Linguagem do Corpo Saúde Integral

Dores no ciático? Você vive a sua vida como realmente gostaria?

Homem branco de costas com a mão na nádega.
Ivan Shidlovski / 123rf
Eu Sem Fronteiras
Escrito por Eu Sem Fronteiras

Uma das dores mais desconfortáveis que uma pessoa pode ter é a ciática. Ela é própria do nervo ciático e começa na região lombar, podendo atingir as pernas e ir até os pés, inclusive inviabilizando temporariamente a locomoção e perdurando por semanas.

Além disso, esse tipo de dor pode se agravar com o passar da idade e com o desgaste natural do organismo. Por isso é essencial ter uma vida saudável, com alimentação equilibrada e prática de exercícios físicos, principalmente de fortalecimento e de alongamento, para evitar esse problema.

Contudo a dor no ciático, do ponto de vista da psicossomática, não está relacionada somente com as questões físicas. Ela pode ter fatores emocionais associados, exigindo uma investigação quanto a eles. Descubra tudo sobre esse assunto, saiba como se prevenir para evitar esse problema e reflita se você está vivendo a sua vida como realmente gostaria!

O que é o ciático?

O ciático ou isquiático é o maior nervo do corpo humano e tem origem na união com as raízes nervosas L4, L5, S1, S2 e S3. Ele sai do final da coluna lombar e se estende pelo quadril, abaixo do músculo piriforme, subdividindo-se em nervo tibial e nervo fibular, que também se ramificam. Ele desce pela parte traseira das coxas e dos joelhos, até atingir o dedo maior do pé, chamado de hálux.

É por meio do nervo ciático que o cérebro controla a sensibilidade e parcialmente os movimentos do quadril, da região perineal e das coxas; e, na totalidade, a força e os movimentos do joelho, da perna, do tornozelo, dos pés e dos dedos. Ele pode sofrer dano ou lesões dentro do canal espinhal, no espaço entre as vértebras ou em qualquer outro ponto de seu percurso, pois atravessa os músculos, as membranas de tecidos fibrosos que protegem os órgãos e os tendões.

Dor Ciática por Cristina Cairo

Homem branco de costas com a lombar vermelha.
Tumisu / Pixabay

Cristina Cairo considera que a dor ciática é uma resposta do organismo para prender ou paralisar os movimentos da pessoa. Ela é emocionalmente influenciada pelo fato de alguém não se permitir sentir prazer ou não viver da forma desejada ou como gostaria. Mesmo inconscientemente, o indivíduo se sente impotente, não consegue enxergar o seu valor e não consegue superar o medo de seguir em busca de realizar os próprios sonhos e exercer a liderança sobre sua própria vida.

Dessa maneira, a dor ciática, sob esse ponto de vista, representa a falta de fluidez e de flexibilidade, assim como uma certa inabilidade para enfrentar as mudanças com desenvoltura, sem temeridade, libertando-se do passado, das mágoas e buscando encontrar prazer e alegria.

Além disso, quando o indivíduo colabora consigo mesmo, respeitando o limite e o tempo certo para tudo, traz consigo a “carga”, inclusive financeira, que consegue suportar e entende que há coisas que não são suas, não precisando responder ou se culpar por elas, ele vai se libertar da possibilidade de sentir dor ciática.

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Cristina Cairo recomenda que a pessoa não se enclausure, mas abra o coração, a mente e o corpo. Que deixe fluir a troca de amor com os demais, aproveitando o que a vida tem de melhor, sem resistir à felicidade e sabendo que a evolução é feita de degraus a serem subidos com equilíbrio, perseverança e paciência, assumindo as responsabilidades que são as próprias de fato.

A autora de vários livros sobre Linguagem do Corpo ainda recomenda que cada pessoa busque seu autoconhecimento, seja pela Astrologia, Psicanálise, espiritualidade ou qualquer outro meio que permita compreender os sentimentos, as emoções e o seu papel no mundo, para evitar a dor ciática e outras dores.

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