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Disk Denúncia em prol do bem estar do menor: Constelações Quânticas – Parte 2

Raquel Koury
Escrito por Raquel Koury

Olá amados,

Caso não tenham visto a 1ª parte desta importante matéria, clique aqui para entender melhor, afinal você pode estar passando por isso, quem sabe seus filhos ou netos, ou seus alunos, quem sabe os filhos do seu vizinho…

Como nossa filosofia é “sua cura é a minha cura”, pois ajudando o próximo estamos ajudando a nós mesmos, conforme as leis universais, a lei do retorno, a lei do dar e receber, a lei da ação e reação e a principal, a LEI DO AMOR, pedimos que, ainda que você não possa ler ou assistir ao vídeo todo, colabore divulgando esta matéria com seus amigos, contatos, em suas redes sociais, grupos do Facebook e WhatsApp.

Se cada leitor, por meio da divulgação, puder ajudar ao menos uma família ou uma criança, JUNTOS ajudaremos MILHARES de pessoas, sendo, então, co-criadores de uma nova realidade, de um futuro mais digno e justo, baseado em leis do amor e não somente em leis judiciais, que infelizmente ainda são tão morosas, causando danos irreversíveis a famílias e crianças, enquanto processos são discutidos por anos e anos.

Iniciarei esta 2ª parte da matéria com o vídeo abaixo, com uma das entrevistas que fui convidada a falar sobre o tema “O bem estar do menor”. Abaixo do vídeo, relato alguns casos que estamos acompanhando e também convido advogados a participarem de nosso sistema de conciliações, por meio de parcerias que estamos fazendo. Basta entrarem em contato a partir do formulário presente aqui. Afinal, juntos podemos mais:

“JUNTOS SOMOS FORTALEZA”

Se você sofre com as causas citadas no vídeo, saiba que não está sozinho. Estamos aqui para ajudar a corrigir certas falhas do sistema, pois somos milhares de pais, mães e crianças sofrendo e passando pela mesma situação, como ratos de laboratórios que são trocados de gaiola em gaiola, de cidade em cidade, e continuamos correndo dentro das rolinhas, sem sair do lugar.

A-T-E-N-Ç-Ã-O 

Na 3ª parte desta matéria, que irá ao ar na próxima semana, falaremos o que dizem os órgãos envolvidos, os governantes, os profissionais, os conselheiros e os juízes, mas também falaremos sobre o que NÃO dizem, uma vez que temos diversas filmagens, áudios e e-mails onde muitos deles vêm se recusando a falar sobre o tema, negando um parecer de como podemos melhorar este sistema e suas falhas.

Por que sequer conhecem os autores dos livros e teses sobre  “Alienação Parental”? Por que desconhecem o termo SAP (Síndrome da Alienação Parental) e seu criador? Por que educadores não sabem do que se trata para poderem colaborar nos processos com crianças que estão sendo alienadas? Por que os órgãos não se comunicam?

Abaixo, demonstro 3 casos que talvez justifiquem o por que os órgãos estão se recusando a falar sobre o assunto. Deus abençoe a todos por compartilhar esta matéria.

Antes dos casos, deixo aqui o link para DENÚNCIAS, garantindo que, conforme eles mesmos explicam, jamais vão identificar você, que colaborar denunciando qualquer tipo de violência, em especial com crianças e idosos. A violência pode ser psicológica ou verbal, pois as palavras causam mais danos do que as “palmadas”, que já são proibidas por lei.

Denuncie em Sorocaba pelo telefone do Conselho Tutelar: (15) 3235-1212. Fora de horário de atendimento, denuncie para o 153 (Guarda Municipal) que interage com o conselho tutelar. Em nível nacional basta ligar para o número 100. Todas as informações constam aqui

Gente!!! Sabendo de qualquer caso que envolva agressão, suspeita de abuso sexual, abuso psicológico (muito comum na criança alienada), é NOSSO DEVER DE CIDADÃO, é nossa obrigação como SERES HUMANOS denunciar, e isso pode ser feito pelos contatos acima. Caso não tenha sucesso por estes meios, contate-nos:

CASOS

Caso 1: Mãe que discute judicialmente há mais de 6 anos um processo de alienação parental na justiça, e mesmo sendo um caso grave e devidamente comprovado, entre provas de um lado e do outro, normalmente via testemunhos, tem seu filho afastado, sob a guarda dos avós paternos e por orientação terapêutica de profissional especializado. A mãe acaba por desistir da ação POR AMOR ao filho, somente para que a criança não seja mais exposta em conselhos tutelares e ações onde ela teria que depor contra a própria mãe. (fato muito comum entre crianças alienadas).

Caso 2: Pai afastado subitamente da filha de 2 anos, cujo vínculo sempre foi enorme e devidamente comprovado com vídeos, testemunhas, áudios. A mãe, por vingança, mudou-se de cidade para afastar pai e filha, casou-se novamente e deliberadamente colocou o novo “padrasto” para falar com o pai, proibindo visitas. Quando as libera, é por poucas horas, aos domingos, em praça pública, sob os olhos dele… A mãe nunca mais se manifestou.

