Autoconhecimento

Por que ter medo (ou não) da morte?

Eu Sem Fronteiras
Escrito por Eu Sem Fronteiras

O fim da vida, ou a morte, como preferir, é a única certeza que temos ao longo da nossa existência. Para alguns mais fácil, outros mais difícil, esse é um momento muito doloroso para ser superado. Mas, afinal, se a única certeza é que todos vamos morrer, por que sofremos tanto?

A nossa vida é pautada como se não existisse o dia de amanhã. Quem, afinal, gosta de pensar, ou não se viu interrompendo um pensamento sobre a possibilidade de uma pessoa querida morrer? Provavelmente, todos nós. Não estamos preparados para o fim da vida do próximo, quanto mais para a nossa.

São dois os motivos, basicamente, para esse nosso despreparo. O primeiro é como será o momento que vai causar a nossa morte. Vai doer? Não sei você, caro leitor, mas exceto a possibilidade de morrer dormindo, bastante improvável, todas as outras me preocupam um pouco. Já a segunda, de teor mais filosófico e teológico, é o que acontece depois do fim da vida.

Muitos utilizam a religião para encontrar uma resposta que os satisfaçam
sobre a possibilidade de uma vida após a morte. Praticamente todas pregam algum tipo de recompensa para aqueles que seguiram corretamente os preceitos de uma doutrina. Outros preferem ter crenças próprias, sem necessariamente acreditar em uma religião. Os mais fascinantes são aqueles que não acreditam em nada, apenas que tudo chegará realmente ao fim na morte e levam normalmente suas vidas.

A criança ouve pouca coisa sobre a morte, por parte dos pais. Na escola, o assunto é passado de maneira superficial, restringindo-se nas aulas de ciências ou nos registros históricos. Já na televisão, a morte é desenhada como uma tragédia horrível, que nos amedronta e aterroriza.

Se já é difícil consolar alguém sobre a morte de um parente querido, quanto mais prepará-lo para esse momento ao longo da vida. Algumas culturas, como a mexicana e o Dia dos Mortos, tornam esse tema algo menos distante da realidade das pessoas, mas é uma questão muito delicada de ser abordada.

Independente das certezas e para onde vamos depois da morte, o importante é darmos o nosso melhor na vida presente, afinal, trata-se do único momento em que realmente podemos fazer algo melhor para nós mesmos e àqueles que amamos.


Escrito por Diego Rennan da equipe Eu Sem Fronteiras

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