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Ser mãe: sob o olhar acolhedor clínico e nutricional

A saúde da mulher no Brasil foi incorporada às políticas nacionais no início do século XX, inicialmente limitada às demandas da gravidez e parto. Ao longo dos anos foram definidas, a partir das necessidades da população feminina, ações prioritárias que resultaram na ruptura do modelo de atenção materno-infantil até então desenvolvido, e assim foi ampliado o acesso aos cuidados de saúde pelo Programa de Assistência Integral à Saúde da Mulher, que inclui ações educativas, preventivas, de diagnóstico, tratamento e recuperação, englobando a assistência à mulher em clínica ginecológica, no pré-natal, parto e puerpério, no climatério, em planejamento familiar, Doenças Sexualmente Transmissíveis, cânceres de colo de útero e de mama.

Neste contexto, o papel da Nutrição e a Saúde da Mulher vai além da simples oferta de alimentos. Atualmente as exigências para satisfazer as necessidades nutricionais deste perfil de “mulher ativa”, participativa no mercado de trabalho, mãe e administradoras de lares que buscam cada vez mais seus espaços, não têm sido tarefa fácil para o Nutricionista, sendo necessário uma visão mais ampla no que se refere as alterações fisiológicas, clínicas, psicológicas e nutricionais, com enfoque não só na quantidade e qualidade da dieta, mas também nas propriedades nutricionais benéficas dos alimentos voltados para a mulher em diversas fases da vida, assim como também no seu comportamental-funcional.

É preciso uma visão mais ampla no que se refere as alterações fisiológicas, clínicas, psicológicas e nutricionais.

Como o objetivo é sempre dar dicas de nutrição, saúde e bem-estar de forma prática, contamos com a colaboração e vivência clínica da Dra. Carla Gimenes, Ginecologista, Mestre em ciências, Especialista em ginecologia endócrina, obstetrícia e climatério pela Unifesp reforçando a importância do trabalho multiprofissional na saúde da mulher que vai desde a adolescência até o período do climatério. De acordo com a ginecologista, a mulher passa por fases muito importantes na vida, que acometem alterações hormonais e consequentemente maior demanda de nutrientes.

Por exemplo, o aumento da ingestão de gordura para a população feminina antes da menarca (primeira menstruação) pode provocar um aumento na concentração de gordura corporal, levando essas meninas para uma tendência a terem menarca precoce. Já durante a idade fértil (que vai dos 10 aos 45 anos, aproximadamente), a mulher convive com a TPM (tensão pré-menstrual) período que sofre grande influência da alimentação. Neste mesmo período pode passar pela gestação, e a importância deste cuidado se inicia no período pré-concepção e se estende pela gestação, fase onde as demandas nutricionais da mãe estarão aumentadas e o bebê necessita de vários nutrientes para sua formação e desenvolvimento. Sem falar que após este, aparece os sintomas do climatério (fase que antecede a menopausa) e a menopausa propriamente dita (última menstruação) com o possível surgimento de doenças pós-menopausa.

Como vimos, todas as fases são importantes, mas a de SER MÃE é uma das fases mais importantes na vida da mulher e necessita de um olhar acolhedor dos profissionais de saúde envolvidos no acompanhamento. A gestação vai exigir dela uma alimentação saudável e balanceada para desempenhar um papel essencial nesse processo, com repercussões para a mãe e o bebê.

Sabe-se que o período gestacional é marcado por várias mudanças fisiológicas, hormonais e psicológicas que influenciam na seleção e na ingestão alimentar da gestante, o que pode acarretar a deficiência nutricional comprometendo o desenvolvimento do bebê e causando deficiência nutricional à mãe. Desta forma, propor plano de orientação alimentar e nutricional para uma gestação adequada será fundamental.

O período gestacional é marcado por várias mudanças fisiológicas, hormonais e psicológicas que influenciam na seleção e na ingestão alimentar da gestante.

