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Peripécias do Amor – Mergulho das Deusas

Uma história de amor sempre é uma oportunidade para se emocionar, para suspirar e para se surpreender. No entanto, também pode ser uma experiência que gera mágoas e dor. Como evitar que isso aconteça? As deusas podem ajudar. Encante-se pelo artigo “Peripécias do Amor”, da colunista Bruna OM.

Eu apenas gostaria de entender o que aconteceu. Até que ponto fui eu, até que ponto fomos nós.
O misticismo me atingiu de um jeito que percebo que a realidade é mais abstrata do que ela mesma. Cada detalhe, cada passo é divinamente predestinado, e isso me faz pensar sobre o sentido do destino.

Como Yung observa, “livre-arbítrio é fazer com satisfação ou não o que nos foi predestinado”.

Do ponto de vista de que o expectador aguarda ver o que não é esperado, o nunca visto, ele, nos observando, nos testando, sente o quê, com isso? De fato, a experiência humana é um compartilhar, em suas infinitas possibilidades, no sentido de o receptor entrar em sinergia com o fato.

Da mesma forma que eu sei que você existe e que caminha, espero que faça algo por nós; da mesma forma, espero fazer algo por todos, porque o vazio que você me traz, eu o preencho com o todo. Você não tem nome, você é o meu amor que vive em mim, e que pulsa em algum lugar que eu desconheço. Sei que a gente se encontra — e nada mais. Que está para fazer algo quilométrico que caiba em nós. Nosso imenso amor que me faz chorar.

Por uma vocação lúdica visceral e irrefreável, podia transformar qualquer coisa, pequena média ou grande, em alguma forma de arte. Uma perseverança doce, mas, não obstante, implacável. A sintonia perfeita entre a forma e o conteúdo atingia seu estado de íntegro equilíbrio. Atenção aguda e clara de quem comtempla um jardim, no amanhecer de uma esperada primavera. Myths of the near future.

E continuam a dizer a verdade, toda a magia é verdadeira. Todo seu valor será honrado, todas as palmas serão dadas, aplausos e multidões. Eu sei quem sou e você há de saber, se já não sabe, se já não descobriu, enquanto mergulha em meu olhar. É verdade, assim como pensei quando te vi, que eu esperei tanto tempo para encontrar você, meu amor… eu te amei desde o primeiro instante que te vi, nossa lua de mel está para chegar, e aquele suspiro passa por nós…

A eternidade me fez esperar por você, e, sem dúvidas, é com você que vou ficar. Meu amor, onde você está? Estou morrendo de saudades. Eu quero acordar ao seu lado e beijar você na cama, como se não houvesse o amanhã. Quero te devorar nas auroras das núpcias dançantes, a alegria do amor, que, como o sangue, corre, vibra e vive.
Sacudiremos o mundo com nosso amor, eu e você, para sempre. Projetar a luz nas profundezas do coração humano: eis a vocação do artista.

O olhar frio e a alma indiferente. As almas famintas partem famintas. Compreender é educar o espectador, induzi-lo a compartilhar o ponto de vista do artista. Essa arte, que não encerra em si nenhum potencial de futuro, que é tão só o produto do tempo presente e jamais engendrará o amanhã, é uma arte castrada. Vale pouco tempo, e, privada de sua razão de ser, move, assim que muda a atmosfera que a criou. É o próprio movimento do conhecimento.

Seja qual for a forma que adote, conserva o mesmo sentido profundo e a mesma finalidade.

Os sinais de cada estação de rádio estão todos no mesmo espaço, mas são superados por características como frequência, fase ou amplitude. Cada característica é uma nova “dimensão” de existência de um padrão vibratório. Cada sinal requer um circuito específico de sintonia. Os sentidos humanos funcionam dentro de faixas limitadas de vibração.

Imagem de uma mulher cheirando um frasquinho de óleo essencial
Anete Lusina de Pexels/ Canva

Minha imperfeição é a voz da vez, uma música: “Um passo à frente” (Mário Veloro); “Viagem” (Vanessa da Mata).

Teoricamente, você poderia acrescentar um número infinito de estações de rádio, e todas elas ocupariam o mesmo “espaço”. Ao aumentar a capacidade de sintonia de seu rádio, você estaria aumentando sua faixa dinâmica de recepção, de modo a incluir mais “estações”.

Observe como os sinais de transmissão do rádio simplesmente se amontoam no “espaço”.

Uma característica do hiperespaço é a capacidade de conter mais do que uma coisa no mesmo espaço. Portanto, o “espaço” da transmissão de rádio é um hiperespaço?
“Um pulo único, enorme e espetacular! Alguns dariam esse pulo espetacular de criação” – EMF
A noção de que as dimensões representam “camadas” é particularmente uma noção linear. Considere, por exemplo, um espaço no qual você seja capaz de sintonizar diferentes estações de rádio.

Cada transmissão encontra-se dentro do mesmo “espaço”. Ao mover o dial da rádio, você pode escolher uma estação diferente. Acrescente mais estações, e os seus sinais simplesmente são acrescentados ao espaço existente.

