Comportamento

Gratidão: Uma nova perspectiva de vida

Mulher de preto bufando de reclamações.
Anne Moon
Escrito por Anne Moon

Gratidão, gratidão. Não apenas uma mera palavra, mas algo com muita profundidade. Parece ser fácil falar sobre, complicado é sentir genuinamente esse sentimento.

É muito fácil reclamar, se lamentar que algo não está bom, pois é o que nos chama mais a atenção, diferentemente das coisas que estão boas. Quer uma prova disso?

Uma vez, Márcia Luz, escritora, falou sobre gratidão em uma de suas palestras. Foi proposto um desafio em que teria que colocar uma pulseira para contar quantas vezes ao dia nós reclamamos. O intuito era nos policiar quanto às reclamações, trocando a pulseira de um braço para o outro a cada reclamação.

Mulher reclamando.

Aceitei esse desafio, simplesmente por curiosidade. Eu em minha inocência achava que tinha me livrado desse péssimo hábito por estar tão envolta em aprender sobre espiritualidade, só que não. Nem preciso dizer que tive de passar a pulseira pelos meus braços várias vezes, fiquei até chocada! O quanto a reclamação está tão presente em nossa vida, nada nunca está bom, nunca estamos satisfeitos, sempre encontramos mais motivos para reclamar do que para agradecer, sendo que se colocarmos na balança, reclamamos demais e agradecemos de menos, quando na verdade temos mais motivos para agradecer.

É tão comum vermos as pessoas vibrarem, celebrarem o sofrimento, como se fosse algo a ser celebrado, algo bom, a competição pelo fundo do poço, quem consegue se afundar mais em tragédias. E por quê? Quem nunca ouviu “O que vem fácil, vai fácil”, que na vida temos que passar por sofrimento para amadurecer, crescer, evoluir?

Não tem sentido algum! Estamos aqui no Universo para aprender e não para sofrer. Amadurecer, crescer e evoluir não necessita do sofrimento. O fluxo do Universo é somente um, vertical, estável, progredindo e nunca retrocedendo e sim fluindo na abundância, na evolução, no amor, na paz, na luz, na gratidão e na leveza. Esse é o nosso dharma. Se você não está evoluindo, transbordando amor, paz, luz e gratidão, você está fora do fluxo do Universo.

Escultura do dharma.

A vida é sim como uma rosa vermelha com espinhos.

A diferença é como você a encara. Uns olham para essa flor e enxergam primeiramente a beleza, o perfume dela, já outros a olham e só enxergam os espinhos e ainda reclamam de ela ter espinhos. Mas tem aqueles que sabem que as rosas vermelhas geralmente possuem espinhos, mas que há como lidar com esses espinhos, que isso não invalida a beleza e o perfume da rosa, e tem como aproveitar a flor tomando cuidado com os espinhos.

Ou seja, no mundo há três grupos de pessoas. Os que só veem sofrimento, dor na vida, que acreditam que tudo vai de mal a pior. Os que só veem um mundo cor de rosa, que ficam só no pensamento positivo “Deus vai me abençoar”, “o Universo vai me abençoar”, que não põem sentimento e ação para que os sonhos se concretizem. E o último grupo, o grupo dos que sabem que existem momentos na vida que não são agradáveis, mas que há meios de lidar com isso, que nada disso tira a beleza da vida, e que acreditam que se a pessoa quiser que algo aconteça, vai lá e faz acontecer, por entenderem o conceito de “autor da própria vida”. Em qual grupo você se encontra? Reflita!

Rosa vermelha.

É muito real essa analogia, faz muito sentido depois que você capta cada parte dela, mas quando comecei a usá-la fui questionada.

Sempre adorei rosas vermelhas. Quando era criança, eu adorava brincar o dia inteiro em um canteiro de rosas que uma senhora idosa, minha vizinha, tinha na frente da casa.

Me lembro de ouvir as pessoas falando “a vida não é um mar de rosas”, o que me deixava intrigada, porque rosas geralmente são espinhentas.

