Saúde Integral

Como viver bem, segundo a ciência

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Escrito por Eu Sem Fronteiras

Alimentar-se bem, praticar exercícios físicos, ir ao médico, entre outros cuidados, todos já sabem que faz bem para a saúde e para uma boa qualidade de vida. Mas, além disso, o que mais a ciência pode nos mostrar que ajuda a viver bem? Confira abaixo algumas descobertas da ciência que podem nos ajudar.

Música relaxa e ajuda a concentrar

A musicoterapia tem mostrado que ouvir música é uma ótima forma de combater o estresse. Ela pode ajudar a relaxar e a entrar em estados de consciência comparados àqueles alcançados pela meditação. Além disso, a música também ajuda a se concentrar melhor. De acordo com um estudo do Instituto de Psicologia da USP, crianças hiperativas conseguiram aumentar a concentração ouvindo música. E não eram músicas calmas ou clássicas, mas bandas de rock.

Ter fé

Pesquisas científicas mostram que entre pessoas religiosas aparecem menos casos de depressão, de ansiedade e até mesmo de suicídios. Um estudo da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, também mostrou como pessoas religiosas conseguiram melhorar o funcionamento do sistema imunológico delas. Independentemente da crença, uma atitude mental positiva afeta o funcionamento do corpo físico para melhor. Se essa atitude mental positiva precisa de uma religião por trás para existir, isso depende das escolhas de cada pessoa.

Andar a pé

Andar pode deixá-lo mais inteligente. De acordo com um estudo publicado na revista científica americana Trends in Neurosciences, caminhar melhora a resistência cerebral e consequentemente o desempenho para leitura e aprendizado. A prática também aumenta a plasticidade do cérebro, o que está ligado à capacidade de se adaptar a novas situações e aprender novas habilidades.

Desligar a TV

Assistir à TV em excesso é um dos fatores mais prejudiciais à sua saúde. De acordo com um estudo da Universidade de Rutgers, nos Estados Unidos, quem assiste muito à TV pode ter as funções cognitivas do cérebro alteradas, além de terem uma grande inclinação para problemas nas articulações e nas costas.


Escrito por Ricardo Sturk da Equipe Eu Sem Fronteiras

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