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Reflexão corrente filosofia da imparcialidade participativa

Imagem da silhueta de um homem, com pensamentos na forma de fórmulas físico-matemáticas.
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A realidade não é fixa nem absoluta. Questionar, investigar e sair das certezas prontas é o caminho para compreender o mundo com mais profundidade. Ao refletir além das dualidades, você amplia sua consciência e se aproxima de uma visão mais livre e crítica da existência.

“O mundo já havia se organizado e tudo já estava desde sempre fora do lugar e hoje, é chegada a reflexão que medita na contramão dos eventos validados”.

Nilo Deyson Monteiro Pessanha é o fundador oficial no mundo da filosofia da imparcialidade participativa e, neste documento, ele publicará neste portal de grande relevância, reflexões e métodos de aplicação da propriedade intelectual batizada de filosofia da imparcialidade participativa.

Olá, amigo leitor do Portal Eu Sem Fronteiras, sejam bem-vindos ao momento histórico no mundo das reflexões, onde é apresentada com profundidade a estrutura da filosofia da imparcialidade participativa.

Quem é o filósofo Nilo Deyson?

“Nascido em Campos dos Goytacazes, RJ, mas criado no Complexo do Alemão, ele só tem a 4ª série do ensino fundamental e mesmo assim, aos 36 anos, ele havia lido o primeiro livro na vida e dali em diante se tornou um vulcão contra a tirania dos sistemas. Embora, por motivos de trabalho, aos 37 anos tenha sido preciso comprar o 2° grau no Estado da Paraíba, para poder trabalhar em uma empresa que pedia, ele não tem experiência com sala de aula por repetir a 3° série uma vez e a 4° série duas vezes e por não ter um bom acompanhamento por perder seu pai Gerson de Souza Pessanha aos 2 anos de idade e sendo a sua mãe Rosane Monteiro do Espírito Santo, a que o deixava a cargo de sua irmã Shirley Monteiro Pessanha Martins, para cuidar dele enquanto ela, sua mãe, ia trabalhar até a chegada em casa à noite.

Como todo jovem na sua comunidade, ele era livre e vivia o dia todo na rua, e sequer parava em casa. Rodava toda a favela do Complexo do Alemão com colegas diferentes em horários diferentes e, portanto, matava aula. Sua escrita era totalmente errada até os 37 anos, quando começou a escrever e a ler muitos livros. Em 2020, ele ingressou na faculdade de filosofia Prouni-Minas, de forma online, por encontrar essa oportunidade na Internet, mas trancou em 2021 por efeitos da pandemia e não voltou a fazer, mesmo tendo um sonho em ser professor de filosofia.

Para que o público entenda sobre esse filósofo que está sendo muito visado neste século XXI, é preciso entender o antes e o depois das suas publicações, onde antes, ele era analfabeto formal por ter uma escrita totalmente errada em tudo, e vê como os livros lhe educaram sem precisar voltar à sala de aula. Seu 1° livro lido foi ‘Negrinha’, de Monteiro Lobato, em uma clínica antes de uma consulta para verificar sua tireoide, por ele sofrer com hipertireoidismo (hormônios acelerados).

Neste contexto, claro, até a presente data deste documento em 2026, ele havia publicado 16 obras entre livros e antologias tanto no Brasil como na Itália, Estados Unidos e outros. Nilo Deyson é acadêmico da Academia dos Intelectuais e Escritores do Brasil e de diversas outras academias de letras e instituições que você pode ver cada uma delas ao acessar as plataformas no final deste documento. Pois bem, ele fundou a filosofia da imparcialidade participativa em 2022 oficialmente, mas só em 2026 ela está sendo apresentada em sua forma mais ampla e complexa. Neste portal de grande relevância, você poderá anotar e pesquisar tudo nesse trabalho do filósofo, escritor e palestrante Nilo Deyson Monteiro Pessanha.

Onde se inicia a reflexão para problematizar a metodologia da filosofia da imparcialidade participativa?

Se inicia no fim, isto é, onde se terminam as possibilidades de ser encontrada uma versão oposta e oculta que esteja fora do espaço impedido e seus motivos, e se pondo no meio, no poder de juízo como linha de frente. Se uma verdade absoluta se apresenta pronta, ela precisa ser real e verdadeira (validada), mesmo assim, do que ela é formada e como ela se apresenta? Ao passo que a ação da proposta de investigação em pesquisas profundas avança, é possível encontrar no espaço e no tempo, sua estrutura e sua iniciação no mundo das coisas e objetos dentro da história que reza por verdade. Ao chegar no subsolo do seu contexto de época, podemos encontrar também o contraditório ou oposição que talvez exista ou existiu, mas foi impedida de ser tida por verdade.

