Nutrição

O papel da nutrição na prevenção e controle do Diabetes Mellitus

Em novembro geralmente comemoramos o “Novembro Azul”, uma luta em prol da prevenção do Câncer de Próstata, mas também temos outra campanha muito importante realizada por diversas entidades dirigidas à sociedade: o Dia Mundial contra o Diabetes.

O Dia Mundial do Diabetes, na verdade, é um alerta para a epidemia em curso, e foi escolhido o dia 14 de novembro como marco para que sejam trabalhadas as ações de prevenção e controle da doença.

Estima-se que a população mundial com diabetes chega a 387 milhões e que alcance 471 milhões em 2035, com crescente proporção de pessoas acometidas em grupos etários mais jovens e cerca de 80% desses indivíduos vivendo em países em desenvolvimento, onde a epidemia tem maior intensidade. No Brasil, eles já são mais de 14 milhões, muitos sem diagnóstico e a maioria com controle inadequado, que leva a diversas complicações da doença, comprometendo a qualidade de vida e aumentando a mortalidade. 

Os custos do Diabetes Mellitus (ou DM) afetam o indivíduo, a família e a sociedade, porém, não são apenas econômicos. Os custos difíceis de quantificar envolvem os sentimentos para tentar viver bem com a doença, dor, ansiedade, inconveniência e perda de qualidade de vida. Eles apresentam também grande impacto na vida das pessoas com diabetes e seus familiares.

Desta forma, é importante ressaltar que estas campanhas devem ter sua repercussão todos os dias e, assim, contribuir para diminuir os números alarmantes e melhorar a qualidade de vida da população.

Sendo assim, já é de conhecimento que o Diabetes Mellitus é uma doença crônica que afeta a forma como o organismo metaboliza a glicose, açúcar e amido, principal fonte de energia do corpo, mas também acomete o metabolismo de gordura e proteínas. É caracterizada pelo aumento da glicose na circulação sanguínea, conhecido como “Hiperglicemia”. Esse aumento ocorre porque a insulina, hormônio responsável pela absorção da glicose pelas células, deixa de ser produzida pelo pâncreas em quantidades suficientes ou ainda o organismo desenvolve uma resistência aos efeitos da insulina, prejudicando a manutenção do nível de glicose normal do organismo. A DM, como qualquer doença crônica, necessita de tratamento e acompanhamento clínico e nutricional.

Entretanto, se não houver acompanhamento, as altas taxas de glicose no sangue podem favorecer algumas complicações, entre elas incluem danos, disfunção e falência de vários órgãos, especialmente a nefropatia diabética (comprometimento dos rins), a retinopatia (que pode levar à cegueira), as doenças cardiovasculares, nervos e vasos sanguíneos (problemas que levam ao pé diabético).   

Existem duas formas principais de Diabetes: o Tipo 1 (insulino-dependente  ou juvenil) e o Tipo 2 (não insulino-dependente ou com início mais frequentemente na vida adulta, mas crianças também podem apresentar) e algumas formas secundárias causadas por afecções como a doença pancreática, gravidez (diabetes gestacional), problemas hormonais e algumas medicações.

Neste caso, daremos ênfase aqui ao Diabetes Tipo 2, com o objetivo de contribuir com o esclarecimento da população sobre a doença, assim como mostrar as ações de prevenção e controle, complicações, papel dos alimentos e seus nutrientes, fracionamento individualizado da dieta, carga e índice glicêmico neste processo dinâmico. Vale ressaltar que a maior parte dos casos de diabetes está ligada a fatores comportamentais que envolve o estilo de vida e alimentação inadequada e é, portanto, passível de prevenção e controle.

Estes dados comprovam a importância de trabalhar cada vez mais na prevenção e ampliar o acesso à informação, considerando que a DM é, atualmente, um problema de saúde mundial. Os principais fatores de risco envolvem mudança no padrão alimentar (rico em produtos processados e ultraprocessados ricos em açúcares, gorduras e sal), sedentarismo, obesidade, níveis glicêmicos pré-diabetes, história familiar, história prévia de diabetes gestacional. Para tanto, manter um peso saudável e estilo de vida baseado em uma alimentação adequada e associada à atividade física regular pode prevenir e faz parte das ações primárias de prevenção.