A criança, ao ser tirada bruscamente pelo padrasto dos braços do pai e das irmãs (que acompanham o pai nas visitas), chora copiosamente, implorando para não ir com o padrasto, implorando para “voltar pra casa com o papai”, onde ele mora com suas duas filhas mais velhas, que acompanham todo este drama há anos. E, mesmo com tudo filmado, gravado, áudios de ameaças físicas, áudios da própria criança chorando e contando que apanha do padrasto, este pai sequer consegue que o juiz dê um parecer definitivo quanto a isso.

Sendo empurrado de comarca em comarco (de acordo com as mudanças de endereço da mãe, sem justificativas), e mesmo o juiz já tendo determinado o direito dele às visitas, e a mãe já tendo sido intimada a cumprir a decisão judicial, ela coloca sempre o novo marido a frente, dizendo que ele é o responsável pela menina agora.

Ao buscar nossa ajuda, e após comprovarmos a história, este pai está sendo orientado pelos advogados da defensoria pública. Eles instruem que todos os domingos que visitar a filha e isto lhe for negado pelo padrasto, ele deve recorrer à delegacia mais próxima para que policiais possam ir ao local e fazer com que o padrasto cumpra a ordem judicial do direito de visitas.

Mas isso já ocorre há anos, e as delegacias dizem o contrário. Elas afirmam que ele tem que resolver a situação definitivamente no judicial, ao invés de acioná-las toda a semana em que ocorre a proibição da visita de forma arbitrária pelo padrasto.

Caso 3: Mãe após tentar entrar com o processo de alienação parental, falsidade ideológica, contrabando, estelionato, calúnias, dentre outros, contra o genitor e os avós paternos, não consegue por meios particulares. Ela sempre sofreu a ameaça de que a família tem “costas quentes”, com primos e tios juízes, e delegados de renome na cidade, e que tudo que fizesse voltaria contra ela mesma.

Ao ficar por 2 anos com um de seus filhos, tentando por diversas vezes suicídios e alegando claramente que não aguentava mais a pressão que recebia dos avós e pai, colocando-o contra a mãe, e demais barbaridades que ele e seu irmão já presenciaram na casa da namorada do pai durante as visitas, esta mãe foi orientada por uma delegada a  procurar os meios públicos, onde não haveria nenhum tipo de “privilégio” ou ocultação de provas que estavam acontecendo pelos meios particulares.

Mas para a sua surpresa, nos órgãos públicos também aconteceram fatos gravados e testemunhados, em que um conselheiro tutelar ouviu as partes, e sem requerer provas ou sequer se comunicar com os outros órgãos que já atendem a criança alienada, e já viram laudos médicos e terapêuticos que comprovam a história da mãe, deliberadamente acusa mãe e avó materna de maus tratos só pelo que o genitor falou para se livrar de um processo, fato que jamais ocorrera.

Por pressão da mãe, o mesmo conselheiro contou “a verdade” para uma das crianças, inclusive usando estas palavras: “seu pai é um moleque mimado e mentiroso, não dê ouvidos ao que ele diz”. Porém, para a criança alienada nada foi desmentido, ao contrário, foi incentivado que ela morasse com os avós paternos por um tempo, mesmo a guarda sendo da mãe. POR QUÊ?”

SE SEU CASO NÃO ESTÁ SENDO RESOLVIDO E VOCÊ TEM PROVAS DISSO, NÃO HESITE EM ENTRAR EM CONTATO CONOSCO:


LEIA A 1ª PARTE

Sua opinião é bem-vinda, sempre que colocada com a educação e o respeito que todos merecem. Os comentários deixados neste artigo são de exclusiva responsabilidade de seus autores e não representam a opinião deste site.

Sobre o autor

Raquel Koury

Raquel Koury

É escritora, parapsicoterapeuta e professora de Filosofia, parapsicologia, Constelações Familiares e diversos cursos de formação e especialização de terapeutas. Possui mais de 50 cursos de formação em seu currículo em diversos segmentos Terapêuticos, dentre eles: Parapsicologia, Reiki Xamânico, Cromoterapia, Psicoterapias, Terapia Sistêmica Individual e em Grupos, Constelações Familiares, Terapia de Casais, Psicanálise Sistêmica, Psicopedagogia Infantil Sistêmica, dentre outros. Escritora da série “SENSITIVOS” (Pensamento Cultrix), prefaciado pelo cineasta e Diretor da Rede Globo, Roberto Farias e “Mãe é Mãe - Contos e Crônicas”, doado a creche especial Maria Claro.

Raquel Koury e sua equipe fazem avaliações e atendimentos virtuais VIA SKYPE e telefone. Pessoalmente atendem em Sorocaba e Itu.

Site pessoal: www.raquelkoury.com

Facebook: Raquel.Koury.Parapsicologa

E-mail: [email protected]