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Constelações Quânticas: A Solução para conflitos familiares – (parte 1)

Raquel Koury
Escrito por Raquel Koury

“A CURA DA ALMA É A CURA DO MUNDO”

Hoje compartilho com vocês a primeira matéria de uma série que estou escrevendo sobre a Resolução de conflitos familiares e cura da alma através do método de Constelações Familiares. Saliento que, ao longo de mais de 30 anos trabalhando nesta área, aos poucos fui me aprofundando e substituindo a hipnoterapia e as regressões de idade por esta ferramenta, pois ela traz à consciência aquilo que foi esquecido ou está oculto em nosso sistema, de forma que resgatamos o passado a partir da energia quântica e memórias familiares, estando o paciente/cliente em estado normal de consciência, justamente para ver e sentir o que não foi visto ou sentido antes por ele ou por um de seus antecessores.

Dr. e Ph.D Rupert Sheldrake

As Constelações Familiares, chamada também de Constelações Sistêmicas e por mim de Constelações Quânticas, tem se mostrado o método mais rápido e eficaz de resolver uma questão (problema) que esteja resistente às terapias convencionais. Neste método não é o cliente e nem o terapeuta que comanda a sessão, e sim o próprio sistema a partir do campo quântico ou mórfico, estudado há anos pelo Dr. e Ph.D Rupert Sheldrake, bioquímico, parapsicólogo, escritor e palestrante.

O Termo “Constelações Sistêmicas Familiares”, foi usado pela primeira vez por Alfred Adler em 1920, para se referir ao Fenômeno segundo o qual cada indivíduo pertence e está ligado às relações com os outros membros de seus Sistemas Familiares.

Como filosofa, estudei e rastreei os grandes nomes da nossa história que contribuíram e aprimoraram a técnica até chegarmos nessa poderosa ferramenta terapêutica, e, com todo meu respeito a cada um deles, nunca aceitei que um ou outro fosse o “dono” ou “criador” da técnica como tanto  falam aqueles que não estudaram suas origens e evolução, afinal a técnica é embasada em “leis universais” e milenares, inclusive citadas na Bíblia como “leis”, então não se pode dizer que o mérito foi deste ou daquele filósofo ou médico, por isso no TCQ, curso que ministro de Terapias e Constelações Quânticas”, faço questões de citar os grandes nomes e a evolução até chegarmos onde estamos.

Pesquisando o estado de pessoas que foram consteladas e resolveram sua questão há tempos, aparentemente, encontrei muitos casos que disseram ter resolvido na época, mas que hoje já se encontram em outros emaranhamentos e que se pudessem fariam constelações sempre, para sentirem-se aliviados diariamente. Diante isso, me coloco a pensar se este método de terapia super breve não pode causar dependência no cliente, como causa muitas das terapias convencionais em que as pessoas fazem a vida toda sessões para sentirem-se bem. Porém, temos os casos em que, após constelar e aprender o significado deste estudo através das Constelações Quânticas, realmente tiveram suas vidas transformadas em todos os sentidos.  Nossa proposta não fica apenas na constelação em si, onde o cliente/paciente e participantes entram, sentem e saem comovidos e aliviados, mas sem entender o que aconteceu naquele momento, por isso surgiram explicações religiosas e místicas, por falta de informação. Nossa proposta de Constelação Quântica, além da constelação em si, constelados e participantes aprendem o suficiente para lidarem com suas outras questões de forma simples, como 2+2 = 4.  A partir de então faz suas próprias escolhas, ciente das leis de causa e efeito tão estudadas.

Durante meus estudos, em 2008 nasceu o PTCA® (Programa Terapêutico de Cura da Alma), tratamento individual que consiste em Avaliação +  Constelação + 5 sessões e só. A partir de então os interessados em continuar seus estudos podem frequentar a OCA® (Oficina da Cura Alma), que consiste em grupos de apoio e de estudos aprofundados daqueles que já passaram pelo PTCA. Dentro desta metodologia percebemos que os resultados são duradouros, pois o cliente não sai só achando que aquilo foi mágico e pronto, ele aprende a enxergar sistemicamente a tudo e a todos ao seu redor, de forma a obter resultados significativos em suas vidas e nos mais diversos setores e sistemas: profissionais, pessoais, empresariais, educacionais, assim também como na saúde e em principal na conciliação de conflitos familiares, com foco no bem estar emocional das crianças (filhos) envolvidos.

