Meditação

Minha experiência com a meditação

Mulher meditando
JD Mason/Unplash
Andrea Pavlo
Escrito por Andrea Pavlo

Em 1998 fui diagnosticada com Síndrome do Pânico. Parece até que o nome já mudou, mas na época era esse. Eu tinha crises de falta de ar, sudorese, tremores e um medo insuportável de estar morrendo. A primeira crise veio em forma de “estou tendo um AVC” e depois disso só ladeira abaixo. Depois de algum tempo resistindo à ideia de que eu estava doente – na época não tínhamos tanto acesso à informação como hoje – decidi ir a um psiquiatra. Ele me receitou remédios e, como já era meio alternativo, me passou exercícios de relaxamento e meditação guiada. Eu fazia os exercícios, em forma de CD, todos os dias. Me trancava no quarto e me acalmava, com uma música suave. Até hoje eu tenho a sensação daqueles dias.

Aquilo me ajudou muito, mas a doença foi traiçoeira. As coisas pioraram, as crises voltaram e eu comecei a achar que a meditação era besteira, não funcionava. Abandonei tudo e passei mais de dez anos tratando das crises, fazendo um monte de coisas para melhorar. E consegui, estou já há dez anos sem crises.

Mas com a pandemia e um monte de circunstância pessoais, elas deram as caras de novo. Infinitamente mais leves, e acontecendo com alguém muito mais madura e que sabia o que estava acontecendo. Eu já estava fazendo meditação há dois anos, mas acho que acabei entrando num módulo protocolar. Fazia, porque era para fazer, mas não realmente aproveitava. Então, mudei a maneira de meditar, justamente para controlar esse início de crises decorrente da quarentena e pandemia.

Mulher meditando na cama
Andrea Piacquadio/Pexels

Comecei a levar a sério. Estudei alguns sites de confiança, li textos e livros e percebi que vinha fazendo as coisas sem tanta consciência. Quando eu vi os reais benefícios e como aquilo me ajudaria como um todo, comecei e levar mais a sério. Entrei em um curso online e estou usando um app de meditação e, sim, os benefícios são reais.

O primeiro e mais difundido é que diminui o estresse; melhora o foco e a concentração em ambientes turbulentos; melhora a imunidade (bem importante em tempos de coronavírus); melhora os sintomas de depressão; ajuda na qualidade do sono; melhora a cognição e memória; promove bem estar psicológico e emoções positivas e mais uma série de estudos que ainda estão em andamento. Além disso, melhora a nossa vibração, eleva o nosso padrão vibratório, o que nos afasta de energias perniciosas espirituais.

E não, não precisa ser só aquela meditação sentado em posição de lótus, ficando quieto. Hoje existem técnicas as mais diferenciadas, e você pode escolher a que mais tem a ver com você, desde a meditação guiada, mindfullness, yoga, mantras, meditação ativa e muito mais.

Você também pode gostar

Ou seja, um presente de Deus nas nossas vidas. Uma maneira de nos manter calmos e centrados, e sim, melhorar a nossa produtividade. Primeiro, precisamos cuidar e dominar a nossa mente, depois o resto. Não é alegria, ou felicidade ou qualquer coisa boa numa mente turbulenta e cheia de medos e frustrações. Tente, uma semana, 7 dias e perceba o que ela pode fazer por você. Só sei que as crises, aquelas iniciais na pandemia, desapareceram e muitos outros sintomas ansiosos também.

Sobre o autor

Andrea Pavlo

Andrea Pavlo

Psicoterapeuta holística, taróloga e numeróloga, comecei minhas explorações sobre espiritualidade e autoconhecimento aos 11 anos. Estudei psicologia, publicidade, artes, coaching e outros assuntos de várias outras áreas que passam pelo desenvolvimento humano, usando várias técnicas para ajudar as mulheres a se amarem e alcançarem uma vida de deusa. Mãe da Nina, de quatro patas, gosto de viajar, ler e sempre continuar estudando.

E-mail: [email protected]