Assim, fica claro que as demandas nutricionais da gestação e dos eventos a ela relacionados, como o puerpério e a lactação, visam principalmente a saúde do binômio mãe-filho. O prognóstico da gestação é influenciado pelo estado nutricional materno antes e durante a gravidez. Segundo Dra. Carla, várias condições podem interferir na evolução normal da gestação, além de fatores como idade, paridade, peso, altura, condições de saúde e nutrição, fatores genéticos, ambientais (tabagismo e uso abusivo de álcool), biológicos e socioculturais, estão envolvidos na ocorrência de baixo peso ao nascer.

Vale ressaltar, que a gestação é realmente um período onde as necessidades nutricionais estão aumentadas, entretanto, ao contrário do que em geral se diz, estas mudanças não significam “comer por dois”, e sim o necessário por meio de uma dieta balanceada que supra as exigências nutricionais tanto da gestante, como do feto, sem que haja excessos que possam ser transformados em gorduras, levando a gestante a um ganho de peso além do recomendado, ou a um déficit que não promova o ganho de peso adequado.

É fundamental que a gestante tenha um acompanhamento pré-natal com o médico Ginecologista e o nutricionista, porque esta troca entre os profissionais colabora com a qualidade do acompanhamento e estratégias individualizadas para o bom prognóstico da velocidade de ganho de peso.

Em geral, é desnecessário o consumo demasiado de alimentos e calorias além do que a mãe e o feto necessitam. Um plano alimentar individualizado bem estruturado com as quantidades de nutrientes, assim como também ser convidativo para promover a adesão e aceitação da futura mamãe parece ser mais eficaz neste período.

Para o equilíbrio nutricional devem estar presentes os grupos de alimentos energéticos, construtores e reguladores:

Energéticos: fonte de carboidratos (arroz, macarrão, pães e torradas, de preferência integrais, farinhas, aveia e tubérculos em geral) e gordura (óleos vegetais e margarina).

Construtores: fonte de proteínas, como carnes magras, ovos, peixes, leite, derivados, laticínios e leguminosos (feijão, lentilha, grão de bico, soja e ervilha).

Reguladores: fonte de vitaminas, minerais e fibra (frutas, legumes e verduras).

O carboidrato servirá como combustível para corpo e previne que as proteínas sejam utilizadas como fonte de energia. Para a gestante, os alimentos proteicos são imprescindíveis por fornecer os aminoácidos essenciais para a formação dos tecidos e também por fornecer cálcio e ferro, minerais de suma importância durante a gravidez. Deve-se ter cautela quanto ao consumo exagerado de alimentos energéticos, pois são estes que ficam armazenados em forma de gordura, se consumidos de forma inadequada.

As vitaminas e minerais são fundamentais. A vitamina A, potente antioxidante, auxilia no crescimento e desenvolvimento do bebê, manutenção do tecido epitelial, metabolismo ósseo e integridade da visão. Os alimentos fontes dessa vitamina são: fígado, rins, gordura de leite, gema de ovo, óleo de fígado de bacalhau e vegetais folhosos verde-escuros, frutas e legumes amarelo-alaranjados (abóbora, manga, espinafre, couve e brócolis). As vitaminas do complexo B estimulam o desenvolvimento cerebral, ela transforma o açúcar em energia, participa nas funções orgânicas da gestante e do bebê. Os alimentos fontes são as verduras, legumes, leite e derivados, carnes magras, peixe e outros. A vitamina D ajuda na absorção do cálcio, fortalecendo os ossos, participa na imunidade da mãe e do bebê. Poucos alimentos (gema de ovo, leite, gordura do leite, fígado, óleo fígado de peixe, peixes gordurosos e alimentos enriquecidos). A principal fonte dessa vitamina é o sol, é importante tomar banho de sol sempre pela manhã e à tarde. A vitamina C, encontrada nas frutas cítricas e vegetais verdes escuros, aumenta a absorção do ferro e fortalece o sistema imunológico do bebê, encontrada em vísceras, frutas cítricas (limão, laranja, mexerica, etc), caju, goiaba, manga, mamão, morango, vegetais crus, pimentões, couve, repolho e tomate. A vitamina B12 auxilia na formação dos glóbulos vermelhos, encontramos no ovo, peixe, fígado e outros. O cálcio é essencial para a formação do esqueleto do feto, a fonte mais biodisponível encontram-se no leite e derivados (carnes, ovos, peixe, aves, cereais integrais, nozes e leguminosas).