Canalize sua própria paixão no sentir, não no querer. E, quando o oceano varrer a praia, nada restará. Apenas o essencial… Eterno e invisível.

Estão sentindo que estão com você, aqui no chão, bem a nossa cara, como tinha que ser… Você estava em dois lugares ao mesmo tempo. Mas como isso é possível? Em um nível elementar, as dimensões de tempo e espaço não se aplicam, são apenas modos em que pensamos, e não condições em que vivemos.

Fragmentação do contínuo ser, sentindo o amor-próprio no próximo, no desconhecido, nos acasos, de eterno amor do mundo como criação de nós mesmos, cada passo tão programado, assim como os elementos se movimentam no mundo.

Eu sou apenas um humilde barqueiro, mas, para saber quem se é realmente, é preciso se desindentificar de todas as formas e ir além do disfarce. Tudo é uma recorrência de infinitas variações. Todo sonho quer acordar… Mas economize a sua energia em um ideal e estará apenas criando um lindo castelo de areia para se abrigar.

Eram sempre animadas e bem-humoradas, regadas a risos, nossas reuniões e conversas de orientação-humor, não lhe faltavam aliados, uma sutilíssima ironia. Realizava a prova da fusão alquímica da bondade com a ironia. Conseguia ser boa, limpidamente bondosa e honesta, sem ser ingênua.

Mesmo ciente da agudeza de sua retina mental, casada com a extrema competência no manuseio de uma câmera, os experimentos se orientavam por uma bússola semiótica suficientemente forte para evitar a deriva, mas, ao mesmo tempo, suficientemente ágil para não asfixiar a liberdade.

Entre sorrisos, quando nem sequer suspeitávamos de que a vida podia ser menos branda e mais cruel do que supúnhamos, seu savoir-faire na manipulação de meios e multimeios era, a um só tempo e surpreendentemente, incisivo e suave. Simples, verdadeiro, desobstruído.

Equilíbrio perfeito entre a compenetração, a concentração, a extrojeção e a expressão; mas o fazer não lhe bastava: queria também compreender. Fazer movido pela pulsão do saber.

E me fez lembrar o que tinha causado tudo, e lembrei que foram as centenas de amores que passaram por mim, a que me doei e de que nunca recebi, que sugaram todo o meu amor, sem nenhum olhar verdadeiro. Até que apareceu você.

E você me fez perceber que eu um dia adoeci por nunca amar. E o seu amor me curou. O seu olhar. Agora pergunto: se deuses podem amar, como humanos amam? Será por isso que me dói tanto e não recebi?

Imagem de várias cores em um fundo preto
Distribuição / Coletivo Grafitti / Eu Sem Fronteiras

Tu terás de ser um deus também, e me amar ou me matar. Só tu… meu amor…
Hoje foi um dia doloroso, de compreensão de quem realmente somos o masculino e o feminino: somos duas metades de um só; e, finalmente, em equilíbrio. Sem mais nem menos, apenas duas linhas paralelas.

E isso em relação a você também, meu amor. Somos duas linhas paralelas que caminham incansavelmente na esperança de um dia se cruzar, se já não nos cruzamos, e estamos rodando nesse nosso infinito de amor que jamais cessará.

Hoje foi um dia de glória, também, em que descobri que fui curada, curada por Ísis, a deusa do Egito. A deusa que habita em mim, a deusa que habita em você.
Esse amor que é você, esse amor que somos nós. Poderemos voar por onde for, e sempre seremos nós. O nosso amor perante o mundo, o sorriso que vem de nós ao mundo. Acredite na liberdade e no amor. Só seremos livres com o amor, só amaremos com liberdade.

Liberdade de sermos quem somos nesse mundo, sem máscaras. Liberdade de viver, liberdade de confiar, liberdade de viver verdadeiramente o amor que seremos sempre nós. Nunca há de acabar o que existe entre nós.

Amor que está escrito nas estrelas, e que nenhuma carne o faça hesitar. Para sempre saberemos amar — eu e você: eternidade.

Chegou então o momento de enxergar tudo o que estava debaixo da teia, mascarado, a realidades que vivi, e então não pensava ser como hoje o que veio a ser um dia. Talvez para mim, e não para você. Lugares aonde só nossos olhos vão (e enxergam).

Até o ponto ao qual alguém, um dia olhar; e esse ponto comum é que faz as afinidades se entrelaçarem em uma empatia carinhosa, onde nem todos os olhos alcançam.
Olhos que desvendam uma alma, alma que voa no universo dos saberes e dos não saberes. Onde nenhum dos olhos alcança, existem, e não existem sós, seres e saberes distantes.

Vivemos a saber, instigados a saber o que não se sabe. O que tem atrás daquela montanha, além do horizonte? O que se sabe além de nós? Ousaríamos dizer, se soubéssemos? Eles sabem?

