Espiritualidade

Yin-Yang: uma introdução à essência do Taoismo

Ilustração do símbolo do yin yang
Piotr Krześlak/123RF
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Escrito por Rafael Zenato

Dentro de todo yin existe um yang e vice-versa. Você provavelmente já ouviu algo parecido, não é mesmo? O conceito de yin-yang vem do taoismo e é muito difundido ao redor do mundo, mas poucas vezes ouvimos alguém nos explicar o que ele realmente significa.

Muitas pessoas, inclusive, pensam que yin-yang representa o bem e o mal. Na realidade o significado não é esse, pois não existe nada de maléfico nem no yin, nem no yang.

Yin-yang nada mais são do que dois tipos de energia, as duas qualidades presentes em tudo o que existe.

Neste artigo vou explicar mais a fundo o que cada um deles significa. A partir de agora veremos:

  • A origem do taoismo e do símbolo de yin-yang
  • Energia yin: o que ela representa
  • Energia yang: o que ela representa
  • 3 leis espirituais que se manifestam a partir de yin-yang
  • Tudo é perfeito como é: um aprofundamento na harmonia das duas energias
  • Continue acompanhando

A origem do taoismo e do símbolo de yin-yang

Origem do taoismo

Símbolo do Yin Yang em um mármore com detalhes em dourado ao redor
Gan Chaonan/123RF

O taoismo é uma tradição filosófica e religiosa que se originou na China. A palavra “tao”, que também pode ser pronunciada como “dao”, significa “o caminho”.

Em essência, o tao é o todo, a unidade, universo, vida ou o eterno. É o princípio por trás de tudo o que existe, a fonte, a origem da criação. Não seria exagero dizer que o tao é o divino, porém no taoismo não necessariamente existe a figura clara de uma divindade.

Em geral, os taoistas preferem dizer que o tao é indefinível. Cabe a cada pessoa descobrir a verdade sobre o tao.

“O Caminho que pode ser trilhado não é o tao eterno. / O nome não é o mesmo que aquilo que foi nomeado” – Primeiros versos do Tao Te Ching, principal livro do taoismo.

Assim como outras tradições filosóficas e religiosas, a filosofia taoista busca ajudar o ser humano a alcançar a perfeição, vencer suas limitações e dissolver suas ilusões; transcender o ego, o senso de eu; alcançar a unicidade com a fonte, com o tao.

Tao é o caminho e, ao mesmo tempo, o estado de unidade com o todo, um estado de profunda paz.

Dentro desse contexto surge o símbolo de yin-yang: duas metades que se unem na harmonia do tao por meio de uma dança contínua.

Origem do símbolo de yin-yang

Símbolo do yin yang em uma parede de pedras
Pawel Horazy/123RF

Uma lenda diz que existia um grande sábio na China antiga, por volta de 1.300 antes de Cristo, já muito velhinho. Durante toda sua vida e seu tempo de ensino, esse sábio nunca havia tido o interesse de registrar seus ensinamentos por escrito. Também nunca havia organizado um sistema filosófico ou religioso. Era alguém que vivia uma profunda sabedoria, porém livre de definições ou formas.

Seus discípulos insistiam para que ele deixasse algo registrado: um livro, um sistema, uma série de preceitos ou qualquer outra coisa que perpetuasse sua sabedoria. Com a idade avançada do mestre, os alunos temiam que seus ensinamentos se perdessem para sempre.

Depois de muita insistência por parte dos discípulos, o mestre rendeu-se à vontade deles. Com uma simplicidade desapegada, rabiscou um círculo metade preto, metade branco. Dentro da metade preta, um pequeno círculo branco e vice-versa.

O tao estava assim eternizado no símbolo de yin-yang: branco e preto, claro e escuro. Presença e ausência.

Mestres do taoismo

Zhou Dunyi

Ilustração do Taiji Tushuo
Reprodução/Wikipédia

Considerado o responsável por popularizar o símbolo de yin-yang, Zhou Dunyi foi um filósofo, cosmologista e escritor chinês. Aparentemente ele não criou o símbolo, mas ajudou a difundi-lo. Em seus ensinamentos, ele enfatizava o equilíbrio entre ser e não ser.