Em 2010 passei a usar o termo TCQ (Terapias e Constelações Quânticas), por entender que este é livre de qualquer dogma, misticismo ou crenças religiosas, aproveitando da técnica somente o que é explicado cientificamente pela física quântica, os cientistas e seus experimentos, que vem nos ajudando muito em nossa evolução. Mas como sempre disse da doutrina espírita, a qual respeito muito: “nem sempre são espíritos”, da mesma forma digo das Constelações Familiares ou Sistêmicas: “nem sempre o que ocorre no campo quântico durante uma Constelação, é de fato, o que deveria estar acontecendo”.  Esta tese surgiu após muitos anos de pesquisa, incluindo entrevistas com dezenas de consteladores que acompanhei ao longo do tempo. É comum acontecer de terapeutas/consteladores e também representantes/participantes, misturarem sua própria história de vida e suas experiências durante uma constelação, emaranhando ainda mais o campo quântico, que deveria ser naquele momento somente do cliente e seu sistema familiar.

Para isso vejo a imensa necessidade de formar cada vez mais profissionais nesta área, com um conhecimento mais científico e explicável, incluindo de como perceber o que é valido realmente durante uma constelação e/ou quando estamos deixando os nossos Egos e questões pessoais influenciarem nas questões de quem está sendo constelado.

Formei centenas de alunos nos últimos anos, dentre eles, muitos psicólogos, coachs e médicos que, após fazerem outros cursos de formação em constelações, vieram a mim por não entenderem algumas coisas, tais como: “Jesus descer para constelar uma pessoa”… Oras? Tudo bem que só muda de ideia quem as tem, mas daí a confundirem os leigos com crenças religiosas, deixando muitos profissionais até assustados com o rumo das explicações desta metodologia, não é certo. Mas se torna simples se encaramos isso como linhas independentes, assim como existiram tantas escolas filosóficas na nossa história e ou doutrinas que se derivaram de outras. Todos têm o direito de aprimorar técnicas dentro de sua linha de trabalho, mas, na minha opinião, deveriam ter variáveis nos nomes, como eu, no meu caso, uso o termo “Constelação Quântica”, que é embasado na ciência, puramente.

Fui muito procurada por pessoas que se formaram nesta técnica tanto no Brasil, como no exterior, que disseram que a princípio foram atrás desta revolucionária ferramenta terapêutica, ouvindo que se tratava de ciência e de energia, mas depois as visões e explicações foram mudando para lados religiosos ou místicos, deixando seus alunos em “saia justa” em relação ao que fora dito antes.

Mas o que é Constelação afinal?

Trata-se de uma poderosa ferramenta terapêutica capaz de desvendar questões ocultas ou mal resolvidas em nossas vidas a partir de um olhar amplo e sistêmico, onde o constelador (ou facilitador) não olha só para o indivíduo e sim para todo seu sistema familiar, o que pode envolver até sua sétima geração. Trata-se de uma formação que pode ser aprendida por qualquer um, pois o constelador nada mais é do que um facilitador que conduz a sessão, e com grande sucesso, desde que tenha aprendido em uma “escola” séria, científica e com explicações que vão além de “isso não tem explicação, é mágico”, comumente dito em algumas linhas.

Dentro dos meus estudos, não há como constelar sem esvaziar-se de si mesmo em prol do sistema do cliente, e isso só é possível se chegarmos ao “ponto zero”, que ensino nos cursos e grupos de estudos. A partir daí, só muita prática poderá melhorar este novo profissional da área. Prática esta que oferecemos através do IPDS, atendimentos gratuitos feitos por nossos alunos que se tornam voluntários e são supervisionados até que se sintam seguros a partir de suas experiências.

Ferramenta terapêutica capaz de desvendar questões ocultas ou mal resolvidas em nossas vidas a partir de um olhar amplo e sistêmico.

Confesso que esta ferramenta é complexa para ser explicada em um texto como este, mas muito simples ao ser estudada (nos cursos) ou vivenciada (nas constelações). No final desta página postei um vídeo que mostra alguns tipos de constelações e dinâmicas com crianças, jovens e adultos. Mas tentando explicar de forma simples, é como se pessoas que não se conhecem “encenassem” o papel de familiares do Constelado (o cliente), porém, tal “encenação” não é ensaiada e nem programada. Ela acontece a partir de um campo quântico que guarda as memórias do sistema familiar de cada um de nós, no caso, “do constelado”. Estas pessoas, chamadas de “representantes”, começam a agir, mover e falar como aquele membro da família, que ela sequer conhece, mas naquele momento se comporta como tal e isso é claramente percebido pelo cliente que está sendo constelado, causando-lhe uma catarse (processo que traz à consciência do ser as emoções ou os sentimentos reprimidos em seu próprio inconsciente ou no inconsciente coletivo, estudado por Freud e Jung, fazendo com que ele seja capaz de se libertar das consequências ou dos problemas que esses sentimentos ou vínculos lhe causam) ao assistir de fora, como ele mesmo e seus familiares agem e reagem em determinada situação. Este trabalho é encerrado com alguns comandos quânticos e reestruturações propostas pelos próprios participantes, que naquele momento, através do campo mórfico, se conectam com a energia quântica daquele determinado membro familiar a quem está representando. Isso tudo ocorre naturalmente, trazendo a cura para o problema que o cliente (constelado) está enfrentando e também mexendo com todo o seu sistema familiar, que sequer esteve presente fisicamente ali, mas sim energeticamente. Mudanças acontecem também na vida dos que assistiram, participaram e representaram naquela constelação.