Sei o que sei, e isso motiva a saber mais, porque sei que tudo isso me alimenta, como o sol ou o mar. E sei que tem valor, perante todos sedentos de saber, coisas que eu sei e coisas que você sabe.

Como o amor nos alimenta, alimenta a alma. Sei que sou uma águia livre a voar, e minhas asas se abrem e derramam amor.

Kali, destruidora da maldade de fora e de dentro, ceifa vidas, morte sem sofrimento, solução para o caos, com seus lábios de hera.
Força feminina, guerreira, arrasadora dos maus. Meu lado escuro sem sombra. Esteja comigo na hora de minha morte.

Oração de Yute

Vem, meu coração, aquecido por uma coberta
vem, meu coração, escondido na escuridão
E descansado até agora
uma semente de alegria e luz já plantada.
Nesse tempo, germinar e expandir
Mil cores na próxima primavera
Agradeço a semente em meu nome
Agradeço a oportunidade de entrar em mim
Ver meus sonhos no escuro
Sentir o vento gelado
Meu rosto vivo;

Aviso

Ouve, mulher que sangra
Esse sangue é essencial
É ser fêmea
Ser sagrada, natural
De você este sangue escorre de dentro
Tenha orgulho dele
Receba-o com emanação
Não o impeça de chegar a cada mês
Completar o ciclo
Porque é você;
Ouve, mulher
você sangra
A mãe te deu este poder.
A avó te ensina certo, não se perca
Ouve, antes que seja tarde
Sangue não deve ser lágrima
Seja quem você é
Tenho medo por você, mulher que sangra e não quer sangrar
Pena, preocupação, irmã minha
Não corte esse vínculo com tuas ancestrais.
Com a grande mãe
Ouve! É só o que posso te dizer
Sente! É o que deve fazer
E o medo não virá, a dor também não.
A natureza calma o que dá
Como você vai dizer? Não dizia
Agora já sabe.

Ostara

Deusa da luz branca
E flores coloridas
o grito da lebre já se ouviu
Tua presença já é certa
O calor e a fertilidade
Bom humor e felicidade
Este é teu espírito
Habitante de toda natureza
Um toque que fará crescer meu momento
As deusas não vêm por acaso.

Imagem de um altar de Ostara
ninniane de Flickr

Nos braços da mãe, a gente sente o que há de realmente belo neste mundo. As coisas são feitas porque têm que existir. Cada som é feito para que novas emoções possamos sentir.
E a cada desabrochar das sensações, um novo amor, um novo coração, para que UNA possa sempre existir.

Os sons dos anjos, cada suspiro nos faz sentir enquanto a luz da luz faz o luar.
O princípio da loucura vem da ausência da realidade, mas nós, expostos à nossa insanidade, revelada, sim, como real e viva, tira a culpa da loucura e nos joga no abismo.

Quando não há desculpa ou explicação propriamente dita, estamos fadados ao descaso do que vivemos e acreditamos até hoje. É imoral ter de viver sobre as perspectivas que nos são impostas e aceitar o véu como se fosse nosso.

O momento é agora de emergir quem realmente somos em nosso potencial infinito.
Eu acho que não cabe a ninguém desprezar o próximo. Ao escutar Lorengrin, as cores apresentavam-se a seus olhos.

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Ele as via. Assim como nossas emoções, o amor, ao observar uma pessoa que amamos, nosso coração se transforma em dourado, nosso cardíaco expande energia de luz nutridora e de apoio, a ponto de sentirmos o que chamamos de amor, a plenitude do coração.

E amor que independe de um outro ser em nossas vidas, do modo que somos capazes de criar, a partir do zero, um sentimento que transforma, um sentimento que somos nós, que gera filho, que é transcendental, mulher.

Sobre o autor

Bruna Mac The Wall

Graduada em Hotelaria e Turismo pela Anhembi Morumbi, especializada em Lazer e Bem- Estar, Pós Graduada em Naturopatia pela Humaniversidade, com cursos de extensão em Terapias Vibracionais Bioenergéticas EMF e Sound Healing.

O autoconhecimento pela troca de energia no trabalho com outro ser humano, de fato faz nossa sabedoria expandir, a medida que nos colocamos como observadores quânticos onde a resposta para tudo está em todas as coisas ao nosso redor.

A proposta de escrever e expandir é uma forma de tornar aspirações e experiências disponíveis a outros seres humanos que estão dispostos a compartilhar também a medida que estão abertos a novos insights e conhecimento, possibilitando essa troca.

Atuo com atendimentos individuais com massoterapia ( Shiatsu, Thai Massagem , Ayurvedica, Thiyur, Detox ) , acupuntura ( com e sem agulhas) , consultas Florais e Fitoterápicas, sessões individuais e coletivas de Sound Healing, Bioenergética, Yoga, Meditação, eventos de Bem - Estar em espaços e empresas, Retiros Detox Zen.

Atuo também com consultoria de Spas e Resorts , Social Mídia, Foto/ Vídeo/ DJ.

Linha de Produtos Naturais Orgânicos, Saboaria e Cosmética Natural.

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