Convivendo

“Hohoho”

Carlos Pompeu
Escrito por Carlos Pompeu
É tempo de Natal, de troca de presentes, de confraternização, além da figura carismática do papai Noel, que, a princípio, era São Nicolau. No dia 25 de dezembro se comemora o nascimento de Cristo, o motivo da celebração natalina. No entanto, a festividade já era bastante popular mesmo antes do nascimento do menino Jesus. Esse relato, sobre a origem do Natal, é da escritora suíça Anne Susanne Rischke. Ele é curioso, porque o Natal já existia antes de ter esse nome.

Na Roma Antiga ocorria a Saturnália, o festival de Saturno, o deus da fertilidade. Durante sete dias as pessoas visitavam-se uma às outras, presenteando-se com velas de cera e pequenas estátuas de cerâmica. Já os hebreus, na época do Velho Testamento, possuíam a mesma festividade, chamada Festa das Luzes. Era um hábito antigo, comum a vários povos.

Por exemplo, os germânicos, os escandinavos, os vikings, celebravam o renascimento do sol, em honra aos deuses da fertilidade, liderados por Odin, o pai de todos os deuses da mitologia nórdica. Essa curiosidade sobre a origem do Natal foi despertada no ocidente, em 274 d.C, pelo imperador Romano Aureliano. Ele estabeleceu o culto a Mitra, o deus do sol, o deus ariano da luz, que declarou a data, 25 de dezembro, como sendo seu aniversário.

No entanto, oitenta anos depois, Roma, por meio de Constantino, se converteu ao catolicismo. Então, em 354, o papa Libório cooptou a data, decretando ser a do nascimento do menino Jesus. Historicamente, não existem dados que comprovam a existência física do Messias; todavia, Jesus Cristo, o mestre da sabedoria, se tornou uma das mais importantes e influentes figuras de todos os tempos.

Dois mil anos depois, a festa continua. O lado bom dessa época do ano é o convívio fraternal das pessoas, que contrasta com os tempos conturbados em que vivemos. Seria bom que esse clima de Natal durasse o ano todo, a irmanização das pessoas, a fraternidade. Essa época do ano é um período que nos desperta bons sentimentos, tempo de alegria e felicidade, que poder ser, em síntese, representada pela animada e contagiante risada do embaixador do Natal, São Nicolau, vulgo Papai Noel: hohoho!

 

Sobre o autor

Carlos Pompeu

Carlos Pompeu

Carlos Pompeu, 46 anos, bacharel em Direito e formação em Letras, tendo sido redator publicitário e colunista em jornais e revistas, escreve em blogues, sobre entretenimento e cultura, na internet, sendo autor de livros virtuais de ficção, no qual adota o pseudônimo Boris de Pedra. Começou, ainda nos anos 1990, com esse nome artístico,”Boris”, em uma banda de Rock, na qual tocava baixo e cantava, além de compor as músicas e letras.

Já no século XXI, migrou para a Literatura, não tendo ainda nenhuma publicação, mas com a esperança de ter sua obra editada. No entanto, sabe que essa possibilidade encontra-se na formatação de um público leitor, o que vem fazendo, escrevendo na internet.

Atualmente, tem suas atenções, voltadas para a Terapia Holística, sendo sua especialidade o Reiki, com a graduação Nível III, o que o inspirou a escrever textos com a temática esotérica, que abordam a espiritualidade, pensamentos positivos e a autossugestão mental.

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