Convivendo

5 dicas para o primeiro encontro

Elô Ribeiro
Escrito por Elô Ribeiro
O primeiro encontro pode ser muito bom ou uma verdadeira furada! Geralmente, as pessoas fazem um marketing pessoal delas mesmas: a mulher evita comer em demasia, o homem toma um banho do melhor frasco de perfume Giorgio Armani…

Bingo! A furada maior é que idealizamos muito aquele companheiro de trabalho que vemos só no outro andar da empresa e que ficamos paquerando faz tempo até que ele tome a iniciativa de convidar para almoçar; ou aquela linda mulher com quem você esteve numa festa na noite passada e que topou sair contigo no sábado seguinte para se conhecerem melhor; ou em qualquer outra situação que tenha levado a esse estágio do “quero sair com você”. Veja alguns detalhes que você já está careca de saber, porém, por ingenuidade ou entusiasmo, põe tudo a perder. Confira!

1. Tudo o que você disser, poderá ser dito mais tarde contra você

Essa história de “ah! Tranquilo, pode falar do seu ex, já passou mesmo, eu não ligo e até falo do meu se você quiser”… Quero não!

São tantos temas interessantes para se falar no primeiro contato: o tipo de música predileto, o último filme de estreia nos cinemas, uma série bacana que você esteja assistindo pela Netflix ou HBO e queira comentar (pode ser até que ele tenha visto e expresse o ponto de vista que tenha tido sobre um determinado personagem ou episódio), um livro legal que você esteja lendo e queira recomendar, o problema do buraco na camada de ozônio… Sei lá! qualquer lema que não seja religião, futebol ou ex.

O subconsciente da pessoa, sem se dar conta, vai registrando cada vocábulo que sai de sua boca e, amanhã ou depois, se a relação for adiante, sinto dizer que, numa simples discussão, pode vir à tona determinado assunto desagradável

Digo isso porque há homens e mulheres que têm sim uma certa espécie de “caixa registradora”. Talvez eles nem se deem conta de tal dom. Pode ser até que você faça um comentário que tenha passado despercebido, enquanto ela está admirada com o seu sorriso maroto ou ele está prestando mais a atenção no seu decote, ainda que saiba disfarçar muito bem, mas o subconsciente da pessoa, sem se dar conta, vai registrando cada vocábulo que sai de sua boca e, amanhã ou depois, se a relação for adiante, sinto dizer que, numa simples discussão, pode vir à tona determinado assunto desagradável que você mesmo deixou escapulir no início de seu namoro… Ou quiçá não haja nem o segundo encontro, quem dirá o começo?

Mas espera aí! Caso a relação tenha futuro, ele deu a liberdade para que eu abordasse uma determinada história, o que não me agradou, e eu também (de vingança) posso revidar se sei algo obscuro do passado dele… Bem, se é para pensar assim, aí é que não terá futuro mesmo nesse relacionamento.

Definitivamente, se você acha que expor um problema passado vai ajudar no que você está vivenciando no presente… Como, por exemplo: “Ele vai me compreender e não vai se importar se eu falar do trauma que passei e inclusive prestará mais a atenção para não cometer os mesmos erros daquele bandido…” Exato! E isso pode incluir começar um relacionamento com você!

Vocês são dois, não pode haver um terceiro! Livre-se do fantasma do ex. Demonstre que já superou (ainda que esteja muito machucado e não tenha superado). Nesse caso, seria bom nem conhecer ninguém e dar um tempo para si. Porém, há pessoas que preferem não dar tempo algum, preferem se arriscar de novo e não há mal nenhum nisso. Mas esteja certo de que a melhor resposta que você pode dar quando te perguntarem sobre a sua antiga relação é: “Sim, foi muito bom enquanto durou, ele era uma pessoa excelente (ainda que não tenha sido literalmente), mas não deu certo”. E, se houver tamanha curiosidade e insistência do indivíduo, lance o seu olhar 43 e retruque bem assim: “Não deu certo porque, se tivesse dado, eu não estaria aqui com você”.

