Autoconhecimento

Paixão, autoconhecimento e Mapa dos Sonhos, qual a relação entre eles?

Mão de homem branco segurando pote de vidro para cima, apontando para o céu noturno estrelado.
Carolina Zambelo
Escrito por Carolina Zambelo
Acho que ainda não inventaram nada mais transformador em nossas vidas do que a paixão! Esse sentimento, em sua grande maioria, avassalador, chega para mover estruturas, levantar poeira, fazer cair por terra aqueles discursos prontos que a gente adora dizer por aí, nos obriga a encarar nossos medos e, principalmente, a olharmos para dentro. Na minha opinião, a paixão é uma excelente ferramenta de autoconhecimento.

E depois de um período nebuloso, dolorido, cheio de dúvidas e decepções, eu me apaixonei novamente e a minha vida ganhou um novo colorido! E se eu estou sabendo lidar com isso? Claro… Que não!

O fato é que, desde que eu me divorciei, a vida afetiva não estava sendo lá essa beleza toda. Colecionei algumas frustrações, derramei um punhado de lágrimas, quis transformar príncipes em sapos e quase acabei sendo devorada como uma mosca. Mas, claro, na ótica do copo sempre meio cheio, se não fosse essa caralhada de coisa que eu vivi nesses últimos 4 anos, talvez eu não conseguisse identificar tudo o que está rolando comigo agora.

O que acontece, é que, às vezes, a gente quer tanto viver o amor que acaba romantizando situações que não existem,
nos submetemos a relacionamentos indignos sem perceber ou percebendo mesmo e bloqueamos nossa capacidade de enxergar as pessoas como realmente são, criando em nosso cabeção versões que gostaríamos que elas fossem. Podia falar que não tenho vergonha, mas tenho, sim, de admitir que tudo isso aconteceu comigo, principalmente nesse último ano. Não sei se foi a idade que estava pegando, ver todas as minhas amigas e amigos em pares, carência ou realmente a vontade de ter alguém para dividir minha vida, mas tudo o que citei aí em cima aconteceu comigo.

Me envolvi em um relacionamento abusivo e, mesmo tendo consciência disso, relativizava tudo que o cara fazia. Cogitei transformar um “amigo colorido” em relacionamento, mesmo sabendo que. por mais que as horas que passávamos juntos de vez em quando eram sempre incríveis, nossa visão de futuro e para vida são totalmente opostas e qualquer tentativa estaria fadada ao fracasso. E, claro, enalteci na potência elevada a mil as qualidades de um cara bacana que conheci. Sabe quando a gente coloca um X na testa do caboclo e diz pra si mesma: “tem que ser ele!”, então, quem nunca? rsrsr

Até que exausta, desisti. Sério, estava bem triste, decepcionada e resolvi dar um tempo… E como aquelas histórias clichês… Aconteceu!!!!! (entra música de fundo e luzes no chafariz rsrsr).

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Ele foi chegando de mansinho e, quando conseguiu a oportunidade, me invadiu de uma forma tão louca, que estou zonza até agora! Eu não sei explicar, não sei o porquê, mas, desde o dia que o conheci, é como se a minha visão turva sobre tudo ligado às minhas experiências relacionais anteriores fossem ficando claras, como se eu conseguisse, agora, identificar e entender grande parte dos meus casos amorosos anteriores.

Nesse momento, você deve estar pensando: “Nossa Carol, que viagem, dá uma segurada querida, que você está exagerando!”.

O que eu posso dizer é que não estou não! Mas lógico que é bem louco. Tão louco que eu me questiono a todo momento, tão louco que às vezes o medo fala mais alto, tão louco que tenho reações físicas como arritmia, boca seca e dor de estômago quando penso muito nisso. E ele sabe disso, porque é energia, e por mais que eu queira fingir que está tudo bem, é nítida minha falta de controle… Mas esse é um dos sintomas da paixão, né?!

Sabe aquele lance de co-criação que sempre falo nos meus textos? Ele é verdade e, finalmente, está funcionando no campo afetivo (até o momento já tinha co-criado muita coisa profissional, mas o pessoal ainda não estava rolando). Esses tempos atrás fiz meu Mapa dos Sonhos (ensino como fazer no artigo que estará no final desse texto) e eu descrevi a pessoa que queria para minha vida, e tudo o que eu sempre quis ele tem! “Mano do céu!”, que doidera! rsrsr.

Não sei o que vai acontecer daqui pra frente, se ficaremos juntos, se formaremos a tradicional família brasileira, se formaremos nosso próprio padrão de família, se viveremos nossa história por mais um mês, um ano ou uma vida. O que importa é que estou feliz hoje e que verdadeiramente sou grata a Deus e ao Universo por poder vivenciar esse sentimento. Cara, isso é estar vivo e foi pra isso que viemos para esse plano, viver e evoluir com nossas experiências.

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E para você que assim como eu ontem, quer muito viver uma grande paixão, acredite! Acredite em você e no que quer e faça o Mapa dos Sonhos. Ele é uma potente ferramenta que vai poder te ajudar muito!

E para você, meu lindo, obrigada por ser quem você é, do jeitinho que você é. Ouvi outro dia uma frase que adorei e tem total sinergia com esse nosso momento, é mais ou menos assim: “Amo o que conheço de você e confio no que ainda não conheço!”. Só desejo uma linda caminhada para nós! Afinal, a felicidade repartida é sempre multiplicada.

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Namastê!


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Sobre o autor

Carolina Zambelo

Carolina Zambelo

Jornalista, aquariana, mãe do Dudu (um maltês de 6 anos), tia da Bella e do Matheus, otimista por vocação, muita fé em Deus e na vida e sempre em busca da minha melhor versão.

Desde pequena sou ligada aos assuntos que envolvem esse mundo “oculto”, sempre acreditei em forças superiores e que a vida é algo muito além do que nossos olhos são capazes de enxergar, pelo menos, os olhos físicos.

Como um ser que ainda não se iluminou, coleciono tropeços, lágrimas, recomeços, mas também acertos lindos, sorrisos e muito amor!

Meu desejo é que meus conhecimentos humanos, espirituais e profissionais possam levar muita coisa boa para o maior número de pessoas possível e transformar vidas. Inclusive, foi por esse motivo, que ainda criança, decidi ser jornalista. Sempre acreditei que a informação revoluciona e é capaz de mudar o mundo.

Que essa missão perpetue e que seja incrivelmente linda para todos nós.

Gratidão. Namastê!

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