Saúde Integral

Como o nosso cérebro identifica as cores

Eu Sem Fronteiras
Escrito por Eu Sem Fronteiras

Um mundo preto e branco não tem o mesmo efeito quando colorido.  As cores estão relacionadas aos sentimentos, acontecimentos, objetos e, por tudo isso, têm o poder de nos despertar emoções.

Isaac Newton, em 1666, descobriu que ao passar uma luz branca por um prisma ela seria separada em diversas cores, que ao se misturarem formavam outros tons. Mas foi o cientista alemão Johann Wolfgang Von Goethe que criou a Teoria das Cores. De acordo com ele, a cor não depende somente da luz, mas sim da percepção que temos diante a um determinado objeto. É por isso que o efeito das cores é universal, mas a identificação dos tons é subjetivo.

Para que seja possível enxergar, os olhos são compostos por dois tipos de células: os bastones, que precisam de pouca luz para serem sensibilizadas, mas não conseguem formar imagens nítidas – e é por isso que temos mais dificuldades de enxergar a noite ou em lugares escuros – e os cones, que sensibilizadas por meio de uma grande quantia de luz, são capazes de gerar imagens nítidas e coloridas.

Os cones são compostos por: azuis, que são ativados por ondas curtas de comprimento, os verdes, também chamados de ondas médias e o vermelho, chamado de ondas longas. Essas são as únicas cores que os nossos olhos captam, as demais são formadas a partir dessas, por isso, são consideradas as cores primárias da visão.

Algumas pessoas apresentam daltonismo, uma doença congênita que provoca confusão na percepção das cores. A doença, que é mais comum nos homens do que em mulheres, ocorre quando há alguma anomalia nos cones, fazendo com que a pessoa enxergue parcialmente ou não consiga identificar as cores primárias.

Os daltônicos estão classificados como dicromatas, que é quando há a confusão de duas cores primárias, principalmente o verde e o vermelho, sendo mais rara a confusão do azul com as demais cores básicas. Tricomatas: quando a pessoa possui dificuldade em distinguir tonalidades da mesma cor e cores próximas. Acromatas: que enxergam apenas preto, branco e cinza. Estes são mais raros, acontecendo com cerca de uma a cada 300 mil pessoas.

Significado das cores:

Vermelho: é a cor mais quente que existe, por isso tem o poder de estimular a frequência cardíaca e acelerar a respiração. É conhecida como a cor da sensualidade e símbolo da paixão. Em alguns casos, também é utilizada para representar algum perigo.

Laranja: estimula o sistema respiratório e passa confiança. É considerada a cor do verão, alegria e juventude.

Amarelo: a cor do sol é considerada o símbolo da divindade em diversas culturas. Desperta a criatividade, alegria e diminui o cansaço.

Verde: a cor da esperança e da fertilidade, também tem poder calmante, diminuindo estresse, ansiedade, fadiga e pressão arterial.

Azul: sinônimo de calmaria, é capaz de eliminar a negatividade, transmitindo bondade, serenidade e paciência.

Rosa: tem efeito motivacional, além de ser afetivo.

Marrom: a cor da segurança, da solidez e do positivismo.

Branco: o tom da pureza, da paz e da fé.

Cinza: são muitos os significados, ao mesmo tempo que significa elegância e respeito, pode ser associada ao tédio, velhice e tristeza.  

Preto: é associado ao luto, tristeza e melancolia, mas pode ser transformado em mistério e muito estilo.


Texto escrito por Natália Nocelli da Equipe Eu Sem Fronteiras

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