Seu livro “Taiji Tushuo” contém, logo na primeira seção, a teoria da criação:

“No início, existia o grande ser definitivo, que era fundamentalmente idêntico ao não ser definitivo. Por causa da abundância de energia do grande ser, ele começou a se mover e assim produzir o yang (a força cósmica positiva). Quando a atividade do yang atingiu seu limite, ela reverteu-se em tranquilidade. Por meio da tranquilidade o yin (força cósmica negativa) foi gerado. Quando a tranquilidade atingiu seu limite, ela retornou ao movimento (yang). Assim yin e yang geraram um ao outro.”

Lao-Tsé

Ilustração do Lao-Tsé
Reprodução/Pensador

Lao-Tsé (também grafado como Lao Tze, Lao Tzu ou Laozi) foi um sábio iluminado da China antiga considerado o “pai” e principal mestre do taoismo.

É atribuída a Lao-Tsé a autoria do “Tao Te Ching” (datado do século 4 antes de Cristo), livro que é reconhecido como a principal base taoista. Diferente de outras escrituras espirituais, o “Tao Te Ching” é um livro de poesia.

Sua linguagem é bastante subjetiva. O Tao Te Ching fala sobre o tao de diversas maneiras, a partir de vários ângulos, entretanto sem nunca limitar ou esgotar a definição do que é o tao.

“Todas as coisas nascem do Ser e possuem um nome; mas o Ser nasce do que não tem nome.” – trecho do “Tao Te Ching”, livro atribuído a Lao-Tsé.

Outras escrituras importantes do taoismo são o “I Ching: O Livro das Mutações” e o “Zhuangzi” (ou, em português, “Chuang Tzu”), este último atribuído a Chuang-Tzu, que discutiremos a seguir.

Chuang-Tzu

Ilustração do Chuang-Tzu
Wikimedia Commons/Zhuangzi

Chuang-Tzu (também conhecido como Zhuangzi ou Zhuang Zhou) foi outro nome bastante importante do taoismo.

Autor de pelo menos uma parte do livro homônimo “Zhuangzi” (ou “Chuang Tzu”), Chuang-Tzu era um discípulo direto de Lao-Tsé e foi um dos principais responsáveis por difundir a filosofia taoista no resto do mundo.

Enquanto Lao-Tsé ensinava de um modo extremamente subjetivo e sem linearidade, Chuang-Tzu parecia ser levemente mais próximo de nós, pessoas comuns.

A didática um pouco mais simplificada, bem-humorada e acessível de Chuang-Tzu contribuiu para a disseminação do taoismo fora do leste asiático, recebendo traduções no ocidente. Indiretamente, também pode ter ajudado a disseminar o próprio conceito de yin-yang.

Energia yin: o que ela representa

Duas pessoas encostando as mãos
Toa Heftiba/Unplash

Juntos, yin e yang representam a dualidade que está presente em tudo o que há no universo. São duas forças opostas e complementares. Cada uma delas representa uma metade do todo.

Yin é o princípio receptivo, a ausência, a inação, o acolhimento, o escuro, a noite, a lua, a energia feminina (presente tanto nas mulheres quanto nos homens).

Yin é o polo negativo, não no sentido de “ruim”, mas no sentido de “ausência e receptividade”, assim como em uma pilha.

Energia yin na prática do dia a dia

Mulher de olhos fechados
Eli DeFaria/Unsplash

De uma forma prática e também fazendo uma breve correlação com os 7 chakras, a energia yin pode ser vista no dia a dia das seguintes formas:

  • Energia yin na saúde: sono, descanso, recuperação, desaceleração, jejum.
  • Energia yin nas finanças: poupança, economia, cortes de gastos, redução de despesas, entradas de dinheiro, controle financeiro, receber propostas e ofertas, movimentos financeiros conservadores.
  • Energia yin na carreira: flexibilidade na rotina e nas metas, liderança acolhedora, estudos, manter-se aberto a novas possibilidades, permitir que outras pessoas liderem, aceitar novas oportunidades.
  • Energia yin nos relacionamentos: acolhimento, sensibilidade, escuta, introspecção, aceitar convites, permitir que as coisas sejam do jeito dos outros, aceitar ideias, afastamento, receber visitas, esperar direcionamentos.
  • Energia yin na autoestima: pegar leve consigo mesmo, quietude, introversão, reflexão silenciosa, audição, subjetividade, tranquilidade.
  • Energia yin no nosso propósito de vida: reflexão, incerteza, abertura, mudança de direção, busca interior.
  • Energia yin na relação com Deus: silêncio, estudo, intuição, meditação, Deus imanente (Deus interior).