O ferro ajuda na prevenção da anemia e atua no transporte de oxigênio e na formação das células sanguínea do feto, encontrado nas carnes, leguminosas, legumes, verduras verdes e ovo. O ácido fólico desempenha um papel primordial na formação do tubo neural do bebê, pela alimentação está presente nos vegetais verdes escuros, leguminosas, frutas cítricas, fígado e leite. Além das vitaminas, as fibras merecem atenção durante a gestação, porque é frequente a constipação intestinal durante a gravidez e é causada por mais de uma razão, entre elas pode-se destacar as alterações hormonais, além do crescimento do bebê de reduzir o espaço para os intestinos funcionarem adequadamente. O consumo de fibra associada com uma boa ingestão de líquidos, praticar exercícios e ir ao banheiro assim que sentir vontade, são as melhores medidas para aliviar a constipação. Entre as fontes, podemos citar os cereais integrais como boas fontes alimentares, assim como frutas, legumes e verduras.

A gestante tem uma predisposição fisiológica para reter água e sal, especialmente nos três últimos meses. O sódio é responsável pelo balanço e distribuição de água e manutenção de equilíbrio osmótico. O controle na ingestão de sódio será necessário e faz parte da orientação do nutricionista. Sal de mesa, frutos do mar, alimentos de origem animal, leite, ovos, embutidos e conservantes, ou seja, é abundante em quase todos os alimentos, principalmente nos produtos industrializados.

O GANHO DE PESO DURANTE A GESTAÇÃO

Existe sérios riscos em se ganhar muito peso durante a gestação, afirma a Ginecologista/Obstetra Dra. Carla Gimenes. Segundo ela, a avaliação e a medida do feto se tornam mais difíceis, o excesso de peso sobrecarrega os músculos e causa dores nas costas, nas pernas, aumenta a fadiga e costuma promover o aparecimento de varizes. Se for necessária a cirurgia cesariana, por exemplo, poderá haver dificuldade e as complicações no pós-operatório se tornam mais comuns.

A gestante, em média, deve ganhar aproximadamente 1 quilo/mês e 250g/semana no 1º e 2º trimestre, podendo chegar durante o terceiro trimestre em 500 g/semana, momento em que o bebê ganha peso. São raros os casos de mulheres que conseguem acompanhar o ganho de peso precisamente segundo a fórmula ideal. E não faz mal flutuar um pouco, mas a meta de todas deve ser a de manter o ganho de peso, o mais constante possível. Elas precisam ter em mente que o bebê requer um aporte constante e diário de nutrientes durante a gravidez, observar a alimentação com atenção e nunca fazer “dieta”, devem seguir a orientação do nutricionista, ressalta a Ginecologista.

Dra. Carla orienta que o ganho de peso significativo e seguro para gestante, em média, oscila entre 9-12 quilos, variando com a estatura óssea. Mulheres que começam a gestação com baixo peso, devem ser acompanhadas para ganhar peso suficiente durante o primeiro trimestre, de modo a começarem o segundo trimestre já perto do peso ideal, já que correm maior risco de ter bebês desnutridos, além de maior risco de prematuridade, icterícia e mortalidade aumentada. Quanto às mulheres obesas e com grande ganho de peso durante a gravidez, além do risco individual, materno, de desenvolvimento de hipertensão na gravidez e pré-eclâmpsia, e do risco para diabetes gestacional, tais mulheres também têm maior risco de gerarem crianças com peso acima do normal, com maiores taxas de cesárea, prematuridade, traumas durante o parto, assim como icterícia, complementa a obstetra.

“As mulheres que começam a gravidez acima do peso podem, muitas vezes, ganhar menos peso em média, embora somente com o uso de uma alimentação equilibrada e sob supervisão do nutricionista. A gestação nunca é oportuna para se perder peso ou para mantê-lo, porque o feto não pode sobreviver utilizando somente as reservas de gordura da mãe, por só oferecerem-lhe calorias e não nutrientes. Sem dúvida nenhuma a alimentação saudável e a atividade física devem ser introduzidas na vida de qualquer pessoa desde sempre para uma longevidade saudável”, afirma Dra. Carla.

