Saúde Integral

Correr transforma o seu cérebro

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Escrito por Eu Sem Fronteiras

Acorrida é um dos esportes que mais vem atraindo adeptos no mundo todo. Seja ela feita na academia ou em parques ao ar livre, realizada sozinha ou em grupo. Podemos dizer ainda, que quando praticada na rua, ela é capaz de movimentar um mercado bilionário, já que todos os anos, são realizadas diversas provas pagas.

Para iniciar os treinos, não existe uma idade mínima. O importante é sempre respeitar os seus limites, e é claro, procurar a orientação de ortopedistas e de médicos da área da saúde. Não existe também, uma faixa etária máxima para esse tipo de atividade, mas é claro, que os indivíduos devem ser autorizados e orientados por profissionais de saúde, e sempre realizar periodicamente os seus exames.

Além de ajudar na redução do peso, ou seja da gordura corporal, a corrida ainda reduz os níveis de pressão no sangue, melhora a tensão e a ansiedade, ajuda na diminuição de chances de acontecer osteoporose, na evolução da qualidade do sono, auxilia na melhoria da força dos membros inferiores, diminui os níveis de colesterol e melhora a capacidade pulmonar e cardiovascular.

Para que haja uma perda significativa da gordura corporal é necessário aliar o treinamento ao tipo de alimentação de cada pessoa. Manter uma alimentação balanceada é importante. O ideal é que na semana, sejam feitas de duas a três corridas, intercaladas com sessões voltadas para o fortalecimento dos músculos.

Por isso, a corrida é o exercício ideal para quem está afim de exercitar mais o cérebro, sem ter que ler pilhas e pilhas de livros.

Segundo um estudo, realizado por pesquisadores da Finlândia, a corrida ajuda a aumentar a quantidade de células do cérebro. Os cientistas dividiram três grupos de ratos, onde a primeira equipe corria, a outra realizava um tipo de crossfit de grande intensidade e o outro fazia o levantamento de peso.

A conclusão a que eles chegaram, foi que nas equipes dois e três não ocorreu nenhum tipo de alteração significativa nas células cerebrais, enquanto na primeira equipe houve uma grande multiplicação dessas células.


Texto escrito por Flávia Faria Santos da Equipe Eu Sem Fronteiras

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