Energia yang: o que ela representa

Mulher sentada em uma montanha olhando para o horizonte
Arthur Brognoli/Pexels

Yang é o princípio ativo, a presença, a ação, a iniciativa, a luz, o dia, o sol, a energia masculina (presente tanto nos homens quanto nas mulheres).

Como em uma bateria ou pilha, yang é o polo positivo – não no sentido de “bom ou melhor”, mas no sentido de “presença e atividade”.

Energia yang na prática do dia a dia

Na prática do cotidiano, a energia yang pode ser entendida a partir dos exemplos a seguir:

  • Energia yang na saúde: o estado desperto (acordado), atividade física, movimento, alimentação.
  • Energia yang nas finanças: gastos, investimentos, expansão de padrão de vida, saídas de dinheiro, arriscar, fazer propostas e ofertas, movimentos financeiros arrojados.
  • Energia yang na carreira: firmeza na rotina e nas metas, liderança incisiva, práticas, manter-se concentrado em um único caminho, tomar a iniciativa de liderar, buscar novas oportunidades.
  • Energia yang nos relacionamentos: iniciativa, pragmatismo, fala, extroversão, fazer convites, buscar que as coisas sejam do seu jeito, dar ideias, aproximação, visitar pessoas, buscar direcionamentos.
  • Energia yang na autoestima: cobrar a si mesmo, empolgação, extroversão, questionamento ativo, comunicação falada, objetividade, agitação.
  • Energia yang no nosso propósito de vida: decisão, certeza, convicção, manutenção de direção, busca exterior.
  • Energia yang na relação com Deus: oração, doação, pedidos, trabalho altruísta, Deus transcendente (Deus exterior).

Quando observamos esses padrões relacionados às áreas da nossa vida, fica muito mais fácil entender a atuação de yin-yang na prática.

O desequilíbrio de um assunto ou área do nosso cotidiano vem justamente de um excesso de uma das duas energias: yin ou yang. Falaremos mais sobre isso a partir de agora, analisando algumas leis espirituais e suas manifestações práticas em yin-yang.

3 leis espirituais que se manifestam a partir de yin-yang

Mulher em meio a natureza de olhos fechados e braços abertos
Lucas Pezeta/Pexels

Assim como a lei da gravidade está sempre operando em nossa vida (mesmo quando não percebemos), as leis espirituais também são leis invisíveis que influenciam nosso dia a dia.

Esses princípios operantes universais estão totalmente conectados ao conceito de yin-yang. A seguir, compartilho 3 exemplos de leis espirituais que explico em maior profundidade no livro “Tudo é perfeito como é”.

Lei da polarização compensada

Mulher abraçando girassóis
Kristina Paukshtite/Pexels

A lei da polarização compensada diz que as forças da natureza se alternam em ciclos de yin e yang, como em um movimento de pêndulo. Aqui está o grande ponto: equilíbrio não significa 50% de yang e 50% de yin o tempo todo. Na verdade, o equilíbrio nasce da dança de yin e yang.

Imagine que você puxa um pêndulo totalmente para um lado e segura seu peso na extremidade por um momento. Em seguida, você o solta. O que acontece? Certamente o pêndulo oscila com toda sua força para o outro lado, chegando à outra extremidade.

Essa é a lei da polarização. Toda ação ou movimento gerará uma energia igual em intensidade, porém contrária em polaridade. Se você mergulhar em 100% yang (por exemplo, passar anos trabalhando sem tirar férias), terá de “pagar o preço” com momentos 100% ying (períodos de descanso total). Isso não é ruim, muito pelo contrário: é uma garantia de que a natureza cuidará do seu equilíbrio e da sua saúde, tanto física quanto mental. O problema começa quando queremos controlar as forças da natureza, achando que sabemos totalmente o que é melhor para nós mesmos.

Existe um universo perfeito, com leis perfeitas e infalíveis, que operam incessantemente para garantir o nosso bem-estar e evolução. A curto prazo podemos até nos ressentir das leis. Por exemplo, uma pessoa que é workaholic e não consegue parar de trabalhar pode até se ressentir com as leis do tao por pegar uma gripe e ser obrigada a ficar de cama por uma semana. Agora, o que aconteceria, se a gripe não aparecesse?

