Saúde da Mulher TPM (Tensão Pré-Menstrual) Universo Feminino

Cuidado com os seus hormônios ou respeite seus ciclos

Vivemos em uma sociedade extremamente machista. Ser mulher nesse tipo de estrutura social ainda é um imenso desafio. E percebo ainda muito isso quando se trata dos nossos hormônios e da nossa natural oscilação de humor.

O nosso mau humor, por mais que seja justificado, muitas vezes é tido como uma brincadeira. Estar naqueles dias vira um tipo de xingamento ou humilhação. Assim, aprendemos a não aceitar o nosso corpo e a não entender a nossa inconstância como mulher.

Vejo muitos relacionamentos acabarem por causa da TPM, por exemplo. E não é que o relacionamento fosse um mar de rosas, possivelmente não era, mas a decisão vem no momento em que os hormônios estão falando mais alto do que a própria pessoa.

Só que a questão é que está tudo bem, é assim mesmo. Na realidade, a TPM só coloca para fora aqueles bichos que a gente não consegue colocar no dia a dia. É normal ser mulher. É normal ser inconstante.

Absorvente com glitter vermelho para representar a menstruação
JulyProkopiv / Getty Images Pro / Canva

A questão é: você sabe quando está agindo por hormônios ou quando está agindo pela sua própria decisão? Negamos tanto a nossa natureza feminina que não conseguimos nem mesmo admitir que nem sempre estamos no controle das nossas emoções. É, repito, tudo bem, eu sonho com o dia em que uma mulher terá o direito de se isolar no dia da sua menstruação. Pelo menos aquele primeiro dia, de cólicas, de sentimentos à flor da pele. Isso tudo faz parte de uma tentativa de negarmos o nosso feminino para agirmos como os homens, principalmente na questão profissional.

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Precisamos aprender a ser mulheres. Respeitar os nossos ciclos, respeitar as nossas emoções, e principalmente respeitar a nossa maneira de trabalhar e de ganhar o nosso dinheiro. Não é repetindo a energia masculina, de excesso de trabalho, de hiperfoco que vamos conseguir isso.

Ainda existe uma grande discussão pela frente, e ainda temos muito que aprender nesse ponto. Mas começar a respeitar os nossos ciclos é um excelente começo.

Sobre o autor

Andrea Pavlo

Meu nome é Andrea Pavlo. E poder apresentar esse nome assim, parece fácil, mas não foi. Esse nome é fruto de muito autoconhecimento e autoanálise.

Fruto de duas faculdades e mais de mil horas de cursos, mentorias, vivencias e aprendizados. Fruto de muitos risos, muitas dores e muitos resultados. Sou uma espiritualista que aprendeu a servir. Servir ao outro com seus aprendizados. Apoiar mulheres a passarem por suas próprias dores.

Filha de pais narcisistas, passei a vida tentando entender a cabeça deles. Isso me ajudou a me apaixonar pela psicologia e por todas as ciências afins.

Filha de Iansã, devota de Santa Sara e neta da Dona Arlinda, trouxe uma
mediunidade temperada com clarividência, sonhos premonitórios e um dom de ler o inconsciente coletivo e pessoal. Dom que eu uso justamente para servir.

Apaixonada pela beleza da arte, da decoração e da moda, adoro transitar nesses pequenos grandes universos cheios de simbologias. Amante dos ensinamentos de Carl G Jung e seu entendimento do mundo, dos arquétipos milenares do tarot e por todas as formas de mistérios ocultos e especiais que considero o tempero especial da realidade.

Tentando manter os pés sempre no chão, o peso equilibrado e o humor em dia, esses são meus desafios eternos. Desafios que eu encaro com força e muita criatividade, além de uma xícara de café quente e um pão de queijo saindo do forno.

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