Categoria - Crudivorismo (comida viva)

Ouvimos muito a frase: “O apressado come cru”, e isso nunca soou muito bom, pelo menos não até agora. O crudivorismo, também conhecido como comida viva, é uma dieta baseada em comidas não cozidas, ou seja, cruas, e é muito saudável. Esses alimentos são ricos em enzimas, que por sua vez levam os nutrientes às células do organismo. O crudivorismo surgiu nos Estados Unidos na década de 80, a princípio não foi bem aceito, muitos especialistas questionavam a sua eficácia, mas logo caiu no gosto dos nutricionistas. O Dr. Edward Howell foi o primeiro a estudar a importância das enzimas na alimentação, dizia que a falta delas na alimentação cozida era uma das maiores razões do envelhecimento e morte precoce. A teoria crudivorista apoia a ideia de que ao cozer os alimentos as enzimas são destruídas, enquanto ao comer cru elas permanecem intactas e ajudam na digestão. A dieta consiste em consumir os alimentos da fonte, em sua forma genuína, faz parte dela: frutas frescas ou desidratadas, sementes, grãos, vegetais, ervas, oleaginosas (nozes, castanha do Pará, amêndoa, entre outros), manteigas vegetais e alimentos de origem animal, como o mel, lacticínios e até mesmo peixes, desde que não sejam preparados ao fogo. Além de ser uma dieta muito saudável e fazer bem para o nosso organismo, ocorre o emagrecimento, pois o nosso corpo é desintoxicado e também ocorre uma restrição calórica natural. A dieta é tão rica em nutrientes que o corpo passa a se regular e passamos a comer menos, ficamos satisfeitos com quantidades menores. Os benefícios trazidos pela comida viva são inúmeros, ajuda a prevenir doenças crônicas e melhora a função celular, tem a capacidade de melhorar a circulação, fazer a oxigenação celular, proporciona aumento de energia, oferece os melhores óleos da natureza, necessários para o funcionamento celular, auxiliando nas funções neurológicas e prevenindo doenças inflamatórias.