Evite se queixar o tempo todo do que já passou. Ninguém gosta de gente traumatizada e que só sabe reclamar. Quem gosta disso é psicólogo!

2. “Deixo a seu critério” e convida quem paga

No mundo moderno no qual vivemos, há mulheres que não ligam de dividir a conta, assim como há homens que fazem questão de ser cavalheiros e arcar com tudo. Mas também há mulheres que se sentem ofendidas de terem de pagar tudo sozinha e há homens que não curtem que a mulher não contribua com eles, já que a crise está aí e os direitos são iguais. É uma dúvida terrível por parte de alguns casais: quem vai pagar a conta? Não importa a forma de pagamento.

O pior é quando você pede para o sujeito escolher o lugar e ele deixa a “seu critério”. Se tem uma coisa irritante é uma pessoa sem atitude, tanto por parte de quem convida como por parte de quem é convidado. Se a pessoa está te dando uma brecha de escolher o lugar, porque sem dúvida ela não deve fazer ideia do que te agrada ou talvez queira ser gentil, sugira, por exemplo, que gosta muito de comida italiana ou que de repente não curte aquela comida japonesa (caso você prefira que ela te surpreenda ao escolher o lugar). Agora, caso ela insista em que você escolha, pense num lugar legal que esteja preferentemente dentro do orçamento dos dois, porque nunca se sabe…

Se tem uma coisa irritante é uma pessoa sem atitude, tanto por parte de quem convida como por parte de quem é convidado

Mas, pelo amor de Deus, cuidado com o garçom que vai te atender. Na maioria das vezes, esse profissional é bem discreto, mas pode ocorrer de algum dia ele te atender e te perguntar se você deseja o mesmo vinho da semana passada ou qualquer outra coisa da casa que você esteja acostumado a pedir. Pode parecer bobagem, mas, se você não deixar claro para o “seu encontro” que é frequentador assíduo daquele restaurante, ele pode inferir que é mais um da sua coleção. Não é chique quando sabemos que somos mais um da “lista de contatos” daquele camarada. Gostamos de nos sentir especiais, principalmente as mulheres. Vale a pena causar um bom impacto, e isso seria descortês demais. O mais hilário é ser visto como o famoso “Don Juan” ou a “devoradora de homens” que sempre anda nas rodinhas de conversa do pessoal daquele estabelecimento… O garçom e a recepcionista e até o cozinheiro já viram você reservar mesa para dois no mesmo mês e saber que mais de vinte já passaram por ali… Mas, se você é daquele tipo de pessoa descontraída que pensa “falem bem ou falem mal, mas falem de mim”, então não há dramas. Divirta-se com os olhares de reprovação ou admiração.

Já escutei amigos homens reclamando do seguinte: “Queria impressionar a menina, deixei ela escolher o lugar e a danada quis ir no restaurante francês mais caro da cidade, o prato era gourmet e nem me alimentou direito e quase tive um enfarto quando vi a conta. Fiquei mesmo no prejuízo! Acho que o segundo encontro nem vai rolar”. Poderia ser porque a mulher é muito requintada e o cara mais simples? Poderia! Também poderia ser que a mulher é uma mercenária e o carinha preferiu correr dela? Sim! Poderia!

Pensemos na última hipótese: como ele queria impressioná-la, ela escolheu o mais caro para testá-lo; até porque, se o encontro não valesse a pena, pelo menos o ambiente valeria para postar nas redes sociais. E, como viu que o abençoado era um unha-de-fome, percebeu que outro segundo encontro só rolaria em outra reencarnação. De qualquer forma, ela se divertiu. Ela foi quem correu dele? Poderia ser sim! E eu poderia fazer tantos outros questionamentos sobre esse frustrado encontro alheio, mas melhor não julgar.