Além disso, é importante reforçar as políticas que melhorem o acesso ao diagnóstico de diabetes, cuidados médicos, bem como medicação acessível. O controle do DM significa a manutenção dos níveis de açúcar (glicose) no sangue tão próximos dos valores normais quanto possível, sendo necessário ser acompanhados por uma equipe de saúde multidisciplinar para estabelecer um equilíbrio entre medicação, o monitoramento do açúcar sanguíneo, dieta e exercícios.

A chave do tratamento é o planejamento alimentar com objetivo de controlar o peso, os níveis de glicose e colesterol sanguíneos. No que se refere à medicação, ela atuará para aumentar a liberação de insulina (conforme o caso), reduzir glicose disponível e diminuir a resistência à insulina, além do importante papel da atividade física para manter a forma e tônus muscular, aumentar a sensibilidade às medicações e ajudar na manutenção do peso.    

Paleo diet health and super food of fruit and vegetables in wooden bowls forming an abstract wheel over distressed white wood background. High in vitamins, antioxidants, minerals and anthocyanins.

O nutricionista, neste contexto, participa do tratamento e propõe estratégias de orientação nutricional e plano alimentar individualizado adequado para controle das complicações clínicas e nutricionais. O objetivo é promover melhor aceitação e adesão à dieta e, assim, melhorar a qualidade de vida desta população. A alimentação deve ser nutricionalmente balanceada e fracionada, nela deve conter todas as categorias de alimentos com características bioquímicas que auxiliem no metabolismo da glicose, sem restrições abusivas. No entanto, devem ser consumidos com moderação, dando preferência aos carboidratos (CHO) complexos, carnes magras, leite desnatado, verduras, legumes, frutas e cereais integrais.

A presença de nutrientes como carboidratos, proteínas, gorduras, vitaminas, minerais e fibras são fundamentais para garantir a saúde do diabético. Confira a importância de cada um:

Carboidratos: a quantidade e qualidade do carboidrato consumido devem ser controlados, ressaltando a importância de conhecer as fontes alimentares mais adequadas na resposta glicêmica. As evidências científicas reforçam que o carboidrato é o maior preditor do aumento da glicemia pós-refeição, uma vez que qualquer carboidrato ingerido resultará no aumento dos níveis de glicose sanguíneos. Para tanto, diferenciar os carboidratos simples e complexos precisa fazer parte da vida do diabético. Existem diversos fatores que interferem na resposta glicêmica dos alimentos, como a procedência do alimento, tipo de cultivo, forma de processamento e cocção, consistência e teor de fibras. Sendo assim, a prescrição individualizada feita pelo nutricionista é de fundamental importância.   

Carboidratos (CHO) simples: este possui a capacidade de fornecer mais rapidamente energia ao organismo. Alimentos fontes: Açúcares branco e cristal, mascavo, demerara e mel. A ingestão de açúcar, mel, balas, refrigerantes com açúcar e doces aumentam os níveis de glicose, assim como está associado à obesidade e elevação das triglicérides no sangue.

As frutas também contêm CHO simples, desta forma, não é recomendável ser consumidas livremente pelos diabéticos, porque diferem na resposta glicêmica. A quantidade, tipo e frequência devem ser prescritas pelo profissional nutricionista, que irá considerar um plano alimentar equilibrado para cada caso, e não só o índice e/ou carga glicêmica da fruta, ou seja, o quanto a glicemia sobe após o consumo da fruta. A cautela faz parte também do tratamento.

Carboidratos (CHO) complexos: apresentam uma absorção mais lenta no intestino por serem ricos em fibras, diminuindo os picos de aumento na glicose pós-refeição. Alimentos fontes: arroz, milho, pães, macarrão, farinhas, cereais, aveia, batata, mandioca, inhame, quinoa, amaranto, entre outros. Recomenda-se a forma integral.