Aí um tempo atrás eu tinha um vaso de rosas vermelhas e brancas na janela do meu quarto (até postei a foto dele no meu perfil do Instagram) e não me lembro de quem foi que estava mexendo nesse vasos de flores, só me lembro no meio da conversa de sair a seguinte frase, “Rosas são tão lindas, mas têm muitos espinhos que machucam”, me lembrando novamente de ouvir que a vida não é um mar de rosas e eu respondendo “Bonita e com espinhos, igual à vida”. Sim, exatamente como é na vida. Bela, incrível, mas que às vezes nos traz algumas adversidades, com as quais temos de lidar, o que não tira a beleza que a vida tem.

Rosa vermelha com espinhos,.

Cada pessoa vai reagir e contornar esses obstáculos de uma forma, cada um dos três grupos que mencionei aqui vai resolver de forma diferente. Os negativos, que só veem sofrimento e dor, “quebram a cabeça”, reclamam da dor e continuam da mesma forma, quebrando a cabeça e reclamando da dor, igual ao personagem Homer Simpson, da série de TV “Os Simpsons”. Os positivos, que só veem a beleza, só ficam no pensamento positivo, de que um dia o Universo, ou a divindade à qual eles acreditam, vai abençoá-los, sendo que não, não vai se eles se mantiverem parados, só no pensamento positivo, pois aí falta a ação positiva para atrair coisas positivas. Por último, o terceiro grupo vai parar, analisar a situação e ver as possibilidades de como resolver, seguindo o fluxo do Universo.

Entenda a seguinte analogia.

A vida é como se fosse uma estrada e o Universo um GPS. O Universo te dá a direção que você deve seguir na vida, te inspira a seguir o caminho para você se manter no fluxo universal, ser quem você nasceu para ser, evoluir, prosperar. Seguindo esse trajeto, não tem erro, no sentido de que mesmo que haja algum obstáculo, você sairá disso lindamente. É a questão do livre arbítrio, se não seguir o fluxo do Universo, vai ficar pela própria conta e risco. Mas reflita, quando estamos dirigindo e decidimos não seguir a direção que o GPS nos dá, ficamos perdidos, nos deparamos com lugares estranhos e até perigosos, ou seja, se estava tudo ruim, piorou, não é verdade?

Celular com GPS em floresta.

É a mesma coisa quando se trata do fluxo universal. Assim como o GPS dá uma rota que facilita chegar ao seu destino e tem vezes que as pessoas decidem ignorar as direções recebidas, temos o costume de ignorar a rota que o Universo nos dá para chegarmos aos nossos objetivos, e vivermos plenamente, mesmo que seja inconscientemente.

No momento em que você só reclama, vibra o dia inteiro em sentimentos e pensamentos de escassez, medo, mágoa, raiva, julgamento, vergonha, arrependimento, inveja e apego, você se afasta do fluxo universal, pois o Universo não flui nessas energias inferiores. O Universo é amor, luz, paz, gratidão, felicidade e abundância.

Percebeu a diferença, né?

Se você só reclama, reclama da vida, do mundo, do próprio país, da família, fica fofocando, vigiando a vida alheia ou buscando notícias de fofocas sobre tal famoso, julgando os outros ou a si mesmo, com pensamentos destrutivos, quando inveja as conquistas do outro a ponto de não conseguir se alegrar com o sucesso alheio e até mesmo querer tirar o que o outro possui, o apego a coisas materiais, a pessoas, a momentos na vida (remoendo sentimentos)… Tudo isso forma uma identidade energética, influenciando o modo como sua vida vai fluir.

Homem reclamando.