No momento em que descumprimos ou tentamos forçar algo contra as leis que regem nossa vida, percebemos que nem mesmo toda a nossa força poderia contrariar as leis operantes. Isso pode parecer trágico, mas é uma verdadeira bênção. Basta entendermos as leis e escolhermos fluir com elas para desfrutar de paz e serenidade.

Portanto, a lei da polarização mostra que yin e yang sempre se equilibram a longo prazo. Quem se determina a observar as oscilações do pêndulo encontra a paz, pois fica evidente que a vida está cuidando de cada detalhe. Não importa o que aconteça, não importa quanto tempo demore, o equilíbrio sempre estará garantido.

Lei do dar e receber

Mulher segurando entre as mãos uma flor
Lina Trochez/Unsplash

Você já reparou que inúmeras pessoas prósperas falam na importância de dar e receber? Milionários, filantropos e grandes empresários fazem questão de dizer que o dinheiro foi feito para trocar de mãos. Quando você gera valor para alguém, você está “dando” algo: um produto, um serviço, um conselho, uma ajuda, uma facilidade. Em troca, você também recebe: dinheiro, gratidão, admiração, reputação.

Muitas vezes temos a impressão de que apenas quem recebe o dinheiro é que está ganhando, mas será que quem recebe o serviço também não está conquistando diversos benefícios?

A lei de dar e receber, ou lei da doação, diz que as coisas estão constantemente em movimento no universo. Isso vale para tudo. O dinheiro é apenas um exemplo.

Na verdade, dar e receber é a base dos relacionamentos, sejam eles conjugais, de amizade, entre pais e filhos, de trabalho ou de qualquer outro tipo. Você dá e recebe amor, dá e recebe atenção, dá e recebe gentileza, dá e recebe tempo, dá e recebe conselhos.

A todo momento há oportunidades para convidar e ser convidado, amar e ser amado, respeitar e ser respeitado. Essa via de mão dupla é tão óbvia, que chega a parecer infantil falar sobre ela como uma “lei espiritual”. Mas as leis universais, energéticas ou leis do tao são justamente isso: princípios operantes que estão sempre presentes na natureza.

Se tivermos o hábito de dar, receberemos de volta – independentemente da forma.

Isso não significa que a lei de dar e receber seja algo ingênuo, dizendo que devemos nos sacrificar por tudo e todos porque isso é algo “espiritual”. O divino mora no equilíbrio, na harmonia, no ganha-ganha. Não precisamos ser mártires e maltratar a nós mesmos para praticar a doação. Pelo contrário: podemos doar aquilo que temos sobrando.

Se você tem tempo de sobra, doe tempo. Se tem dinheiro em abundância, doe um pouco. Se tem conhecimento, ensine. Se sobram roupas, passe adiante. Se lhe sobra humor, doe alegria e sorrisos. Ao estarmos prontos para dar e receber, mantemos a fluidez do universo circulando em nossa vida a todo momento.

Lei do ritmo

Mulher sorrindo deitada em um gramado com pétalas
Daniel Xavier/Pexels

Paciência. Essa talvez seja a virtude mais importante para fluir com a lei do ritmo. Esse princípio universal (conectado com a lei da polarização) ensina que a vida se desenvolve em ciclos.

Assim como nas estações do ano, nossas vidas têm períodos de plantio e crescimento (primavera), abundância (verão), colheita e preparação para o inverno (outono) e escassez ou descanso (inverno). O ritmo nada mais é do que a dança das energias yin e yang:

Verão = pico de yang

Outono = transição de yang para yin

Inverno = pico de yin

Primavera = transição de yin para yang

É comum desejarmos que a nossa vida seja um eterno verão: sempre abundante, sempre ensolarada, sempre cheia de oportunidades. No entanto, os ciclos da vida vêm para trazer equilíbrio. Também precisamos do descanso e da reflexão presentes no inverno.

Todos nós temos épocas de abundância em nossa vida, aqueles momentos em que recebemos mais convites e oportunidades, quando temos muitas ideias e energia sobrando.

Só que a vida é feita de ciclos – por mais óbvio que isso seja, nem sempre enxergamos.