As fibras também são carboidratos complexos, a qualidade nutricional do arroz integral, pães e biscoitos preparados com farinha integral e os cereais matinais contribuem com o controle da glicemia, assim como a fibra presente nas hortaliças, leguminosas e grãos integrais. Elas são responsáveis pelo bom funcionamento do intestino, retardam o esvaziamento gástrico, aumentam o tempo de trânsito intestinal, torna mais lenta a absorção de glicose, reduzem os níveis elevados de colesterol e melhoram a ação da insulina. Para que as fibras tenham um bom resultado, é necessária a ingestão de uma boa quantidade de água, a recomendação diária varia entre 8 a 12 copos nos intervalos entre as refeições.

Proteínas: são representadas pelas carnes magras, ovos e peixes, laticínios como queijos brancos e magros, leite desnatado e as leguminosas. É necessária maior atenção às carnes gordurosas, que são fontes de colesterol e prejudicam a saúde. É de extrema importância o consumo de peixes que fornece a chamada gordura “boa” da dieta.

Lipídios: as gorduras têm funções importantes, não existe a necessidade de consumi-las em grandes quantidades. No entanto, a qualidade da gordura consumida é fundamental. O consumo de gordura saturada, encontrada principalmente em alimento de origem animal deve ser evitado, pois pode causar elevação dos níveis de colesterol e triglicérides. Já as gorduras monoinsaturadas encontradas no azeite de oliva, óleo de canola, girassol ou amendoim, e as gorduras poli-insaturadas, encontradas em peixes, semente de linhaça e óleo de soja devem ser consumidas com frequência. Estudos realizados têm indicado a dieta de Baixo Índice Glicêmico, com gorduras monoinsaturadas e óleo de canola que contribuem para a redução do risco cardíaco e melhora do diabetes tipo 2.

Vitaminas e Minerais: estão presentes em sua maioria nas frutas, legumes e hortaliças e devem ser incluídas na alimentação. Participam de muitos processos metabólicos, além de apresentarem teor de fibras e poder antioxidante. Além dos citados acima, outros aspectos importantes envolvem:

Evitar temperos industrializados: riscos para a saúde

Temperos industrializados têm alto teor de sódio, podendo causar aumento da pressão arterial, aumentando risco de infarto ou acidente vascular, além de afetar o funcionamento renal e neurológico.

Utilize temperos naturais: alho, cebola, limão, salsa, cebolinha, orégano, manjericão, hortelã, alecrim, gengibre, estragão, pimenta, cominho, entre outros.  

Alimento Diet X Light

Alimento Diet: por definição é aquele produzido industrialmente e que apresenta ausência de determinados nutrientes: açúcar, sal, lactose e/ou gordura. Nem sempre estes alimentos apresentam baixas calorias. São criados para indivíduos que devem seguir uma dieta baseada na restrição de um determinado nutriente, como é o caso do diabético, que deve seguir a restrição do açúcar.

Alimento Light: aquele produzido com redução de, no mínimo, 25% de nutrientes ou no valor calórico em comparação ao produto tradicional: gordura saturada, gordura total, açúcar, colesterol e sódio. Exemplo: um indivíduo obeso não diabético que necessita perder peso pode optar por produtos light com baixos teores de gorduras e açúcares.