Então não adianta dizer que gostaria de ter uma vida plena, próspera, em que você consiga lidar com facilidade com as adversidades, que deseja o amor ao próximo, se guardar todo esse “lixo emocional” para si, pois a vida não progride, não prospera. Tudo o que vejo, escuto, cheiro, falo, a minha mente consciente forma uma imagem, jogando para o meu inconsciente, dependendo de como estou na escala vibracional Hawkins, tendo consciência de que o cérebro é apenas um captor, não é ele que forma nossos pensamentos, ele apenas reproduz o que já tem dentro de si, pois pensamento (mente consciente) + sentimento (mente inconsciente) + ação = atração (o Universo te traz mais disso). Se você pensa “amor, paz, gratidão e prosperidade”, mas você diz odiar tal coisa ou pessoa, é muito ansioso, tem inveja da vida do outro, reclama e julga a tudo e a todos, possui aversão à prosperidade ou a quem prospera, adivinhe só o que você vai atrair para a sua vida? Mais motivo para odiar, ter inveja ou ser invejado, reclamar, julgar ou ser julgado, escassez e manter o tempo todo à sua volta pessoas que reclamam, que propagam ódio, vivem ansiosos, com pensamentos e sentimentos de escassez, de aversão a abundância, que julgam, aí é ladeira abaixo, fundo do poço mesmo.

Quando eu falo e a toda hora “bato na tecla” de que devemos tomar o controle, as rédeas da nossa vida, é também se policiar quanto ao que vemos, ouvimos, cheiramos, pensamos, sentimos, agimos. São escolhas, é ser autor da própria vida, criador da própria realidade.

Mulher em processo de autorreflexão de olhos fechados.

Os pensamentos e os sentimentos de amor, gratidão, paz, luz e prosperidade geram ações positivas, que atraem coisas positivas.

Elainne Ourives disse uma vez que o Universo não fala português e que quando focamos em um pensamento e sentimento, visualizando-o 24 horas por dia, mandamos uma mensagem ao Universo, como se estivéssemos pedindo, querendo para nós, seja isso negativo ou positivo. É aquele famoso ditado “Não fale nem pense nisso, que atrai”.

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Isso faz muito sentido! Analise bem. Hoje em dia, o hábito de se menosprezar, de sofrer, de reclamar é muito comum e não precisamos ir tão longe para tirar essa conclusão. Já reparou que quando se trata de alguma tragédia, seja uma notícia de assalto, assassinato, violência ou de que tal famoso traiu, separou… Um monte de pessoas corre logo para saber do que se trata, mas quando se trata de alguma superação, seja a descoberta da cura para alguma doença, que fulano(a) conseguiu prosperar na vida, algum ato altruísta de alguém… O número de pessoas interessadas em saber do que se trata é menor?

Mulher decidindo entre expressões triste e feliz.

Outra coisa, já reparou que a maioria das postagens que vemos nas redes sociais é sobre criar um glamour em cima de uma vida fracassada? A pessoa está no fundo do poço, mas para ela tudo bem, pois todos estão… Nada dá certo na vida, o que é muito engraçado, é digno de celebração estar ferrado na vida, ter doenças sérias, como depressão e ansiedade, e o pior a pessoa se retratar como uma pessoa inútil, incapaz, um lixo.

Ainda gostaria que alguém me dissesse como a tragédia, a desgraça, as doenças psicossomáticas, a depreciação de si mesmo são coisas, boas, engraçadas ou dignas de serem celebradas, comemoradas.

Bruno Gimenes disse uma vez que irritamos nossos guias espirituais, seja qual ou quais forem, quando temos atitudes de depreciação com nós mesmos, seja com o corpo ou com algo de nossa personalidade, pois segundo o budismo, quando encarnamos neste plano, temos a missão de aprender, a nos amarmos, aprender a valorizarmos as coisas que temos, amarmos os outros, ou o que for … e quando depreciamos o que temos isso acaba sendo uma atitude ingrata… e ingratidão só faz sua vida desandar.

Palavra ungrateful.

Então coloque na balança, será que realmente temos mais motivos para reclamar do que para agradecer?

Te garanto que não. Quando saímos desse ciclo de reclamação para entrar na gratidão, a vida começa a destravar… é possível encontrar uma nova perspectiva de vida.

