Autoconhecimento

Pelo direito de ser mãe

Eu Sem Fronteiras
Escrito por Eu Sem Fronteiras

Depois de completarmos 50 anos, o corpo das mulheres, simplesmente para de produzir óvulos. Talvez por este motivo, nós mulheres, sempre corremos contra o tal reloginho biológico que não para de andar. E o tempo é cruel. Não espera que adaptemos nossa vida, nosso trabalho, nossas finanças para ser mãe.

Na maioria das vezes, queremos a estabilidade financeira, a construção de uma família, a cura de uma doença, para que depois, possamos nos dedicar integralmente a árdua tarefa de ser mãe.

A ciência vem avançando. Uma das técnicas que está sendo utilizada por mulheres é o congelamento de embriões. Segundo especialistas do Centro de Reprodução Humana de São Paulo, as mulheres que fazem uso dessa técnica acabam tendo mais chances de engravidar do que as que utilizam embriões normais, os chamados frescos. Isso representa uma mudança no que chamamos e entendemos por reprodução assistida.

Podemos citar algumas das vantagens dessa técnica, como por exemplo, aumento das taxas de gestação, bem como das de implantação, redução do número de abortos, bebês com peso maior ao nascerem, eles têm menos chance de nascerem prematuros e apresentam riscos menores de sangramentos durante a gestação.

Transferir os embriões congelados para o corpo de uma mulher é relativamente um procedimento simples. As medicações que são usadas não são injetáveis, são orais. Além disso, a quantidade utilizada é bem menor do que quando é feito um procedimento com embriões frescos, fertilização in vitro.

Nos últimos anos um método diferente foi desenvolvido. Estamos falando da vitrificação. Com essa técnica, os óvulos são congelados, mas diferentemente do que acontecia, não se formam cristais de gelo dentro do recipiente, o que ajuda a manter essa estrutura totalmente intacta. Dessa maneira, mais de 90% dos óvulos sobrevivem ao processo de congelamento e também ao de descongelamento.

Vale ressaltar que todos os casos de sucesso obtidos com essa técnica foram obtidos através do uso de óvulos de mulheres jovens. Nos dias de hoje, a procura por essa técnica está sendo feita por mulheres na faixa dos 40 anos.


Texto escrito por Flávia Faria da Equipe Eu Sem Fronteiras

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