A importância da leitura dos rótulos dos alimentos

Os rótulos são elementos essenciais de comunicação entre produtos e consumidores. Daí a importância das informações serem claras e poderem ser utilizadas para orientar a escolha adequada de alimentos. Ao verificar os ingredientes do produto, existem termos científicos de alguns nutrientes que é necessário os pacientes diabéticos conhecerem:

Lista de ingredientes: informa os ingredientes que compõem o produto. A leitura dessa informação é importante, porque o consumidor pode identificar a presença de termos, como açúcar, sacarose, glicose, ou outros tipos de açúcar, como a dextrose. Observações:

Sacarose = açúcar de mesa. Açúcar mascavo, açúcar demerara, açúcar refinado, granulado de confeiteiro, açúcar invertido, xarope simples de sacarose e açúcar orgânico são outras formas de sacarose encontradas em produtos industrializados. Em comparação à sacarose, possui o mesmo valor calórico e a mesma capacidade de elevar a glicemia, devendo-se, portanto, evitar o consumo. É importante observar também o valor calórico, teor de sódio, fibras e qualidade das gorduras presentes nos produtos.

A importância da atividade física

A atividade física é de fundamental importância e deve estar integrada na vida do diabético devido aos benefícios do exercício à ação da insulina. Ela contribui para a redução da glicemia e da necessidade de insulina no diabético tipo 1, e medicamentos no tipo 2, pois melhora a captação de glicose pelas células. Além disso, ela diminui a glicemia, devido ao maior transporte da glicose para dentro do músculo, que aprimora e prolonga o controle glicêmico.

Em resumo: uma alimentação adequada permite o controle da glicemia (açúcar no sangue) e contribui para uma vida mais saudável. Para tanto, a prescrição individualizada adequada deve ser feita pelo nutricionista. Existem diversos fatores que interferem na resposta glicêmica dos alimentos, como a procedência, tipo de cultivo, forma de processamento e cocção, consistência e teor de fibras, além de considerar os princípios da gastronomia, os cinco sentidos na harmonia da alimentação e outras restrições no plano alimentar.

Em caso de patologias associadas, o nutricionista poderá fazer adaptações na dieta, permitindo uma melhor ingestão alimentar que irá colaborar com a manutenção e recuperação do estado nutricional do paciente. Assim, é imprescindível que pacientes e seus familiares tenham um atendimento diferenciado e humanizado.

  • Não misture numa mesma refeição alimentos como macarrão, batata, arroz, farofa – utilize um deles por vez.
  • Não cozinhe demais os alimentos, pois cocção aumenta o índice glicêmico do alimento.
  • Alimente-se com calma, mastigando muito bem os alimentos.
  • Não use açúcar no preparo da dieta. Usar, quando necessário, adoçantes artificiais.
  • Tome bastante água. O organismo necessita, em média, de 8-12 copos por dia.
  • Evite o consumo de suco de fruta, procure sempre diluí-lo ou consuma a fruta in natura.
  • Respeite os horários dos medicamentos e refeições, evitando, desta forma, comer fora deles.
  • Fracione a alimentação, ou seja, fazer de 5 a 6 refeições por dia ou conforme prescrição do nutricionista, evitando ficar longos períodos sem se alimentar.
  • Varie o cardápio com substituições permitidas.
  • Leia sempre os rótulos dos produtos dietéticos para conhecer os ingredientes que os compõem.
  • Fique atento e procure o profissional nutricionista para adequação da dieta.  

Abaixo, segue uma sugestão de receita:

Arroz integral com shitake – Rende até 4 porções

Ingredientes Unidade Quantidade
Caldo de legumes 5 Xícaras de chás
Água filtrada 2 Litros
Salsão 1 Unidade
Cenoura 1 Unidade
Arroz integral 1 Xícara de chá
Azeite 2 Colheres de sopa
Alho 1 Unidade
Sal 1 Colher de chá
Açafrão 1 Colher de café
Maxixe em cubos pequenos 3 Unidades
Shitake 100 Gramas
Manjericão roxo picado 1 Colher de sopa
Cream cheese 1 Colher de sopa
Modo de Preparo:
  • Lave o salsão, a cenoura e cebola. Corte em cubos médios e padronizados.
  • Leve para cocção e em fogo baixo uma panela com o salsão, a cenoura e a cebola. Deixe apurar por duas horas. Coe o caldo e reserve.
  • Lave o arroz, a cebola, o alho, o maxixe, cogumelos e o manjericão. Pique a cebola, amasse o alho e reserve.
  • Raspe o maxixe e corte em cubos padronizados e reserve.
  • Higienize o manjericão em solução sanitizante. Pique parte do manjericão e reserve 4 folhas para decoração.
  • Leve o cogumelo em cocção e em fogo médio por quinze minutos. Coe, corte em lascas e reserve.
  • Em uma panela aqueça o azeite, a cebola e o alho, rapidamente. Junte o arroz, sal e o açafrão. Mexa bem e acrescente três xícaras de chá do caldo. Quando secar, acrescente outra parte do caldo.
  • Ainda com caldo, acrescente o maxixe, manjericão e os cogumelos. Deixe a preparação úmida e finalize com o cream cheese.
  • Posicione no prato e decore com folhas de manjericão.