Imagem de um pássaro voando sobre o oceano simbolizando o espírito, a espiritualidade.
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A nossa crítica é entender os espíritos e propor uma terceira via, o juiz das dualidades que de verdade não existe, e irei aqui neste documento oficial tratar todas as vertentes da filosofia da imparcialidade participativa. Neste sentido, o ente é por qual motivo? Sendo real, essa realidade nasceu subjetiva ou objetiva? Qual é a realidade do mundo que ela alterou após sua aparição? Qual seria o efeito que a realidade teria se essa estrutura deixasse de existir? O que mudaria na realidade das coisas que ela alcança?

A realidade é a representação de uma invenção da mente humana e, sendo ela universal e sem poder ser tocada, será com efeito analisada se essa realidade pode ou não ser refutada. Antes, deverá ser feita a pesquisa das estruturas e elementos se essa versão de verdade corresponde à realidade ou ela se encaixa em um espaço onde se possa criar vertentes que lhe ponham na possibilidade de mudar no tempo.

Exemplo: O branco é claro, logo não é escuro nem preto. Partindo deste princípio, será necessário inverter e iniciar do final, onde nasceu a ideia de branco e os caminhos criados para ser validado o condicionamento de claro lá na ponta, sabendo que no subsolo, no fim, o “logo não ser preto nem escuro”, se torna oposto e será refutado na sua forma de causa perdida no contexto histórico.

Tópicos da Filosofia da Imparcialidade Participativa

1o. O que é a realidade?

A natureza humana é complexa, somos compostos de átomos e elementos que formam o corpo biológico e o abraço da natureza. Nosso cérebro possui bilhões de células e, segundo estudos científicos, somos uma espécie de energia no que se refere à vibração e frequência nas camadas internas de nossa composição. Ao passo que nascemos, já temos de alguma forma, ações inconscientes de sobrevivência e se torna natural que, ao passo que um bebê esteja nos braços de sua mãe, mesmo chorando e ao entrar em contato com os mamilos da mãe, ele entenda que precisa puxar o leite para se alimentar e isso sim, é intuitivo e instintivo por natureza, logo é a realidade.

No entanto, essa criança vai crescendo e, ao longo da vida, ela aprende tudo que para os seus pais teria um valor moral, logo os princípios dessa criança terão a realidade segundo o que seus pais lhe ensinaram. Não propriamente dito, essa realidade é universal, mas sim, peculiar. Quanto à vida adulta, seus conceitos de realidade mudam conforme a sua extensão em torno de si, isto é, seus interesses para validar uma estratégia de aceitação.

A realidade do mundo não é o que vemos e está longe de ser o que vemos e valorizamos por postura de conduta diante do mundo. Toda a nossa ideia de realidade está ligada ao que temos por limites de conhecimento, mas nem de perto é a realidade.

Para que a realidade possa ser alcançada; o realismo depende de elementos concretos e validados, diferente do realismo metafísico, que coloca toda a força para provar a divindade como responsável por toda a realidade, a filosofia da imparcialidade participativa reforma o conceito de realidade propondo uma abordagem que possa encerrar a dualidade e se utilize da percepção fora da linguagem onde tudo sendo silêncio, se possa observar o espírito da suposta Realidade e criar para essa realidade uma espécie de lugar de submissão ao elemento observador, de sorte que não sendo abstrato, essa realidade não é necessariamente uma porta fechada e sim, uma coisa que pode ser substituída quando se encontrar no tempo os efeitos da modernidade.

No âmbito psicológico, isso piora, uma vez que o cérebro cria uma série de informações e distorções da realidade. Logo, é uma questão de se criar de forma objetiva aquilo abstrato do ponto de vista coletivo e que só serve para o sujeito da imaginação, no campo psicológico, e não pode a realidade ser alcançada pelos que sofrem com a ansiedade e problemas de depressão.

Embora estudos tenham comprovado que a tristeza produz uma série de reflexões e análises críticas no sentido de tomada de decisão e sensibilidade com a realidade, sendo benéfico para se hospedar na angústia e na crise existencial para alcançar uma possível chegada ao desconhecido.

Imagem da evolução humana. A última foto mostra um homem entrando em um portal da tecnologia.
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Desde o início da história da humanidade, todas as informações que são possíveis, são respostas definitivas até que seja delineada uma ação de investigação e pesquisas nos subsolos para abrir novas possibilidades, contudo, a persona ser humano, não precisa se prender ao sentimento de militar ou ter uma espécie de extrema defesa de tese e sim, de ter cumprido o papel de desvendar a realidade e deixar que ela fique solta no espaço onde ela se torne vista pela dualidade e a partir dessa visão ela elimine a dualidade por ser um fato novo sem espaço para o questionamento.