Se não encontra motivos para ser grato, comece com o fato de estar vivo. A vida, o ato de respirar é uma dádiva, um privilégio que nem todos possuem, a família que você tem, pois, amando ou não sua família, embora as diferenças que possam existir, a família é a base. Foi por meio dela que nascemos e construímos quem somos hoje. Ser grato por você ser você mesmo, pois não teria aprendido as coisas que você aprendeu se fosse alguém diferente. Pelo seu corpo, que te possibilita alcançar objetivos, se movimentar, até mesmo ter acesso ao site “Eu sem Fronteiras” e a estes artigos incríveis. Se você tem um teto onde se abrigar, comida para se alimentar, esses são mais dois motivos para agradecer. Os momentos na nossa vida também foram muito importantes para nos trazerem até aqui, sejam esses negativos ou positivos. Sim. Os momentos positivos são lembranças agradáveis que levamos pela vida para testar nossa gratidão, já os momentos negativos são para nosso aprendizado, nossa vida foi chacoalhada um pouco para que voltemos ao eixo do Universo.

Pedras equilibradas na frente de cachoeira

Eu não falo em mentir para si mesmo, de se iludir, calma, que não é isso que estou falando e sim de fazer uma reprogramação mental, uma reforma íntima para que você consiga focar nas coisas que estão dando certo para trazer para a sua vida mais disso.

É, sei que é muito mais fácil reclamar, julgar, apontar o que está dando errado na vida, ver defeitos em tudo, eu já fui assim.

Eu tinha o costume de usar muito do meu tempo nas redes sociais, lendo e assistindo todas as notícias de jornais, até mesmo fofocas de famosos, eu reclamava de injustiças, dos governantes do país, das pessoas, eu julgava a mim mesma e aos outros, quando pontos na minha vida não fluíam da forma que eu gostaria, eu ficava desnorteada, muito irritada. Como assim eu não tinha tudo sob controle? Eu sempre fui a pessoa que mesmo quando passava por problemas, eu ia lá, me “virava nos 30” e resolvia, afinal, se eu tinha um problema, via as possibilidades de solução, então estava resolvido e o que eu não conseguia resolver, eu sentia que tinha falhado, me sentia muito frustrada. Quando alguém me pedia ajuda para resolver um problema e eu não conseguia ajudar, aí era quando o sentimento de falha aumentava, pois a pessoa contava comigo para dar uma solução, tinha essa pressão, imposta por mim mesma para que eu incorporasse a heroína, a salvadora, a guiadora, e se eu falhasse era por eu não ser tão incrível quanto eu pensava que era, para mim era um atestado de incompetência. E assim minha vida havia desandado, só atraía coisas e pessoas ruins e quando apareciam coisas e pessoas boas eu me sabotava por ter sentimento de não merecimento. Porque eu tinha em meu subconsciente de “viver uma vida em um dia”, tudo muito acelerado, a ânsia de ter experiências na vida, a falta de filtro, absorvendo tudo como uma esponja, a ponto de eu acabar dentro de uma situação bem desagradável que saiu de controle.

Celular na tela do Facebook.

Demorei para compreender a mensagem, o aprendizado por trás disso, ainda mais quando eu me via numa amnésia causal, como eu havia dito no meu artigo anterior sobre amor-próprio e quando me dei conta de onde eu tinha me metido essa situação desagradável já tinha virado uma grande bola de neve, que me engoliu.

Foi nesse momento, eu lá sendo levada por essa bola de neve, que entendi a razão de eu ter entrado nessa situação, pois foi quando me veio o pensamento “não, já chega!” como em um estalo, como se o Universo estivesse me dizendo “Acorda!”.

Sinceramente, foi exatamente como se eu tivesse acordado, saído de uma anestesia depois de anos, foi um “grito de liberdade”.

Decidi buscar a minha essência que eu havia perdido, aquela parte de mim que havia praticamente sumido. Fiz cursos, workshops de desenvolvimento pessoal, coaching, física quântica, li sobre esses assuntos, comecei a seguir para um lado mais espiritualista, meditando, ouvindo mantras, lendo sutras, mergulhando no budismo, pelo qual desde criança tive uma curiosidade, pelo meu fascínio pela Índia e pelas culturas indianas.

