Autoconhecimento

Jornada do EU SOU: Quem define o seu valor?

Mulher olhando seu reflexo no espelho.
123RF/Shannon Fagan
Carolina Zambelo
Escrito por Carolina Zambelo

Último episódio:

Seja muito bem-vindo ao quarto e último episódio dessa série que tem como objetivo plantar uma sementinha no seu coração sobre questões que considero muito importantes, ligadas ao autoconhecimento. Quem é você?

Se você ainda não assistiu aos episódios, os links estarão no final deste artigo. Recomendo que vá até lá para ver, pois os assuntos dos vídeos são sequenciais e complementares e talvez faça mais sentido acompanhar na ordem.

O assunto de hoje é sobre autovalor. Quem define o seu real valor? Você sabe o quanto vale ou utiliza a régua das pessoas ao seu redor?

Frases que ouvia na infância como: “você é muito chorona”, “você é muito mandona”, “homem não chora”, “menina não grita” definem quem você é? Ou já se conhece o bastante para se desidentificar desses rótulos e crenças?

Assista ao vídeo abaixo, pois é exatamente sobre isso que vamos falar hoje. Talvez você nem tenha noção do seu valor real, e é hora de levantarmos algumas questões sobre isso. Então, vem comigo.

Exercício para o autoconhecimento:

Cada artigo trouxe alguns exercícios relacionados ao tema do vídeo para guiar você nessa caminhada. Vamos aos de hoje?

Antes de iniciar, recomendo que se prepare, para ter o melhor aproveitamento da prática. Escolha um local tranquilo e de preferência em um momento que não seja interrompido. Esse é um momento seu, aproveite-o da melhor forma possível.

Minha dica para iniciar esse processo é fazer uma respiração nasal profunda por três vezes: inspire pelo nariz profundamente contando até 4, segure a respiração por 4 segundos e solte, também pelo nariz, contando mais 4. Esvazie sua mente, preste atenção somente na respiração. Sinta o ar entrando pelas narinas e depois saindo. Isso vai trazer você para o momento presente e facilitar o desenvolvimento do exercício.

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Ao ler cada pergunta, tente não racionalizar a resposta, ou seja, tente não responder com a razão, com a mente. Dê preferência ao sentir. Deixe vir os sentimentos e apenas os observe, e então vá desenvolvendo sua resposta.

Vamos lá?

1 – Você sabe o que significa autovalor? Em uma escala de 0 a 10 (onde zero é o nível mínimo e 10 o máximo), quanto acha que você vale?

2 – Escreva aqui por que se deu essa nota e o que sente ao olhar para esse número.

3 – Faça uma lista com seus pontos negativos e positivos.

4 – Fazendo uma comparação entre os itens da lista que acabou de fazer, como se sente? Acha que tudo que está descrito é real? Você numerou esses pontos a partir da sua perspectiva ou se baseou no que falam sobre você?

5 – O que as outras pessoas pensam e falam sobre você exerce algum tipo de influência sobre quem você acredita ser? Como se sente?

Mulher sentada em uma mesa, lendo notas em um caderno enquanto toma café.
Foto de cottonbro no Pexels

Depois que terminar, dê uma volta, tome um café ou algo que goste e releia suas respostas (esse espaço deve ter mais ou menos 1 hora) e veja como se sente diante do que externou. Perceba suas emoções (surpresa, raiva, alegria, tristeza, satisfação), observe seu corpo (se está expandido, peito aberto, relaxado ou se os músculos estão contraídos, maxilar travado, coração acelerado). Tudo isso faz parte desse processo, e aos poucos ficam mais nítidas essas percepções. Se desejar, anote tudo também.

Se tiver alguma dúvida sobre os exercícios, sobre o próprio processo ou se quiser apenas desabafar e trocar experiências, deixe sua mensagem aqui embaixo ou me procure no Instagram: @carolinazambelo.

Espero que tenha gostado. Foi um prazer estarmos juntos neste pequeno processo! Que possamos dividir muitas outras experiências e partilhar nosso caminhar.

Fique bem.

Aho

Namastê

Seguimos!

Sobre o autor

Carolina Zambelo

Carolina Zambelo

Uma eterna buscadora de mim mesma!

Atuando como facilitadora da jornada de autoconhecimento, thetahealer, escritora e jornalista.

Cursos e vivências: thetahealing, inteligência emocional, escrita curativa, círculo de mulheres, sagrado feminino, cura por meio da dança, desenvolvimento por meio da criatividade.

Papéis desempenhados e características: aquariana, mãe do Dudu e Didu (filhos de quatro patas), tia da Bella e do Matheus, otimista por vocação, muita fé em Deus e na vida e sempre em busca da minha melhor versão.

Desde pequena sou ligada aos assuntos que envolvem esse mundo “oculto”, sempre acreditei em forças superiores, e que a vida é algo muito além do que nossos olhos são capazes de enxergar, pelo menos os olhos físicos.

Como um ser que ainda não se iluminou, coleciono tropeços, lágrimas, recomeços, mas também acertos lindos, sorrisos e muito amor!

Meu desejo é que meus conhecimentos humanos, espirituais e profissionais possam levar muita coisa boa para o maior número de pessoas possível e transformar vidas. Inclusive foi por esse motivo que ainda criança decidi ser jornalista. Sempre acreditei que a informação revoluciona e é capaz de mudar o mundo.

Que essa missão perpetue e que seja incrivelmente linda para todos nós.

Gratidão. Aho. Namastê!

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