Arteterapia Saúde Integral

Um pedido de ajuda, eu não estou bem!

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Celso de Godoy Junior
Conforme os grandes conflitos sociais e recorrentes casos em que as pessoas estão perdendo uma das mais simples e eficientes formas de expressão pessoal, em conversar, se abrir e compartilhar informações um com o outro, vemos o quanto isso tem os distanciado de experiências afetivas e práticas de atenção, carinho e sensibilidade com a sua família, namorada (o), amigos, colegas de trabalho, entre outros.

Diante então, muitas das vezes só entendem que uma outra pessoa esteja precisando de ajuda, quando ela vem exclamar verbalmente determinado pedido.

Até quando conseguiremos viver assim, distantes do convívio pessoal e se tornando ainda mais insensíveis com a dor humana?

Com isso, o presente artigo, vem a salientar o quanto o corpo e as demais mudanças comportamentais podem estar expressando um apelo que o seu próximo esteja te enviando, te pedindo socorro!

Quantas pessoas não conseguem pedir ajuda e sofrem caladas, tendo atitudes agressivas e comportamentos de abandono com as suas práticas diárias, responsabilidades e prazer de viver e mesmo assim, muitos não os compreendem e ignoram esses sinais.

Exemplos:

  • Adolescentes que em determinados momentos, tem mudanças bruscas de comportamentos;
  • Não conseguem se concentrar;
  • Terem novas amizades de más companhias;
  • Usarem roupas e ter expressões de agressividade e estresse;
  • Namorada (o), esposa que não se envolve em diálogos e apoio com o seu parceiro (a);
  • Filhos que não dão atenção e não conseguem conversar com os seus pais, etc.

E ainda pior, há muitos casos em que intoxicam a pessoa de remédios ou em cansativa espera para consulta médica, porém em grande parte o problema causa pode ser emocional, faltando o contato físico, no modo de falar, corrigir um erro e ensiná-lo a vivenciar os seus momentos com mais calma, amor e alegria.

“O mundo em que vivemos é aquilo que fazemos dele. Se hoje é impiedoso, foi porque as nossas atitudes o tornaram assim. Se mudarmos a nós mesmos, podemos mudar o mundo e essa mudança começara por nossa linguagem e nossos métodos de comunicação”

– Arun Gandhi

Diante disso, busque compreender muito além dos sons das palavras, reconhecendo que algo não está bem com o outro, quando ele traz por diversas vezes movimentos impulsivos, de solidão e ações que contrariem os seus valores pessoais. E que através disso, possa lhe dar apoio, atenção para ouvir e não julgá-lo, ajudando-o gradativamente a se abrir, compartilhar e superar as suas dificuldades, resgatando o seu prazer de viver, dividindo experiências que favoreçam a sua alegria, felicidade e bondade em suas ações a si, ao outro e a sustentabilidade humana.

“Um clima de sonho se espalha no ar

Pessoas se olham com brilho no olhar

Se a gente é capaz de espalhar alegria

Se a gente é capaz de toda essa magia

Tenho certeza que a gente pode

Ter um jeito mais manso de ser e falar

Mais calma, mais tempo para gente se dar

Que seja para todos sem ter distinção

Um gesto, um sorriso, um abraço, o que for

O melhor presente é sempre o amor

Se a gente é capaz de espalhar alegria …

Que o Natal seja todo dia!”

– Roupa Nova

“Que prezemos muito mais pelo prazer do caminhar, do que pela chegada, conquista de um bem pessoal”

– Augusto Cury


Referências Bibliográficas

Cury, A. As regras de ouro dos casais saudáveis. São Paulo, Planeta, 2014.

Cury, A. Gestão de relacionamentos e conflitos. São Paulo, Menthes, 2015.

Rosenberg, M. B. Comunicação não violenta: técnicas para aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais. São Paulo: Agora, 2006.

Sobre o autor

Celso de Godoy Junior

Celso de Godoy Junior

Atua há mais de dez anos na área da educação e gestão de pessoas, é escritor, terapeuta, palestrante e gestor de treinamento de liderança pessoal e profissional. Possui mais de dois anos de experiência como professor de graduação de pedagogia, pós em arteterapia e psicopedagogia.

Paralelamente às suas inúmeras experiências sociais, em escolas, profissionalmente e demais conflitos humanos (falta de interesse nos estudos, nos trabalhos, desrespeito aos outros profissionais e desmotivações entre ambas as partes), realiza projetos com palestras educacionais em instituições do ensino básico, superior e empresarial. Enfatiza a suma necessidade do desenvolvimento de um novo olhar sensitivo à iniciativa e à resiliência individual, por meio do cultivo da empatia e da humanização recíproca. Orienta cada professor, estudante e colaboradores do meio corporativo à conscientização em suas ações, reações e obtenção de melhores resultados em suas experiências de vida.

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Ateliê terapêutico: em Bragança Paulista-SP