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6 informações positivas sobre os gases

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Escrito por Eu Sem Fronteiras
O assunto rende piadas e também histórias desagradáveis, mas o ato deve ser encarado com naturalidade. Para ajudar você a entender o porquê, selecionamos 7 informações positivas sobre o pum.

Como se forma o pum?

Pela boca. É isso mesmo, 90% dos gases é ar engolido nas refeições, ar contido na saliva e nos refrigerantes e cervejas. O ar é composto de 80% de nitrogênio e 20% de oxigênio percorre a faringe, esôfago e para no estômago.

O restante é gás fermentado no intestino grosso. Lá, bactérias atuam sobre a comida e essa fermentação resulta em gases como o metano. Nesse estágio, os gases não têm cheiro, entretanto, alguns alimentos alteram a característica. Ovos e carne, por exemplo, transformam-se em enxofre e sulfetos de hidrogênio e carbono, por isso o pum é mais fedido após comer esses produtos.

A fermentação originada pelas bactérias sai do tubo digestivo e se junta com os gases formados pelo trabalho das bactérias na comida. A dupla chega à ampola retal, parte final do tubo digestivo, localizado no ânus.

Os gases precisam da contração do esfíncter, músculo em forma de anel, responsável por abrir e fechar o ânus. A umidade e a gordura das fezes também são fatores relacionados. Ao longo do dia são entre 12 e 25 flatulências, o que resulta em 1 a 1 litro e meio de gases.

6 dados positivos e curiosos sobre o pum
1. Limpa o organismo

Diariamente respiramos nitrogênio e dióxido de carbono pela fumaça dos carros. Esses gases precisam ser eliminados e o pum é uma forma de eliminar o que o organismo não precisa.

2. É fogo

O pum é formado pelo gás metano, altamente inflamável. Ao riscar um fósforo ou acender um isqueiro no momento, pode pegar fogo. A combustão, segundo cientistas, pode ser provocada também pela exposição do metano com a eletricidade estática.

3. O cheiro ajuda a prevenir doenças

É o que afirma a University of Exeter (Inglaterra). Para os pesquisadores, o composto AP39 auxilia na prevenção da artrite, diabetes e infarto.

4. O local pode determinar a quantidade

Pessoas que moram ao nível do mar soltam 15 puns durante o dia. Já quem vive a 7 mil metros de altura pode soltar quase 130.

5. Cheirador de pum

Michael Levitt é pago para cheirar pum. O profissional identifica a dificuldade do intestino delgado em processar carboidratos. A medicina tradicional chinesa também utiliza tal habilidade. Um “wen pishi” também consegue identificar doenças gastrointestinais de acordo com o pum.

6. Ajuda a localizar mortos

A contração dos músculos e o inchaço faz o corpo humano continuar soltando material fecal até 3 horas após a morte.

Sabia que o pum é algo positivo? A alimentação interfere no bom funcionamento do intestino. Saiba quais são os alimentos mais ricos em fibras!


Texto escrito por Sumaia de Santana Salgado da Equipe Eu Sem Fronteiras.

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