Energia em Equilíbrio

O poder do feminino

Eu Sem Fronteiras
Escrito por Eu Sem Fronteiras

Se o feminismo e a exaltação da figura feminina tem crescido desenfreadamente nos últimos tempos não é por acaso. Se antes o feminino era considerado mágico, sagrado e poderoso, com o tempo foi se perdendo abaixo dos homens como se fosse algo sem importância. Fez-se então necessário a retomada da relevância da mulher na sociedade, na religiosidade e nos mais diversos campos.

A figura feminina sempre será poderosa e deverá ser reverenciada. O feminino denota sensualidade, sensibilidade, sabedoria, tato, justiça e também o grande poder de gerar e dar a vida a um novo ser. Também possuem grande dose de vitalidade e energia. Desde o início da humanidade, em qualquer cultura que se pretende estudar, existem figuras sagradas representadas por grandes matriarcas e geradoras de vida.

As deusas repelem e reacendem a discussão perante sociedades patriarcais em que o importante é a força e a virilidade. Mulheres têm em sua essência boas doses de características que não fazem parte do masculino. É questão de sexto sentido, de saber orientar sem oprimir, de cuidar sem tolher as escolhas, de indicar caminhos sem puxar pela mão ou empurrar sem sugerir olhar para trás.

Mulheres são guerreiras, pois sabem que seu caminho pode ser mais acidentado que os dos homens, são dotadas de uma coragem e de uma força que muitas vezes se sobrepõem ao seu tamanho físico, porque sabem que seu coração é do tamanho de alguém muito maior.

O sexo feminino sabe que precisa de um intelecto muito superior para conseguir superar as dificuldades que virão. Repassam os ensinamentos de geração em geração e não se fazem de rogadas quando um homem passa pelo seu caminho deixando alguns pedaços delas para trás. Elas sabem que a vida é uma luta contínua que possibilita crescimento e aprendizado para aqueles que buscam o caminho do bem.

Mulheres têm o poder do mundo em suas mãos e sabem dividi-los nas porções exatas para cada um que necessitar ou requisitar sua ajuda. É preciso que busquemos constantemente este poder ancestral e não deixemos que a tradição morra. Mulheres precisam ter consciência de que suas antepassadas foram tão sábias e capazes quanto elas são.


Escrito por Roberta Lopes da Equipe Eu Sem Fronteiras

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