A realidade depende do contexto em que ela se envolve. Um exemplo bem simples seria um grupo de jovens que, em 1992, pintaram o rosto com as cores do Brasil, foram para as ruas e fizeram protesto contra o governo, e esse ato foi uma atitude voluntária. Anos depois, os candidatos a governadores de alguns Estados pagaram jovens para uma campanha em propaganda de TV no horário eleitoral com rostos pintados nas cores do Brasil.

Uma terceira vez os jovens pintaram a cara em 1995 para uma campanha para as forças armadas para conscientizar a importância de se alistar e esses jovens da propaganda foram remunerados, enquanto que um outro fenômeno começou em 2001, onde grandes empresas contrataram jovens para propagandas na TV com seus rostos pintados nas cores do Brasil. Neste sentido, repare que todos pintam o rosto nas cores do Brasil em épocas diferentes e em realidades diferentes, logo a realidade se divide no espírito por ter do outro lado o espírito da intenção.

A realidade não é o que vemos e talvez a intenção dela também possa não demonstrar a realidade de quem a produz por ter problemas como remuneração e/ou intenção militante. A realidade é composta de espíritos em uma espécie de núcleo de intenção e, para ser alcançada, vai depender de encontrar como ela surge, para onde ela nos leva. Também é preciso verificar qual é sua intenção e quem a produz depende de outros elementos para que ela seja validada? Comece a investigar hoje as bases da realidade que envolvem o que você acredita.

2o. Moral e ética

Ao longo da história da filosofia, esse tema foi exaustivamente discutido e foram criados muitos materiais filosóficos de estudos muito importantes e válidos. Para a filosofia da imparcialidade participativa, a moral e a ética são vistas do ponto de vista de suas funcionalidades e seus erros de estrutura no quanto podem gerar de vertentes vindas da utilização de uma espécie de interesse estrutural.

Neste sentido, elas dependem do tempo e época para terem um valor, logo, para a filosofia da imparcialidade participativa, a ética e a moral não podem ser uma coisa real e sim, um acordo de contrato de controle social. Mesmo a ética e a moral sendo coisas distintas, abordam coisas diferentes, ainda assim, ambas dependem do contexto histórico, político, religioso e social.

Imagem de uma mão segurando uma balança dourada, simbolizando o equilíbrio entra a moral e a ética.
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Por exemplo: Para os antigos, muitas coisas que se praticavam naqueles tempos eram normais, como o casamento com crianças de 12 anos de idade, a linguagem, os costumes, a escravidão etc., eram normais e legais para aqueles tempos, enquanto hoje em dia, tanto a persona quanto nossas ações coletivas dependem de regras aceitas para o nosso tempo.

É, porém, com efeito, ambas na minha concepção podem atuar de forma que seja estabelecida uma espécie de espírito, isto é, defender o direito do outro e a disciplina com a honestidade e ao mesmo tempo, não precisar ser uma coisa tão séria e tão importante quanto a sua forma de ser livre nas decisões sem a necessidade de aprovação pelo que se pensa, mas esse pensar que gera o agir, possa ser uma espécie de responsabilidade com a própria ação que poderá gerar alterações na realidade dependendo de utilizar ou não os elementos da boa conversão na utilização da ética e moral. Lembrando que, ao longo dos anos, a filosofia conseguiu ter melhores respostas para as perguntas que ainda geram muitas reflexões profundas e não temos respostas definitivas porque estamos presos sempre neste tempo que será vencido no próximo século.

3o. Grau máximo analítico das coisas

“O que me serve não é a verdade e sim, poder ser, pode não ser, poder ver, poder sentir e de forma leve, punir com um abraço de poder ter dividido um espaço e um tempo na existência, mas sem guerrear uma militância”. – Nilo Deyson

Todas as medidas de pensamento crítico devem alcançar o máximo de fontes e camadas obscuras nas diversas épocas de sua construção. A coisa tem nome, utilidade e forma. Na condição de seres humanos, precisamos verificar formas e utilidades de uma coisa, para chegarmos à divisória entre ser e nada, entre falso e verdadeiro. Pesquisas e avaliações devem seguir critérios definidos como:

Ir a fontes.
Ir a formas.
Ir à utilidade.
Ir ao oposto oculto.