Outra muito engraçada é o tipo bem-intencionado: “Levei a gata para comer num rodízio que escolhi, superlegal, que inaugurou perto do meu trabalho, e ela só falava e falava, nem tocou no prato!”. Óbvio! No primeiro encontro, como é comum e de praxe, a mulher fica muito nervosa. Há alguns casos em que ela fica horas a fio escolhendo a roupa que vai vestir, o sapato ou a bolsa que vai combinar, marca manicure, faz cabelo, capricha naquela maquiagem e até se depila (depilação mesmo! Pode ser que ela nem tenha essa intenção, mas vai que…). Tudo é possível na cabeça feminina, coisas que o homem nem consegue imaginar. Evidente que aquele jantar para ela será para trocar uma ideia contigo e não para comer como se fosse o último dia da vida dela. Se bem que não faria mal comer num bom rodízio de pizza… Ah, na boa, eu comeria!

A questão é: por que nos martirizamos tanto para causar uma boa impressão?

Por que a histeria de não poder consumir altas calorias na frente dele? O nervosismo é tanto do cara achar que somos uma morta de fome que preferimos nos comportar como uma “lady” e a fome até desaparece.

Há também reclamação por parte de algumas mulheres: “Saí com o cara e ele quis dividir a conta logo no primeiro encontro, como pode isso?”

Sim, é complicado. Há caras que não sabem como reagir diante de tanta beleza, feminismo e independência e acham que estão fazendo o correto, já que não veem mal algum em a mulher também os ajudar a dividir as despesas. Assim como há os chamados aproveitadores, os mercenários que não curtem pagar qualquer fatura que seja. Bem, alguns homens vão achar que estou sendo injusta com eles, mas, assim como existem as Marias da vida (Maria-gasolina, Maria-chuteira etc.), há também os gigolôs, fato! E eles existem sim e são mais reais do que muitos imaginam.

Certa vez, uma amiga minha de quarenta e tantos, que estava há bastante tempo divorciada e desesperada para ter um romance, decidiu seguir o conselho de algumas amigas, tomou coragem e se inscreveu num desses sites de relacionamento. Ela não estava acostumada a se encontrar com gente desconhecida e muito menos em lugares públicos, que fazia tempo que ela não frequentava. Recordo que ela levou anos casada e já não ia mais a bares ou qualquer coisa parecida. Foram muitos encontros decepcionantes e, quando ela já estava quase desistindo, eis que surge um candidato “boa praça”. Não que ele fosse lindo fisicamente, tivesse posses ou fosse mais jovem do que ela, contudo tinha isso que conquista qualquer mulher: carisma, inteligência e bom senso de humor. Ela estava entusiasmada. No primeiro encontro, tudo foi maravilhoso: ela escolheu o lugar e eles dividiram a conta. Ela achou estranho porque, na época em que costumava sair, havia o chamado “gentleman”, mas nem ligou. Cogitou o segundo encontro e ele topou. Acontece que, no segundo, ele não pagou. Depois, ele a chamou para o terceiro e por aí vai. Ela pagou. O cartão de crédito dele nunca passava e os gostos dele eram bem sofisticados. Quando ela deu um basta no investimento monetário, o romance acabou. Ele, lógico, terminou. A coitada ficou devastada, mas aprendeu que o amor custa caro nesses casos.

Uma outra amiga nossa comentou: “Que o cara queira dividir a conta se a gente ficar juntos mais pra frente, por mim, tudo bem. Mas, no primeiro encontro, não! Mesmo porque a gente só faz vaquinha com quem a gente realmente conhece. Não ligo de dividir com meus amigos, mas, com um cara que mal acabei de conhecer, não acho correto”.

Mas “pera” lá: o cara também não te conhece e vai pagar a conta dele e a sua! Se bem que a mulherada gasta dinheiro na manutenção da beleza, o que daria o mesmo, se colocarmos na ponta do lápis. E, por mais que o rapaz diga que não pediu nenhum sacrifício, afirmo aqui que nenhum homem em sã consciência vai querer sair com “um bagulho” e, quando sai, no mínimo, tem objetivos escusos e faz questão de escolher os lugares mais discretos para que ninguém a veja do lado dele.