Referências

Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes (2015-2016) / Adolfo Milech…[et. al.]; organização José Egidio Paulo de Oliveira, Sérgio Vencio – São Paulo: A.C. Farmacêutica, 2016.

IBGE. Pesquisa Nacional de Saúde 2013: percepção do estado de saúde, estilos de vida e doenças crônicas. Brasil, grandes regiões e unidades da federação. Rio de Janeiro, IBGE, 2014, 180p.

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde.Sistema de Informações sobre Mortalidade. Disponível em:<http://www.datasus.gov.br>. Acesso em: 18/06/2014.

American Diabetes Association. Economic costs of diabetes in the USA in 2012. Diabetes Care. 2013; 36:1033-46.

Barceló A, Aedo C, Rajpathak S et al. The cost of diabetes in Latin America and the Caribean. Bull World Health Organ. 2003; 81(1):19-27.

Franco LJ. Um problema de saúde pública. Epidemiologia. In: Oliveira JEP, Milech A, eds. Diabetes mellitus: clínica, diagnóstico,tratamento multidisciplinar. São Paulo: Atheneu, 2004. pp.19-32.

Livro Guia de Medicina Ambulatória e hospitalar da UNIFESP- EPM (Nutrição Clínica no Adulto 2ª edição) Lilian Cuppari editora da série: Nestor Schor.

Ettinger S. Macronutrientes: Carboidratos, Proteínas e Lipídeos. In: Mahan LK, Escott-Stump S, editores. Krause alimentos, nutrição & dietoterapia. São Paulo: Roca; 2002. p. 30-64.

Effect of lowering the glycemic load with canola oil on glycemic control and cardiovascular risk factors: a randomized controlled trial. 2014 Jul;37(7):1806-14. doi: 10.2337/dc13-2990. Epub 2014 Jun 14.

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Sobre o autor

Dra. Vilani Figuiredo Dias

Dra. Vilani Figuiredo Dias

Mestre em Ciências da Nutrição - Nefrologia - Universidade Federal de São Paulo/UNIFESP

Nutricionista, formada pelo centro universitário São Camilo e Mestre em Ciências da Nutrição, pós graduada pela Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP com enfoque em doença renal crônica - Nefrologia.

Atuação profissional no departamento de nutrição clínica do Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo. Trabalhou como Docente- Coordenadora de cursos técnicos e livres na área de nutrição e dietética no Senac São Paulo. Entre as atividades atuais desenvolve atendimento clínico nutricional em consultório e Home Care com ampla experiência em Nutrição Clínica e Rotina Hospitalar envolvendo atendimento Clínico de Paciente Renal em tratamento conservador e em Hemodiálise, Cardiologia, Diabetes e Oncologia.

Realiza Consultoria Técnica em nutrição e saúde, palestras e Workshop na área de docência em nutrição, atua como Docente das disciplinas: Nutrição clínica, Fisiopatologia, Dietoterapia, Gastronomia Hospitalar, Bioquímica Metabólica, Bromatologia, Nutrição nos diferentes estágios da vida, Educação Alimentar e Nutricional, Orientação de projetos, Acompanhamento e Supervisão de Estágios, além de coordenação de projetos de educação nutricional corporativos em instituições públicas e privadas.

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