E isso não tem cara de sessão espírita ou de teatro?

Pode parecer isso para aqueles que nunca participaram de uma constelação séria, por isso dizemos como é difícil explicar as constelações com palavras. Também percebemos como nós, seres humanos, ficamos presos em nossos julgamentos ao invés de sentirmos a experiência do novo, mas com bases sólidas milenares, dita por grandes cientistas e mestres de diversas doutrinas, incluindo Jesus. Isso não é religião, é a união da ciência e espiritualidade, caminhando juntas pouco a pouco, mas se solidificando cada vez mais.

Da mesma forma que herdamos os traços genéticos de nossos antepassados, podemos herdar também suas características intelectuais e/ou emocionais, suas habilidades e ainda, suas depressões, suas culpas, medos, fracassos e situações que não foram resolvidas por eles, causando um emaranhamento sistêmico no que chamamos de “alma familiar”, de forma que um filho ou um neto (por exemplo) pode carregar, suportar, ainda que inconscientemente, culpas, tristezas, fardos que não lhe pertencem. Com isso, além de sofrerem, passam pela vida buscando um sentido a ela, fazem terapias convencionais diversas por anos e normalmente vivem em uma busca espiritual, passando por diversas escolas, crenças e religiões, e ainda assim não conseguem evoluir. Por quê?

Nós, seres humanos, ficamos presos em nossos julgamentos ao invés de sentirmos a experiência do novo.

Porque por trás de todo conflito ( em qualquer área da vida), existe sempre algo oculto ou mal resolvido que, se não encontramos na vida do paciente/cliente, o campo quântico formado durante essa sessão terapêutica, revela a origem do problema, depois a aceitação, o perdão e o profundo respeito e gratidão por aquela situação do passado, que acabou gerando todo sentimento que este cliente herdou, através do DNA energético, e que, se não for “curado”, passará também aos seus sucessores.

A boa notícia é que este ciclo, que passa de pais para filhos e netos, às vezes pulando algumas gerações, pode se encerrar a partir das Constelações Quânticas e de um novo olhar, proposto por todos os membros que estão sob o campo quântico e repetem comandos sugeridos pelo facilitador, também chamados por “palavras de cura”.

Esta metodologia fantástica não vem só melhorando a vida de muitas pessoas, mas se estendendo cada vez mais para outras áreas além das familiares, como empresariais, pedagógica, saúde e na justiça. Isso mesmo, na Justiça, que admite que as resoluções judiciais nunca agradam as partes e sempre geram novos conflitos, reaberturas de processo que nunca levam à paz, causando males irreparáveis aos envolvidos, em especial nas crianças.

Trabalho com famílias há muito tempo, em especial em defesa das crianças diante ao mundo que estamos vivendo. Você pode ler o artigo onde resumo minha tese sobre “As Crianças e Jovens de Hoje”. Porém, nesta série de matérias vamos focar no uso dessa maravilhosa ferramenta terapêutica em prol dos conflitos familiares, pesquisa que venho realizando nos últimos 2 anos.

Fiquem atentos aos próximos artigos desta matéria, que falaremos em:

⇒ Como estão agindo os órgãos que deveriam ajudar as famílias com conflitos?

⇒ Os Conselhos tutelares, Centros de atendimento psicológico infantil  e outros demais órgãos estão se comunicando como deveriam ou só causando mais problemas por falta de comunicação e preparo dos profissionais que lá trabalham?

Será que estes profissionais conhecem a fundo a origem e o que dizem os autores e estudiosos da lei da Alienação Parental?

⇒ Será que sabem que ao incentivar os genitores a entrar com processos um contra o outro e ainda colocar a própria criança em dúvidas em relação aos seus pais, podem fazer com que a criança perca sua identidade?

⇒ Como anda o tratamento terapêutico que está sendo feito com crianças que passam por estes conflitos familiares?

⇒ Por que após o programa do Fantástico dar tamanha importância para as Constelações, começaram intrigas e polêmicas das associações de psicologia convencional?