Como diria um apresentador cinquentão de um programa popular do SBT, quando entrevistado num outro programa da mesma emissora (prefiro não citar nomes, mas realmente faz toda a diferença mencionar aqui): “O homem não gasta horas nem grana como a mulher para se arrumar num salão de beleza, o mínimo que ele deve fazer é pagar a conta quando sai com ela”. E não é que ele tem toda a razão?

Quem não gosta quando o cara abre a porta do carro, compra flores ou bombons, elogia e ainda é educado? Que mal há nisso?

Acho que o homem deveria pagar não só no primeiro encontro, mas também sempre que ele quiser. Mas há mulheres extremamente feministas que se sentirão ofendidas com esse meu comentário, porque somos uma “caixinha de surpresas”. Somos sim complicadas e deixo claro aqui que não sou a favor do machismo!

Não quero polemizar, por isso, proponho o seguinte: “Quem convida paga.”

Isso mesmo! Se a mulher convida, ela paga; se o homem convida, ele paga. Pronto! Acabou a dúvida cruel e a guerra dos sexos!

Ninguém divide a verba, só se chegarem a um acordo. Está bom assim, meninas?

3. Se ela dança, eu danço. E, se ela canta, eu não canto?
Se a mulher convida, ela paga; se o homem convida, ele paga. Pronto! Acabou a dúvida cruel e a guerra dos sexos!

Se vocês estavam numa balada, com certeza você sensualizou e ele foi seu “fechamento”, ou vice-versa.

Segunda alternativa: você não é bem o “pé-de-valsa” e a pessoa achou que você fosse tímido ou as duas coisas… Mas você dançou do seu jeito desengonçado e o conquistou. Seja lá como foi a situação, em uma festa, é difícil até conversar direito por causa do barulho.

Se a pessoa está à vontade com você, longe da pista de dança, não insista em levá-la. Se ela não quer, curta somente a companhia dela. Num embalo de sábado à noite nem sempre precisamos ser o Travolta para chamar a atenção. Isso vale também se o primeiro encontro no dia seguinte for num local mais calmo e que tenha um lugar legal para dançar ou até cantar. Tem gente que se diverte no karaokê e se empolga com os repertórios. Pense bem, porque sua noite pode ser bem proveitosa se você e o outro curtem soltar a voz; se não, vai ser um fiasco, porque não terá tanta conversa e terá muito ouvido feito de “penico” pra escutar vozes desafinadas.

Ah! E cuidado com “as cantadas”. Você está num encontro, tenha bom senso. Não é nada conveniente mandar mensagens pra alguém atrativo da outra mesa se ele está distraído, ou paquerar até mesmo o garçom. O cara está ali do seu lado, respeite-o. A mesma coisa, se for o contrário. Não faça com os outros o que não gostaria que fizessem com você. E, se pegar a pessoa cantando alguém, a deixe falando sozinha — ou, melhor, cantando.

4. Preste atenção nas entrelinhas

Tudo bem que os opostos se atraem… Mas será mesmo? Se ele é vascaíno e você, flamenguista; se ele é sedentário e você, não; se ele é espírita e você, evangélico; se, na política, ele é de Direita e você, de Esquerda; se ele não tem muitos amigos e você é muito sociável e não abre mão de seu meio social; se ele nunca foi casado e você já (e nem pensa na hipótese de se casar novamente); ou se ele não tem filhos e você tem… Logo, esse encontro pode acabar em discussão ou até em morte se a sinceridade está em jogo (estou brincando).

O que quero dizer é que, mesmo com toda essa diferença, se há verdadeiramente uma sintonia forte entre vocês, tudo isso valerá a pena no caso de que você seja a sua mudança, por que não? Porque sempre temos que esperar que a transformação parta do próximo? Também temos que estar abertos a isso. Entretanto, se você não está preparado para sofrer uma metamorfose nem compreender e escutar as opiniões diferentes do conceito que tem de vida, pode ser uma ótima possibilidade para desistir de investir nessa relação enquanto há tempo. Afinal, você não quer sair machucado daqui há alguns meses e seria muito chato também magoar uma pessoa nesse mesmo período de tempo só porque ela não está disposta a pensar como você.

