Em 2019, foram registrados 869 óbitos, sendo 298 homens e 571 mulheres (Atlas de Mortalidade por Câncer – SIM). Entre as mulheres brasileiras das regiões Sudeste e Nordeste, segundo dados de 2018, ele é o quinto tumor mais comum, sem considerar o câncer de pele não melanoma.

Diagnóstico para doenças na tireoide

Mesmo que a pessoa conheça os sintomas relacionados com as doenças tireoidianas, a forma mais precisa de detecção delas é por meio de consulta a um médico endocrinologista. O profissional, além de uma avaliação clínica, irá requisitar alguns exames para identificar o tamanho da glândula, se há nódulos e como ela está funcionando. Os exames mais comuns são:

Dosagem de hormônios, conhecida por meio de exames de sangue como TSH, T3 Total, T3 Livre, T4 Total e T4 Livre.

Dosagem de anticorpos, que inclui antiperoxidase (anti-TPO), anticorpo presente na maior parte dos casos de Tireoidite de Hashimoto; antitireoglobulina (anti-Tg), anticorpo presente na Tireoidite de Hashimoto e em pessoas sem alterações na tireoide, não sendo indicativo de que a pessoa venha a ter a doença; e antirreceptor de TSH (anti-TRAB), anticorpo presente nos casos de hipertireoidismo e da Doença de Graves.

Médico branco com as mãos no pescoço de uma mulher branca.
Wavebreak Media Ltd / 123rf

Ultrassonografia da tireoide, exame de imagem para identificar o tamanho da glândula e alterações como bócio, cistos, nódulos e tumores. Ele não detecta a benignidade ou malignidade, porém guia a punção de nódulos ou cistos para apoiar o diagnóstico.

Cintilografia da tireoide, exame de imagem indicado para investigar nódulos suspeitos de câncer, principalmente em casos de hipertireoidismo. Com ele, identifica-se o nível de atividade de um nódulo.

Biópsia ou punção da tireoide, exame feito para identificar se um nódulo ou cisto na glândula é benigno ou maligno, quando uma pequena parte de tecido ou líquido do nódulo é retirada para ser avaliada como amostra no laboratório. O exame dura cerca de dez minutos.

Os exames da tireoide devem ser feitos sob orientação médica, a partir dos 35 anos de idade – ou antes, para mulheres que desejam engravidar e pessoas que tenham histórico familiar de alterações na tireoide – e, ainda, para aqueles que perceberam alterações no pescoço ou apresentam algum tipo de sintoma ou que passaram por radioterapia de pescoço ou cabeça. O uso de lítio, amiodarona ou citocinas, entre outros medicamentos, também requer esse cuidado.

Tratamentos para as doenças na tireoide

Os tratamentos para as doenças na tireoide variam de acordo com o tipo, a gravidade e o histórico pessoal de saúde de cada pessoa. Somente um médico, preferencialmente o endocrinologista, deverá prescrevê-los, considerando o tipo de medicação, a dosagem, o acompanhamento e outras intervenções.

Normalmente, para o tratamento de hipotireoidismo e de hipertireoidismo são administrados medicamentos de uso contínuo, monitorado pelo médico quanto aos resultados, em períodos definidos por ele. Eles apresentam uma relação bastante positiva de custo-benefício e não devem ser substituídos por tratamentos alternativos.

Quanto aos casos de nódulos benignos e de câncer, os tratamentos podem exigir medidas diferenciadas. Para os benignos, pode haver necessidade de um acompanhamento com exames e sem necessidade de intervenção cirúrgica, caso não haja sintomas. Contudo, nos casos de nódulos malignos, o médico poderá definir uma cirurgia para extração deles e até da própria glândula, além de outras intervenções.

Há prevenção para doenças da tireoide?

É possível reduzir a probabilidade de ter doenças da tireoide ou de que elas se manifestem, equilibrando o consumo do iodo pela ingestão cuidadosa e reduzida de sal iodado. Há fórmulas emagrecedoras que também afetam a função tireoidiana (evite automedicação). Anfetaminas, laxantes, diuréticos e hormônios usados concomitantemente podem ser muito perigosos além de prejudicarem bastante a tireoide. Além disso, algumas pessoas que, por força da ocupação laboral, estejam sujeitas à radiação ionizante devem sempre seguir as normas de segurança e de proteção à saúde.

Para concluir, percebemos que a glândula tireoide é muito importante para as funções sistêmicas do organismo e pode apresentar doenças que atingem as suas funções ou a sua estrutura, incluindo o aparecimento de nódulos de caráter benigno ou maligno. Consultar um endocrinologista regularmente é uma forma de cuidar dessa área da saúde, que além de trazer bem-estar, permite mais qualidade de vida. Cuide-se! Tenha uma atitude de atenção aos sinais do seu corpo.

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