⇒ Por que Consteladores, que dizem trabalhar com “as leis do amor”, criticam tanto uns aos outros por serem de linhas diferentes? O que está por trás disso?

Estes e outros temas falaremos no próximo artigo desta matéria.

O importante é salientar que todas essas “falhas no sistema”, que indignam tanto os leitores, como nós pesquisadores, podem ser resolvidas através de formação, de informação, de conciliação e de comunicação entre os órgãos.

Infelizmente, para ter uma formação séria a respeito deste tema, é necessário poder arcar com cursos básicos que partem acima de 10 mil reais, o que não é possível ser pago por educadores em nosso país. Mas nós do IPDS (Instituto de Pesquisas e Desenvolvimento do Ser), fundado por mim e um grupo de estudos em 2008 com esta finalidade, pesquisar e ajudar no desenvolvimento do SER que SOMOS NÓS, a partir de técnicas com resultados comprovados em diversos setores da vida (saúde, carreira, finanças, relacionamentos e desenvolvimento pessoal) a partir de muita experiência, pesquisas teóricas e de campo, traremos os estudos mais modernos e eficazes, capazes de transformar a vida das pessoas, dos pais e profissionais, a fim de termos crianças crescendo sob esse novo olhar, nunca antes ensinado nas escolas, mas agora já aceito e usado pela própria JUSTIÇA, que vem tendo índices de 100% de sucesso em acordos através desta ferramenta.

Nossa missão é trazer informações e formações aos pais, educadores, advogados, assistentes sociais, conselheiros, terapeutas e outras demais pessoas que lidam com ALMAS humanas, e que estejam dispostas a aprender a vê-las dessa forma, podendo a partir de então mudar o seu próprio mundo e JUNTOS, transformamos o mundo todo. Pretendemos divulgar, informar, formar e especializar profissionais e pessoas interessadas a preços populares, acessíveis e até gratuitos, mas para isso contamos com o apoio da sociedade, comércio, empresas, escolas, universidades e governo.


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O VÍDEO abaixo é caseiro, publiquei no face como um apelo para a sociedade e órgãos governamentais a respeito do melhor para as crianças, cujos pais e/ou avós vivem em conflitos, estando o casal junto ou separado, porém a partir dele, recebi o convite para escrever artigos e dar entrevistas em portais e TVs (algumas já saíram, outras estão programas), visando abranger o assunto para todos, desde os governantes as donas de casa, pois todos passamos por problemas semelhantes, mas tornar isso mais acessível ainda está na mãos dos governantes, se não forem estes, serão os que formaremos a partir das mudanças de agora. Quem sabe esta nova geração invista em informações e precauções, ao invés de continuar gastando bilhões em saúde e educação com remediações, que só controlam, mas não curam a causa dos transtornos que a cada dia surgem mais, sem contar o mal que causam para as nossas crianças.

Vale lembrar que as indústrias farmacêuticas enriquecem cada vez mais, tendo como seu carro chefe as “drogas da obediência” para as crianças (ritalina e suas primas), e as “drogas da felicidade” para os adultos (os antidepressivos e seus parentes). Parece-me uma incongruência, mas…

Ainda no mesmo vídeo, depoimentos de mães e avós que sofrem alienação parental, um dos mais agressivos processos que uma criança pode suportar: ser forçada a ir contra um de seus genitores, e logo após, demonstramos alguns trabalhos de Constelações Quânticas com crianças, jovens e adultos e finalizamos com entrevista com o doutor em Direito Juiz Sami Storch.

Gratidão a todos por ler, assistir e compartilhar essa matéria!

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“Somos gratos, somos um, e juntos podemos mais”

Beijos Quânticos,
Raquel Koury  

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Sobre o autor

Raquel Koury

Raquel Koury

É escritora, parapsicoterapeuta e professora de Filosofia, parapsicologia, Constelações Familiares e diversos cursos de formação e especialização de terapeutas. Possui mais de 50 cursos de formação em seu currículo em diversos segmentos Terapêuticos, dentre eles: Parapsicologia, Reiki Xamânico, Cromoterapia, Psicoterapias, Terapia Sistêmica Individual e em Grupos, Constelações Familiares, Terapia de Casais, Psicanálise Sistêmica, Psicopedagogia Infantil Sistêmica, dentre outros. Escritora da série “SENSITIVOS” (Pensamento Cultrix), prefaciado pelo cineasta e Diretor da Rede Globo, Roberto Farias e “Mãe é Mãe - Contos e Crônicas”, doado a creche especial Maria Claro.

Raquel Koury e a Equipe IPDS realizam atendimentos virtuais VIA SKYPE e telefone. Pessoalmente atendem em Sorocaba e Itu e contam com parceros em outras regiões do Brasil.

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