Essas estruturas estão cheias de coisas escondidas, mas muitas já foram desvendadas e essas verdades deixaram de existir, assim vai acontecer com quase tudo que for pesquisado de verdade. Não há nada que faça confusão, quiçá espanto, diante de uma investigação séria sobre as verdades que a história defende, mas que, posta em contradição por meio de elementos válidos e coerentes, nada que erra se sustenta.

4o. Deus existe?

Segundo a filosofia da imparcialidade participativa, existe um problema antigo sobre esse tema e não será possível solucioná-lo com tudo que temos até hoje na humanidade, mas é possível verificar uma vertente de uma atribuição dada a Deus por meio da ciência. Vamos explicar como a filosofia da imparcialidade participativa entende e propõe uma forma de reflexão: são atribuídos a Deus a forma dos milagres que acontecem.

Milagres podem ser duvidosos ou não, partindo do ponto de vista de quem os vê, e isso é inválido. Vamos à ciência! Somos compostos de átomos e elementos que formam nosso corpo biológico e temos, cientificamente, uma energia que sai de nós e, na realidade científica comprovada, existe energia nas pedras, nas plantas, enfim, em tudo que se vê e até em ambientes sem nada visto, existem energias. Se o ser humano estiver numa frequência de vibração positiva, conforme o experimento feito em 2 copos d’água, podemos pensar em um produto criado a partir da mente.

Vejamos: foi feita uma pesquisa científica em 2 copos d’água, onde, em um dos copos cheio de água, os cientistas asiáticos amaldiçoaram aquele copo de água com a voz, com a palavra; enquanto que no outro copo cheio de água, foi proferido por voz e palavras abençoando o copo cheio de água. Após isso, com instrumentos de pesquisas científicas, fizeram o experimento do resultado e foi surpreendente. O copo com água amaldiçoado, as partículas e composição do copo com água estavam atrofiados e em forma de espécie de desarmonia; enquanto que o copo com água abençoada, suas partículas e composição estavam em perfeita harmonia no sentido de alteração zero.

Neste sentido, existe um campo metafísico que precisa ser bem explorado, que seria a forma de alteração da realidade a partir da “oração”, que não quer dizer que Deus existe. Mas é preciso pesquisas profundas com pessoas que possuem provas de curas após uma oração ou uma campanha de fé, que não seríamos imbecis ao ponto de dizer que são falsas as provas, porque eu vi e eu fui também beneficiado muitas vezes por meio de oração ou por campanha de fé na época que fiz parte de uma religião.

Hoje eu não tenho religião nem acredito em quase nada que existe no mundo, mas aqui não vou falar do que penso e sim, do que podemos fazer para encontrar uma solução ou nos aproximar de uma possibilidade. Um pesquisador sério não pode pender para sua crença ateia ou teísta, mas precisa ter o máximo de provas científicas para elaborar uma tese.

Neste sentido, a proposta inicialmente para saber se a energia positiva de uma oração tem resultados é fazer uma pesquisa séria com membros de religiões diferentes que tenham exames ou acompanhem pessoas doentes que estão em processo de ação da fé, para saber se a oração dela terá ou não resposta em um espaço de tempo aceitável, observando o processo e o tempo real. Neste sentido, a figura de Deus é só um ponto de contato que não podemos provar se existe, mas as formas de manifestações da positividade do ânimo podem ser observadas, isto é, a fé.

Tenho estudado profundamente a alquimia, geometria, sabedoria egípcia, hermenêutica do caldeirão das antigas religiões. Também a Maçonaria, Iluminatis, Rosa Cruz e outras instituições iniciáticas e filantrópicas são fontes de pesquisas que faço há anos para elencar conhecimento e, obviamente, não falarei aqui dos mistérios e segredos das instituições, mas apenas para explicar que não tive problemas em ler e estudar esoterismo, iniciações, camadas de significados e graus de conhecimento sobre a possível realidade de Deus ou Grande Arquiteto do Universo.

Imagem de uma árvore em meio a uma seca, simbolizando o conceito de vida e sobrevivência, esperança e da existência.
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Tudo isso me ajudou a entender tantas coisas que nem 10% do que sei eu não posso falar, mas posso afirmar que a energia que temos em nós pode sim alterar a realidade através das ondas de frequência de vibração positiva ou negativa. Se você pensar somente em problemas, terá problemas aumentando porque o universo entende que sua frequência é pedir mais problemas. Se você estiver numa vibração positiva, você será beneficiado pelo universo através da sua necessidade pelo ponto de encontro entre o aspecto vibracional metafísico e o mundo material no nível real. É uma possibilidade de expressar uma possível chegada ao início de dizer que existe ou não algum desequilíbrio nas nossas experiências de fé ou falta da mesma, que não prova que alguém sem fé não possa ser curado por ter um pensamento positivo sem a necessidade de apelar para um Deus.

