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Comunicação não-violenta: uma solução eficaz

Mão infantil entregando Margarida para outra mão.
Eu Sem Fronteiras
Escrito por Eu Sem Fronteiras

Alguma vez você já ouviu falar de comunicação não-violenta? A forma como nos comunicamos é muito importante para nós e para outras pessoas. Por isso, antes de falarmos, devemos sempre pensar na forma ideal de colocar nossas ideias na mesa.

As redes sociais e a mídia são os canais mais comuns para presenciar diversos tipos de comunicação. Se você usa muito a internet e assiste televisão, entende bem do que estamos falando.

Mãe e filha olhando uma para a outra e sorrindo.

A verdade é que, na hora de entrar em discussões nas redes, é preciso ter cautela a respeito da forma como será expressada a sua opinião. Da mesma maneira, os grandes canais de TV precisam tomar cuidado para não agredir ou traumatizar as pessoas quando comunicam algo.

Se todos agissem dessa maneira, seria bom para todo mundo, mas não é bem assim que as coisas acontecem. Na internet vemos cada vez mais ataques entre uns e outros, principalmente quando o assunto é política e crenças pessoais.

Na TV, muitos artistas e apresentadores erram no momento de fazer a comunicação. Isso é algo que precisa de atenção, uma vez que muitas pessoas captam diretamente as mensagens de artistas e as opiniões alheias na internet.

O impacto da comunicação violenta

A comunicação que é cheia de ódio, rancor, negativismo, entre outras coisas ruins, é capaz de muita coisa. Somos influenciados por aquilo que falamos e pelo que nos é falado em redes e na televisão. Por isso é preciso ter a consciência de que se comunicar com empatia é o melhor caminho para todos.

O uso da comunicação violenta acontece quase sempre de forma inconsciente. Mal sabe grande parte das pessoas, porém, que esse tipo de comunicação pode afetar profundamente o psicológico de quem a recebe. Afinal, se tudo o que escutamos é processado e armazenado no inconsciente, ouvir um comentário simples como: “Eu acho que você é muito preguiçoso” pode fazer muito mal.

Homem e mulher sentados de costas.

Se tivermos empatia ao nos comunicarmos e se direcionarmos nossa fala às pessoas com amor e compreensão, estaremos ajudando o outro e a nós mesmos. Todavia, se não praticamos a comunicação não-violenta e falarmos algo que vai machucar, estaremos atrapalhando o outro e nós mesmos.

O lado espiritual tanto de quem se comunica com violência e de quem recebe a comunicação também é afetado. Quem mais sofre é aquele que fala, pois quem escuta tem a opção de ignorar; o problema é que nem sempre ignora. Por isso é importante lembrar que o nosso campo energético recebe tudo aquilo que pensamos, sentimos e, principalmente, falamos.

Logo, se você se comunica de forma violenta, com a presença de gírias agressivas e xingamentos, busque ter mais cuidado! Acredite se quiser: você nunca sabe o que essas palavras podem trazer para a sua vida, mas coisas boas é que não serão.

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O que é e como praticar a comunicação não-violenta?

Sempre existe uma forma de colocar uma ideia na mesa sem que ninguém saia abalado. Essa forma se chama comunicação não-violenta. Por meio dela, as conversas se tornam saudáveis, cheias de amor e superinteressantes.

Reunir-se com pessoas e colocar seus conceitos na conversa pode ser muito mais interessante se houver respeito, paciência e aceitação. Esses componentes são os que fazem a comunicação não-violenta existir. No fim, todo mundo sai feliz por ter se expressado e por não ter sido julgado.

Mãe e filha segurando um buquê de flores.

Por outro lado, se a mesma situação acontece e nela há desrespeito, julgamento e impaciência, nada de bom será absorvido por todos. Por isso é que pensar no que vai falar é importante não só para o outro, mas também para você mesmo.

Praticando a comunicação não-violenta

O desenvolvimento de uma comunicação não-violenta requer algumas exigências simples. Observar e sentir são dois pilares iniciais dessa comunicação. Saber observar o que está sendo dito e enxergar o sentimento que está sendo desencadeado por meio das palavras é essencial. A observação deve acontecer sem julgamentos e o sentimento que surge deve ser detectado.

Em seguida, outros dois aspectos vão complementar a conversa não-violenta. Eles são a necessidade e o pedido! A necessidade diz respeito ao que tal pessoa está tentando lhe dizer, de acordo com suas palavras e os sentimentos que ela transmite. Ou seja, você precisa entender o que sente e também o que o outro está sentindo!

Par de mãos segurando a outra.

Em seguida vem o pedido, que precisa estar claro. Por meio da clareza é muito mais simples resolver qualquer problema. Sempre que precisar falar algo, portanto, antes:

Observe sobre o que deseja dizer;
Os sentimentos que você deseja passar;
A necessidade pela qual isso está sendo dito;
E o pedido que está sendo realizado.

Da mesma maneira, analise tudo isso quando alguém lhe disser algo.

Adotar a comunicação não-violenta pode melhorar em 100% a sua relação no trabalho, na sua família, nos relacionamentos afetivos e amigáveis. Por meio da empatia que ela carrega, tudo fica mais fácil e o amor prevalece acima de tudo.

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