Uma hora o verão se vai. Quando o inverno chega, não dá para fingir que ele não está lá. O único jeito é aceitar, buscar conforto, tirar alguns cobertores do guarda-roupa, encontrar formas de se aquecer.

O inverno permite-nos olhar para dentro de um jeito único, profundo e intenso. Nesse momento, refletimos e aprendemos a ver as coisas de um modo diferente. Criamos consciência daquilo que realmente queremos.

Então a primavera chega. Passamos a plantar novos projetos, novos hábitos, novas ideias. A reflexão trazida pelo inverno agora é colocada em prática. Tomamos ações, criamos coragem para enfrentar nossos maiores medos e seguimos em frente (mesmo que as dúvidas ainda existam). Aos poucos, as sementes que plantamos crescem e começam a dar frutos.

Jardim com flores rosas
Lisa Fotios/Pexels

Depois de regar e cuidar das “plantas” que semeamos, chega enfim o ápice: o verão. Essa é a época em que colhemos frutos de vários tipos: financeiros, realização, bem-estar. Se formos inteligentes e observarmos o ciclo da natureza, podemos aproveitar esse momento para criar estoques de energia, dinheiro, recursos.

Assim, o outono chega, ainda bastante fértil. Aos poucos, no entanto, o frio intensifica-se e vamos nos recolhendo. Fazemos alguns cortes: menos atividades, menos gastos, menos compromissos. Passamos a cuidar da nossa energia, pois percebemos que ela também se desgasta.

Recomeçamos o ciclo, descansando e refletindo sobre os aprendizados. Assim, sempre poderemos voltar a semear.

Essa é a lei do ritmo. Tudo o que está yang tende a ficar yin e vice-versa. O descanso transforma-se em ação. A iniciativa muda para reflexão. A inércia vira movimento. A fala passa a ser audição. O pensamento vira discurso. O líder diverte-se como seguidor. O liderado inicia um novo movimento.

A beleza da lei do ritmo está em aceitar cada fase. Podemos aprender a aproveitar os dias ensolarados e curtir os dias frios.

O sofrimento não está no frio ou no calor. Sofremos quando o dia é de inverno, mas queremos verão. Sofremos quando o dia é de verão, mas desejamos o frio. Gratidão pelo momento presente é, mais uma vez, o antídoto para aliviar as angústias.

A gratidão lembra-nos de que é possível aceitar o momento presente como ele é, sem esperar que mude, dando o nosso melhor. Esse é o poder do amor. Esse é o poder do tao.

Você também pode gostar

Livro “Tudo é perfeito como é – entendendo as leis espirituais para perceber como tudo se encaixa”

Tendo o conceito de yin-yang como uma de suas principais bases, o livro de minha autoria “Tudo é perfeito como é – entendendo as leis espirituais para perceber como tudo se encaixa” aprofunda-se nas 3 leis que expliquei acima e ainda explica outras 14 leis espirituais e sua relação com o nosso dia a dia.

Essa é uma obra recomendada para quem gosta de espiritualidade independentemente de preferências religiosas; e, mais do que isso, para todas as pessoas que querem aprender a observar com mais facilidade as aplicações práticas da espiritualidade no cotidiano.

O livro entrará em pré-lançamento em breve e você pode ser avisado(a) em primeira mão neste link.

Espero que você tenha gostado de ler sobre yin-yang e a essência do taoismo. Se quiser aprofundar-se nas leis espirituais, vou adorar ter você como leitor ou leitora de “Tudo é perfeito como é”. Gratidão!

Sobre o autor

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Rafael Zenato

Rafael Zenato é treinador comportamental, escritor e palestrante. Cofundador da Gênese Treinamentos, autor do livro “Tudo É Perfeito como É”, pós-graduado em psicologia positiva, ciência do bem-estar e autorrealização pela PUC-RS, certificado como líder e treinador de alta performance pela pandora treinamentos e bacharelado em comunicação social pela UFRGS. Com vivência em 15 países de quatro continentes, já escreveu mais de 670 artigos de blog em diferentes áreas do desenvolvimento pessoal e profissional. Possui mais de dez anos de experiência em comunicação e mais de três anos de experiência em treinamentos, além de estudos e práticas nas áreas de análise corporal e comportamental, psicologia analítica, produtividade e gestão do tempo, entre outros cursos e formações. Ministra treinamentos e mentorias online e presenciais com base em autodesafios práticos.

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