Neste sentido, não estou aqui falando da personalidade do Deus bíblico e seu caráter moral ou ético, mas sim, da sua possível manifestação que possa nascer do ser ao se ligar à fonte por meio da fé, da oração ou pensamento positivo que não necessariamente quer dizer que existe Deus porque ele pode ser cada um de nós. Mas para a filosofia da imparcialidade participativa, somos uma energia retida e não usamos nossa potencialidade energética ou não sabemos usar com sabedoria para o nosso benefício, e em última instância, Deus não é o que a Bíblia narra e sim, uma força inexplicável por estar antes do tempo e espaço, sendo ele, um mistério perfeito de expressão de transmutação peculiar contemplativo e só pode ser visto nos níveis das suas propriedades de curas interiores através da experiência direta sem utilizar a proposta de monoteísmo e politeísmo, mas sim, ultrapassa o experimento científico e de compreensão racional por se tratar de um todo sem dualidade porque Deus seria o bem e o mal, o branco e o preto, a luz e as trevas e somos nós, quem criamos conceitos e estados de organização de ética e moral diferente dos platônicos ensinamentos do cristianismo.

Neste primeiro momento é uma prévia, mas tenho muito mais profundidade para dizer que Deus é possível, mas o da Bíblia é pura mitologia e ao longo dos anos, estudem meus escritos, artigos e obras em todas as plataformas e livros possíveis que: “no futuro, o filósofo Nilo Deyson Monteiro Pessanha será estudado porque tem tanto material para ser analisado que sequer, em seus dias de vida, metade não foi publicada.”

5o. O que é a vida na realidade do universo e virtudes?

Enfim, eu poderia aqui falar de mais de 20 temas que a filosofia discute, mas estou cansado de tentar abrir essas suas correntes que te prendem. Mas o que é a vida na realidade do universo e virtudes?

Objetivamente, o bem é aquilo que é desejável, mas se olharmos, temos um bem falso se não é só desejável o bem e sim, um fim de matar por diversão dos ismos e nossos esforços cognitivos irão analisar a ética no exercício da coisa e o saber do que se precisa para saber desejar o que é o bem.

Não há dualidade em Deus e quiçá entre o bem e o mal, ética e moral, que em última instância é imoral desejar fatores naturais sem encontrar a dificuldade da moral Objetiva.

Temos diferenças culturais e uma série de vícios que erram se forem relativistas no ponto de vista da prova objetiva do erro. O que é falso? Onde está a prova da verdade?

Estudar esoterismo, ocultismo, astrologia, antropologia, filosofia e neurociência irá potencializar nossa consciência em relação ao que somos e ao nosso papel na vida. Tenho centenas de milhares de coisas para registrar da filosofia da imparcialidade participativa e, aos poucos, irei liberando. E o que posso afirmar sobre a virtude na vida, ela é a liberdade sem lado, é central e superior aos prazeres e desejos, emoções e crenças; neste sentido, a nossa força intelectual e que trará uma aceitação no caos é ter uma evolução gradual ao passo que você se conhecer sem sair do mundo concreto, sem viver em busca de fantasmagoria, que espera um Deus na outra vida e deixa de viver essa.

Viver hoje, participar de tudo, experimentar as dores e os espíritos e não negar absolutamente nada no sentido de entrar, mas ser um espírito superior que sabe que tudo aquilo que se apresenta como realidade pode ser improvável àquela realidade que nasceu na legalidade de uma tentativa que poderá ser superada assim que se supera nas dores ou a aceita como um ciclo.

A filosofia da imparcialidade participativa vai contra tudo que seja ruim para a convivência humana e combate os graves problemas dos sistemas políticos, religiosos e psicológicos da humanidade em suas traduções equivocadas inicialmente.

Sobre o autor

Nilo Deyson Monteiro Pessanha

Sou filósofo, escritor, poeta, colunista e palestrante.
Meus trabalhos culturais estão publicados em diversas plataformas. Tenho obras e livros publicados.

Podem também pesquisar no Google: filósofo Nilo Deyson Monteiro Pessanha

Sou uma incógnita que deve ser lida com atenção e talvez somente outras gerações decifrem meu espírito artístico. Sou muitos em mim e todos se assentam à mesa comigo. Posso não ser uma janela aberta para o mundo, mas certamente sou um pequeno telescópio sobre o oceano do social.

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