Preciso me ver fazendo as coisas.
Pra não me perder.
Do futuro, do agora.
O início, o meio e o fim.
Não quero que o tempo passe e eu me esqueça.
Que tipo de ímã eu sou agora.
Seu foco, seu ponto de atração.
Tem muitas chaves distintas.
Pra aquela mesma face!
Viver sem ver é o rasante.
A ventania que atordoa.
Pra uns é auspicioso.
Pra outros distante.
Não é alguém, é estou e estar.
Andando lado a lado.
Ver tudo no seu tempo.
Ver além, distinguir.
Se amar, avistar à frente.
Recordar o pousar.
Plainar no campo.
Sentimentos nunca imaginados viram contexto pro presente.
À procura de mais entendimento.
O motivo da mente tão forçada.
Não é desconhecido.
Harmonizar.
Equilibrar o amor.
Responsabilidade incondicional.
Pro broto verde,
Florescer.
Regando com cautela.
A dedicação, o zelo.
É tudo forma de amar.
De aprender sem estar fugindo.
O vento não leva quem está firme.
A terra é aliada.
É companheira íntima.
A poetisa de Deus.
Mostra os efeitos do equilíbrio no todo.
Ver algo imenso e incrível, e ver que é só o início.
Casa frase desse painel do Eu Sem Fronteiras.
Nasce uma folhagem nova.
Lembrando do infinito.
Indo em busca do Deus em mim.
Agora fica o dito pelo não dito.
Pra sabedoria ser gerida.
Precisa mergulhar mais fundo na água cristalina.
Abrir os olhos e saber contemplar.
Ao invés de sucumbir, sinta e agradeça.
A explosão de conhecimento.
Que chega do alto escalão Divino.
Um permeando o outro.
O todo e só um apenas.
Você também pode gostar
É humilde.
Ao menos o interpretar.
Ao menos a vontade.
O querer.
Pois dentro de você já está.
Tudo o que projetaste.
Diante da terra.
Ou de outro lugar qualquer.
Basta seguir o instinto.
Onde o amor puro levar.
Aquele caminhar dançante, doce e suave.
Que faz o olho brilhar.
