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“Amor, a única realidade que existe” – Entrevista com Heloísa Capellas, do Centro Hoffman

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Escrito por Eu Sem Fronteiras

Heloísa Capellas é um exemplo de pessoa que sofreu muito, mas que conseguiu com muita força e apoio de amigos levantar e seguir em frente. Por 20 anos, teve relações complicadas e sofria por não aceitar algumas situações. Mas quando descobriu o Processo Hoffman fez de sua vida outro roteiro. Confira a entrevista com Heloísa Capellas e reflita sobre questões de desafio, sofrimento e felicidade.

Eu sem Fronteiras – Me conte um pouco sobre você, onde nasceu, mora:

Heloísa CapellasNasci em Lins, interior de São Paulo, há quase 60 anos e moro há 58 anos em Sampa. Tive uma família comum, fomos pobres, meu pai era português e minha mãe filha de alemães. Somos em 4 irmãos e eu sou a terceira. Cresci bem na média das pessoas e comecei a me diferenciar quando fui trabalhar no Banco do Brasil, com 18 anos. Casei com 22 e com 25 fui mãe da Beatriz. Quando ela tinha 1 ano e 8 meses começou a convulsionar e um mês depois entrou em coma e ficou deficiente mental. Eu estava grávida de 8 meses da minha segunda filha e por 20 anos tive uma vida muito difícil, fiz muita confusão nas minhas relações. Briguei, chorei, busquei, me senti impotente e vulnerável. 10 anos depois, uma amiga me apresentou o PH (Processo Hoffman) e vivi um divisor de águas na minha vida.

Eu sem Fronteiras – Quando teve conhecimento sobre o processo Hoffman e o que ele trouxe de modificação para a sua vida?

Heloísa CapellasFiz o PH há 24 anos e considero que tive uma vida antes, e outra depois. Hoje tenho uma missão de devolver para o Universo o que recebi dele através deste trabalho. Faço palestras mobilizando e motivando as pessoas a escolherem o amor e essa luz em suas vidas através do autoconhecimento, e estou à frente do Centro Hoffman por acreditar que o Processo pode mudar o mundo, transformando as pessoas em seres pacíficos e contribuintes.

Eu sem Fronteiras – Qual foi o seu maior desafio até o momento?

Heloísa CapellasAceitar a dor e que a vida segue independente do nosso sofrimento foi meu maior desafio. Você está vivendo aquele momento de angústia e frustração e as pessoas estão vivendo outro momento e, de um modo geral, a solidão chega. Meu maior desafio foi aceitar minha vulnerabilidade. Sou humana, não sei tudo, sinto medos e preciso de ajuda. Isso é uma lição e tanto. Nós precisamos de auxílio para aprendermos a ser felizes. 

Eu sem Fronteiras – O que você tem a dizer para as pessoas sobre felicidade?

Heloísa CapellasA felicidade é uma escolha e você pode escolher o tempo todo esse caminho. Mandamos em nós mesmos e podemos controlar o que quisermos em nossa personalidade, escolher a vida que desejamos. Com treino, paciência e persistência, a felicidade é possível.

O que as pessoas nos cobram é delas, podemos atender ou não.

Eu sem Fronteiras – Deixe uma mensagem!

Heloísa CapellasPodemos aprender a respirar e mudar nosso fluxo mental. Somos o que pensamos e sentimos a nosso respeito. Isso é aprendido, portanto, pode ser reaprendido. Qual o segredo? Autoconhecimento, consciência de quem você é. Perdão e aceitação pela sua história. O resultado?! Amor, amor e amor, a única realidade que existe!!!

Saiba mais sobre o Processo Hoffman aqui.


Texto escrito por Angélica Fabiane Weise da Equipe Eu Sem Fronteiras

Sobre o autor

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