Mulher de braços abertos para o mar.

Tomei consciência de que a minha vida, de que a minha realidade está em minhas mãos, no sentido de que eu sou a autora da minha vida, eu tenho o controle sobre as MINHAS ações e não dos outros, eu não tenho que controlar tudo. Não sou uma heroína, a salvadora, a guiadora, e tudo bem, isso não afeta quem eu sou, não tira a minha competência. A vida tem que ser mais leve, eu não sou perfeita e ninguém tem que ser perfeito. Somos seres humanos que erram, acertam, que possuem pontos fortes e fracos (ACEITAÇÃO).

Desacelerei um pouco, comecei a levar as coisas com mais calma, freando um pouco aquela adolescente intensa. É legal buscarmos experiências no externo, dá um prazer momentâneo, alegria, mas não dá para nos esquecermos de que o prazer e a felicidade plenos começam no nosso interno, tem que haver um equilíbrio.

Hoje já procuro julgar menos, no sentido de que perdi o interesse em saber daquelas fofocas das pessoas, principalmente de famosos (quem separou, quem traiu…).

Mão fechada com borboleta entre os dedos.

Troquei as horas que eu ficava nas redes sociais, vendo tragédia na TV, lendo fofocas sobre famosos para me dedicar aos meus estudos, ao meu trabalho como escritora, lendo, meditando, praticando atividade física, retornando aos meus hobbies, como dançar, cantar, desenhar, cuidando mais de mim no geral, porque temos que pegar mais leve conosco, não é verdade? Então restringi o uso das redes sociais para o meu trabalho, divulgar, interagir com meus leitores e colegas do meio artístico. Quando leio ou assisto alguma notícia de jornal, eu seleciono melhor, escolho melhor o que eu consumo de conteúdo na internet, quem eu mantenho no meu ciclo social, pois temos que ter ao nosso lado o que nos agrega, o que nos faz bem, embora de vez em quando procuro, sim, conteúdos de entretenimento, temos que dar um descanso para a mente e rir um pouco. Nem tudo precisa ser tão sério, pesado.

O mais importante que foi como um destrave definitivo na minha vida foi a prática da gratidão.

Muitas pessoas ao acordarem já reclamam por ter que sair da cama. Se nós começássemos a ser gratos pela noite de sono, por aproveitar mais um dia… Eu começo o dia listando mentalmente dez motivos pelos quais sou grata… e se me acontece algo que eu não ache bom eu uso um mantra que me acompanha desde a minha infância: “Vou sair dessa, tudo vai melhorar”.

Pessoa livre de braços abertos.

A cada vez que você agradece, é como se você estivesse pedindo ao Universo que te retorne, assim como reclamar. Já dizia Patrícia Cândido, reclamar é clamar mais de uma vez ao Universo, você foca e vibra em coisas negativas, trazendo mais disso, então se policie. Mais gratidão e menos reclamação.

Exercite a gratidão um pouco todos os dias. Essa reprogramação da mente é processual, sem fórmula mágica, a mudança começa no interno. O resultado vai depender da pessoa. Não é de um dia para o outro que você consegue ligar a chave da gratidão, falo por experiência própria, acabei de contar como foi meu processo de mudança, que foi longo, não foi fácil, mas quando comecei eu havia tomado a decisão de colocar em prática na minha vida.

Gratidão a você que leu este artigo! Namastê!

Sobre o autor

Anne Moon

Anne Moon

Anne Moon é uma escritora graduada em letras que nasceu e mora em São Paulo com seus pais e com o irmão mais velho. Desde criança adora escrever e contar histórias. Antes dos 10 anos já havia escrito duas histórias de ficção e uma biografia, e aos 14 anos começou a escrever o primeiro volume, “The Rise of the Fallen”, da série de livros “Dark Wings”

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