Autoconhecimento

8 diferenças no modo de viver das pessoas autoconfiantes

Confident Young Office Woman Sitting at her Desk with Arms Crossing Over her Stomach Smiling at the Camera Against the Glass Window of the Office.
Eu Sem Fronteiras
Escrito por Eu Sem Fronteiras

Você se considera autoconfiante? Sinais de que nós acreditamos em nós mesmos estão no dia a dia, na coragem de realizar certas tarefas e na forma como conduzimos nosso pensamento.

Pessoas sempre positivas e engajadas se mostram certas de que podem realizar o que é proposto e isto nada mais é que ter fé em si mesmo, em suas habilidades e estratégias para lidar com o que vier.

A questão principal está no que nos faz autoconfiantes o suficiente para agirmos assim e o que é capaz de quebrar tal credibilidade que somos capazes de nos atribuir.

A conquista

Atingir a autoconfiança depende pura e simplesmente de nós mesmos. Claro, como quaisquer outras situações da vida, os fatores externos tem grande influência em nossa formação psíquica e consequentemente em nosso comportamento, entretanto, nada controla mais seus pensamentos que você mesmo.

Por exemplo, uma pessoa que no ambiente de trabalho passa por muitas dificuldades, sente-se desconfortável, não consegue atingir as metas atribuídas, nem mesmo consegue promoções e reconhecimento tende a se autodepreciar, a deixar de acreditar em suas qualidades e começa a tornar o problema ainda maior, levando esta crença para todos os outros pontos de sua vida. Em sua vida pessoal passa a se sentir menos, começa a desvalorizar sua aparência, associando-a ao insucesso no trabalho, desvaloriza suas conquistas pessoais, afinal nada será suficiente diante da ideia fixa de que ela não foi capaz.

Quadros assim são extremamente comuns nos dias de hoje, principalmente devido às cobranças extremas que somos submetidos na sociedade moderna. Os padrões a serem atingidos e as exigências enraizadas em nossa mente, sem muitas vezes nem percebermos, faz com que a insatisfação com si seja constante, as comparações frequentes e a decepção presente. Prova disso é o grande número de casos de depressão que compõe o cenário, principalmente, da grandes cidades ao redor do mundo.

O principal questionamento deve ser se vale realmente a pena passar a vida toda triste consigo mesmo, buscando metas inatingíveis sem acreditar em seu poder e potencial. Não, não vale.  Conquistar a autoconfiança faz parte de um trabalho mental um tanto quanto complicado. Esse processo exige abdicar algumas das muitas cobranças externas e interiorizar-se a fim de descobrir suas reais qualidades e como exercê-las.

Acreditar mais em si começa em reconhecer tudo aquilo que faz bem e valorizar cada conquista de sua vida, livrar-se das críticas que não lhe tragam nenhuma evolução e de comentários invejosos. É necessário também livrar-se dos padrões de beleza, riqueza e materialismo impostos pela mídia e dar valor às suas próprias coisas, sem comparações às aquisições alheias.

As consequências

Alcançada a autoconfiança, as consequências são imediatas e os benefícios logo manifestos no comportamento e modo de vida daquele que acredita em si mesmo.

Vejamos alguns dos principais efeitos da fé pessoal na vida de quem diz: “eu sei, eu posso, eu vou conseguir”:

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Menos medo

Confiança faz com que possamos sentir menos medo. O novo não será motivo de dúvida, será simplesmente mais uma nova experiência que você acredita que pode enfrentar. A possibilidade de erro é sim considerada porém vista como uma possível barreira que você também pode enfrentar.

Uma pessoa autoconfiante tem coragem de conhecer mais coisas, faz uma trajetória de milhares de experiências, algumas boas, outras ruins, mas com tudo isso aprende muito, conhece novas sensações, lugares e pessoas sem sofrer, apenas usufruindo tudo de bom que isso tem.

Produção

Juntamente com a disponibilidade de iniciar novos projetos sem temer, a pessoa autoconfiante produz mais. Seja na vida pessoal ou na vida profissional, quem põe fé em suas qualidades tenta realizar diversas tarefas e é muito bem sucedido em várias delas. No ambiente de trabalho, qualquer meta é vista como objetivo e há esforço em alcançá-las. Na vida pessoal, as atividades não são sacrifícios, mas sim mais uma oportunidade de usar seu poder para cumprir tarefas.

Balanço

Temos diversas provas de que levar a vida numa boa exige equilíbrio em tudo. A pessoa autoconfiante não é necessariamente sempre assim, mas tem consigo um autoconhecimento que permite, mesmo em situações de desconfiança e/ou desconforto, levar os problemas numa boa.

Quem acredita em si não é indestrutível, inabalável. Apenas cultiva uma vontade de viver mais forte, sabendo equilibrar as sensações e atitudes para ultrapassar as barreiras da vida.

Escudo protetor

Conhecer-se e confiar-se faz surgir, naturalmente, um escudo de proteção. Isso significa que estas pessoas não se abalarão com qualquer olhar torto ou qualquer crítica que venha de fora.

Ser autoconfiante não significa afirmar isso para Deus e o mundo, quem realmente acredita em si não precisa provar isso para ninguém e não se incomoda com inveja ou tentativas de quebrar essa corrente de força dele com ele mesmo.

Aceitar colaborações

Normalmente, quem é extremamente autoconfiante não muda seu caminho para realizar certas tarefas. Entretanto, isso não significa não aceitar ajuda.

O que acontece é que este tipo de pessoa costuma sim levar em consideração conselhos e dicas que julgue valiosos para sua trajetória, porém sempre os adapta para o seu jeito de realizar as coisas, afinal, é este jeito que lhe proporciona crer em si e saber que as coisas irão dar certo.

Automotivação

Ser sua automotivação faz parte dos efeitos de quem acredita no que pode. Aquele que sabe poder realizar tal tarefa, visualiza-se fazendo-a e tendo sua conquista em mãos. Assim, corre atrás do que quer com a certeza do sucesso e sabe como incentivar a si mesma o tempo todo.

Valor à tona:

Quem é autoconfiante também se acha! Não necessariamente é alguém arrogante que se acha para os outros, mas se acha para si! Costuma afirmar dentro de sua própria mente tudo aquilo que pode fazer e compara-se à figuras que tenha admiração. Assim como o comportamento anterior, isso faz parte de uma motivação pessoal por se conhecer bem e saber o que trará cada vez mais coragem de fazer as coisas do seu próprio jeito.

Ser e demonstrar:

Pessoas assim se cuidam muito, tem uma boa autoestima e passam essa autoconfiança para todas as áreas da vida que puder. Na aparência, no humor e no comportamento serão capazes de transpassar sua força.

Efeitos Colaterais

Como em qualquer outra circunstância da vida, o exagero gera o mal. Portanto, cuidado para não passar do ponto. A autoconfiança exagerada faz com que o indivíduo pense ser um super-herói e não meça suas atitudes. Isso também não dá certo.

Acreditar em si demais ou de menos não é nada bom. O acerto está em encontrar o equilíbrio entre se conhecer, reconhecer suas qualidades e saber aplicá-las da maneira necessária, sem achar que tudo é possível e você é indestrutível, nem mesmo que você não pode realizar algo sem nem mesmo tentar. Explore suas habilidades e experiências adquiridas e ouse em tentar tudo aquilo que se considera capaz. Diante da queda, levante-se. Diante da conquista, comemore e orgulhe-se de si mesmo.


  • Escrito por Julia Zayas da Equipe Eu Sem Fronteiras.

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