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Os cristais na história

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Eduardo Mello
Escrito por Eduardo Mello
Os cristais são objetos apreciados há milhares de anos. Em diversas culturas do mundo antigo e moderno, essas peças fazem parte do cotidiano da civilização. Seja pelo uso em rituais xamânicos, como peitoral por sacerdotes, em castiçais da igreja católica ou em joias da realeza, os cristais sempre foram sinônimos de beleza, pureza, opulência e poder. Vamos abordar algumas curiosidades do uso dessas pedras ao longo da história.

Sacerdotes judeus

Os antigos sacerdotes judeus usavam um peitoral que continha doze pedras preciosas que representavam as doze tribos de Israel, cada uma era colocada em uma posição específica e deveriam ser presas a metais também preciosos.

Faraós egípcios

Outra utilização interessante dos cristais na história era a utilização do Lápis Lazúli pelos faraós egípcios. Eles os trituravam e colocavam nos olhos do faraó que seria mumificado para que ele pudesse “ver” as portas do outro mundo.

Coroas reais

As coroas dos reis da antiguidade são outro exemplo do uso dos cristais na história. Diversas coroas dos antigos reis da história eram todas cobertas de pedras preciosas, geralmente feitas em ouro. Essa combinação não tinha a finalidade única da ostentação, como muitos pensam, na verdade a coroa era feita como um objeto que auxiliasse o regente maior do reino a se conectar com as “leis divinas”. Sendo assim, os cristais em junção com o ouro amplificavam a conexão espiritual do Rei para que ele pudesse governar com sabedoria.

Joias e amuletos

As joias e amuletos feitos de cristais foram amplamente utilizados pelas culturas antigas. Temos relatos de tribos indígenas lapidando cristais em formatos de animais para poder fortalecer as qualidades dos bichos em seu portador. Existem outros relatos de amuletos com cristais escuros para proteção contra más energias, além das muito cobiçadas joias que sempre foram utilizadas como forma de mostrar status social, além de auxiliarem seus portadores a se manterem protegidos e equilibrados.

Ametista contra embriaguez

A ametista era um cristal muito utilizado na antiga Grécia como um poderoso antídoto contra a embriaguez, seja pelo uso como amuleto ou colocado direto nos barris de vinho. Inclusive algumas regiões fabricavam o vinho com ametistas dentro para deixá-lo mais carregado com a energia da pedra preciosa.

Atlântida, a lenda!

Enfim, chegamos na Atlântida. Esse é o nome dado a um continente que, segundo a lenda, estava situado no que hoje é o oceano atlântico. Sua civilização teria alcançado um nível de desenvolvimento tecnológico e espiritual muito elevado e toda sua matriz energética seria baseada nos cristais, além de terem desenvolvido fortemente a medicina baseada nas pedras.

Diz a lenda que devido ao mau uso dessas forças geradas pelos cristais, o continente sofreu diversos desequilíbrios em seus sistemas, o que resultou em diversas catástrofes naturais e acabou causando a submersão ao longo de milhares de anos.

E assim temos alguns exemplos de como os cristais sempre estiveram presentes em nossa civilização. Atualmente, continuamos o trabalho com eles, seja pela parte de saúde, com a cristaloterapia ou com a parte tecnológica, com os computadores, mais isso é assunto para outro artigo!

Sobre o autor

Eduardo Mello

Eduardo Mello

Naturólogo - formado pela Universidade Anhembi Morumbi (2010);
Pós-graduado em Acupuntura pelo CETN – Centro de Estudos de Terapia Naturais (2013);
Formação em Cristaloterapia com Antônio Duncan (2005);
Formação em Terapia Floral Sistema Bach, Califórnia, Austrália e Filhas de Gaia;
Atuação clínica com a Cristaloterapia, mais de 10 anos de experiência;
Ministra Cursos e Workshops sobre Cristaloterapia em diversas cidades do Brasil

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