Saúde Integral

Glândula Pineal, o poder oculto do ser humano

Girl meditating outside with her legs crossed
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Escrito por Eu Sem Fronteiras

Uma glândula que exerce forte influência na espiritualidade? Não está acreditando? Então, leia esse conteúdo exclusivo e saiba o que é a glândula pineal, por que ela é considerada o “terceiro olho” e como você pode ativá-la.

O que faz a glândula pineal?

O nome pineal vem da palavra grega pineallis, que quer dizer “em forma de pinha”. Ela é do tamanho de uma ervilha, está localizada próxima ao centro do cérebro, na altura dos olhos e produz a melatonina, hormônio que regula o relógio biológico, o sono, a digestão e ajuda a evitar cefaleias, depressão e até o Mal de Alzheimer.

A glândula pineal ou epífise era considerada algo sem importância, porém, estudos indicam que a alta produção de melatonina em crianças retarda a puberdade, o que evita tumores nessa glândula, costumeiramente relacionados ao desenvolvimento sexual precoce.

Glândula pineal, a sede da alma

Para o filósofo e matemático Renê Descartes, “existiria no cérebro uma glândula que seria o local onde a alma se fixaria mais intensamente”. A associação entre a glândula pineal e a espiritualidade também está no yoga. Para a milenar técnica de meditação indiana, a glândula é tida como o “terceiro olho”, traz autoconhecimento aos praticantes e permite a viagem para outras dimensões, a chamada viagem ou projeção astral. Outra citação dessa ligação está na obra espírita “Missionários da Luz”, livro espírita psicografado por Chico Xavier.

Querem destruir a glândula pineal

Na década de 90, a cientista Jennifer Luke investigou os efeitos do fluoreto de sódio sobre a glândula. Ela descobriu que a glândula pineal é a parte do corpo que mais absorve a substância presente nos refrigerantes à base de cola, pasta de dentes, antissépticos bucais e na água potável.

O fluoreto começou a ser acrescentado na água nos anos 30 pela Organização Mundial da Saúde (OMS), para prevenir cáries. Entretanto, existem estudos que contestam a eficácia da substância. A Cochrane, ONG presente em mais de 130 países, formada por médicos e pesquisadores, considera que não há evidências que comprovem a fluoretação como um método adequado para diminuir as cáries.

Além disso, a substância ainda altera a química cerebral, segundo pesquisa da Harvard School of Public Health e da Icahn School of Medicine at Mount Sinai. Os pesquisadores concluíram que o flúor se liga ao chumbo e ao mercúrio, podendo reduzir o QI (quoeficiente de inteligência) e também comprometer o desenvolvimento cerebral dos fetos. Países como Canadá, Finlândia e os Estados Unidos estão diminuindo esse procedimento, mas devido ao aumento de casos de Alzheimer.

A Organização Mundial de Saúde esclarece que o recomendado é ter uma parte de flúor por milhão de água. Um destilador de água é capaz de remover ou diminuir o excesso de flúor, mas o manjericão santo também cumpre bem a tarefa, afirma a Universidade de Rajasthan, na Índia. Pesquisadores da instituição colocaram 75 gramas da planta em 100 ml de água com 7 partes de flúor, e após 8 horas viram que os níveis da substância caíram drasticamente.

Como ativar a glândula pineal?

Ativando o “terceiro olho”, você alcança autoconhecimento e sente a euforia divina. Para Sérgio Felipe de Oliveira, especialista no assunto, a glândula pode ser estimulada por mantras. Mas, nós ensinamos outra forma de estimular a glândula pineal:

1. Pegue uma vela branca, roxa ou dourada (cores que remetem à espiritualidade). Coloque sobre uma mesa à distância de 1 metro de você, abaixo do nível dos olhos.

2. Olhe para a vela e feche os olhos após alguns minutos. Com os olhos fechados, a chama ganhará forma de um pequeno ponto de luz branca. Concentre-se nesse ponto de luz.

3. A luz poderá se mover para cima e mudar de cor. Quando ela sumir, abra os olhos e volte a olhar para a vela.

Faça o exercício três vezes.

Quer saber mais sobre a glândula pineal? Temos outro conteúdo preparado com todo o carinho para vocês: Glândula Pineal: o nosso terceiro olho.

Boa leitura!


Texto escrito por Sumaia de Santana Salgado da Equipe Eu Sem Fronteiras.

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