E, se notar que repentinamente ele mudou o jeito de ser só para te agradar, converse numa boa e deixe claro que não é bem assim. O que no começo é divertido depois pode ficar insuportável. Lembre-se de que, quem deixa a sua personalidade de lado, deixa também a dignidade e o amor-próprio. Em troca disso, aparecem a insegurança, os ciúmes, as cobranças etc.

E não vai demorar muito para que o seu desinteresse por esse cidadão seja contundente a ponto de você se perguntar: “Cadê a pessoa que conheci e que um dia mexeu tanto comigo?” Essa pessoa já não é mais a mesma, mudou radicalmente, perdeu a essência dela por você.

Preste atenção nas entrelinhas: se ele é vaidoso e fala muito da “beleza padrão” e não se importa muito com as outras qualidades que você tem a oferecer, além da sua juventude e do corpo sarado, lamento dizer, mas, como disse uma amiga minha, um dia a velhice chega para todos e com ela pode ser que venham alguns quilinhos a mais e, provavelmente, daqui a vinte anos, se ele ainda tiver o mesmo gosto superficial, vai te trocar por outra pessoa mais jovem e com o mesmo padrão estético que você outrora tinha. Não gaste o seu tempo com pessoas fúteis. Ele é muito precioso e não volta atrás.

5. Não é uma entrevista de emprego

Quando somos adolescentes, identificamos logo quando um cara só quer nos levar pra cama: “Você ainda é virgem?” Responda sarcasticamente se esse tipo de pergunta surgir “desinteressadamente” no primeiro encontro: “Não, querido, sou de Aquário.” E caia fora, porque é a maior furada!

O mesmo se o jovem de 18 anos pega o carro emprestado do tio para impressionar a garota mais bonita da escola e depois, no outro encontro, quando aparece a pé na casa dela, escuta: “Onde estacionou o seu carro? Vamos sair?”

Quando somos adolescentes, identificamos logo quando um cara só quer nos levar pra cama: “Você ainda é virgem?”

Nem adianta se revoltar. Foi ele quem quis vender uma falsa imagem. O único bom disso tudo é que ele vai identificar se vale a pena estar com alguém que almeja estar com ele de verdade ou com o EcoSport do tio. Se for a segunda opção, ele pode continuar fingindo para ela e, o que é pior, mentindo para si mesmo dizendo que ela gosta dele.

E, se você já passou dos sessenta e não quer que sua família saiba da sua vida pessoal, vai ser muito compreensível. Porque, assim como os nossos pais querem o melhor partido pra gente, também não é diferente quando se trata do contrário: os filhos e netos sempre desejam que o patriarca ou a matriarca da família estejam com alguém do mesmo patamar ou com uma situação financeira melhor e não que gaste a sua mísera aposentadoria com quem ganha menos que ele ou ela… Mas eles se esquecem muitas vezes do fundamental: cuidar da vida deles para não ficar dando palpites desnecessários na vida do outro, que passa boa parte do tempo sozinho depois que enviuvou. Esses familiares se esquecem de que só o que eles precisam é de uma boa companhia no tempo de vida que lhes resta e não de opiniões indiscretas de parentes que muitas vezes os veem uma vez por semana e olhe lá.

Para finalizar, independentemente de sua idade: aproveite o primeiro encontro!

E, por último, relaxe e seja você mesmo. Não é nenhuma entrevista de emprego! Se a pessoa se sentir à vontade, assim como você, vai falar sobre os gostos dela, o que faz ou o que deixou de fazer, com quem mora, entre outros detalhes que vão se desvendando com o tempo sem que você note.

Tem coisa mais deliciosa que alguém misterioso?

Sobre o autor

Elô Ribeiro

Elô Ribeiro

Docente universitária de Língua Portuguesa para estrangeiros, leciona há mais de 10 anos. Licenciada em Letras, especializada em Língua Espanhola e mestranda em Estudios Literarios Latinoamericano. Viciada em viajar, apaixonada por moda e admiradora da culinária. Carioca, mora há 5 anos na Argentina.

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