NÁUSEAS, VÔMITOS, FLATULÊNCIA (GASES)

São os desconfortos mais comuns da gravidez. A náusea é comum durante os primeiros meses da gravidez. Entretanto, quando o início da gravidez se caracteriza por vômitos excessivos, pode resultar em deficiência proteica, calórica aguda e perda importante de vitaminas, minerais e água.

  • Procure fazer refeições mais leves e de consistência branda;
  • Faça pequenas refeições com regularidade;
  • Não fique longos períodos sem comer;
  • Evite os alimentos gordurosos e frituras;
  • Coma uma torrada ou biscoito salgado antes de se levantar da cama – logo ao acordar;
  • Não beba líquidos durante as refeições;
  • Evite alimentos condimentados e açucarados;
  • Faça as refeições em local ventilado;
  • Em caso de flatulências, tome chá de ervas (erva doce, camomila, hortelã e cidreira).
AMAMENTAÇÃO

Nesse contexto, outro aspecto de relevância da maternidade, expressão de cuidado materno após o nascimento do bebê, sem dúvidas é a amamentação, considerada um marco importante para a formação do vínculo mãe-filho e para a manutenção de uma interação afetiva e saudável.

O preparo materno para este momento é primordial para o sucesso da amamentação e sofre influências de muitos aspectos. De acordo com a Dra. Carla, é no período pré-natal que os profissionais de saúde devem incentivar e orientar as técnicas adequadas para auxiliar a futura mamãe e tornar este momento o mais importante possível.

A Organização Mundial de Saúde recomenda que toda criança seja alimentada exclusivamente com leite materno até os seis meses de idade, desde que esteja crescendo e se desenvolvendo dentro do padrão esperado.

Na fase inicial da vida, o leite materno é indiscutivelmente o melhor alimento a ser ofertado, pois oferece a quantidade energética ideal e todos os nutrientes necessários para o crescimento do lactente. Dentre estes nutrientes, estão: água, proteínas, lactose, gordura, sais minerais, vitaminas, fatores anti-infecciosos e de crescimento. Além dos nutrientes, o aleitamento materno proporciona inúmeros fatores imunológicos importantes na prevenção de morbidade e mortalidade infantil. Traz também benefício psicológico tanto para a mãe, quanto para o bebê. Tais qualidades servem de embasamento para que o leite materno seja recomendado por especialistas de maneira exclusiva até os seis meses de idade e de maneira parcial até os dois anos ou mais.

No período da amamentação também há uma preocupação com a alimentação da mamãe que pode interferir no bem-estar do bebê, causando mais cólicas. Dra. Carla reforça que deve fazer parte da orientação dos nutricionistas, dada para as mamães, uma lista de alimentos que influenciam diretamente na formação de gases e que acentuem tais sintomas.

A dieta recomendada para a mãe que amamenta é muito parecida com aquela durante a gravidez e qualquer excesso e/ou preparações estranhas indicadas para a produção de leite, não são bem-vindas e podem trazer problemas para a mãe e o bebê.

Diante do exposto, é importante um olhar especial para dar condições de acesso aos serviços de saúde, assim como o incentivo às práticas alimentares saudáveis, como estratégias para promoção à saúde da mulher no momento pré-gestacional, durante a gestação e amamentação, e assim promover educação nutricional, garantindo desta forma, a adequada gestação e amamentação.

A maternidade é uma complexidade em todas as suas dimensões, mas antes de tudo é a expressão máxima do amor, do cuidado e acolhimento.

RECOMENDAÇÕES GERAIS:

– Comer devagar e mastigar bem os alimentos;
– Fazer 6 refeições diárias: café da manhã, lanche, almoço, lanche, jantar e ceia;
– Evitar comer nos intervalos das refeições;
– Usar temperos naturais: limão, alho, cebola, tomate, iogurte e ervas aromáticas;
– Consumir folhas cruas em forma de saladas, temperadas com limão;
– Ingerir pelo menos uma vez ao dia grãos de feijão, lentilha, grão de bico ou ervilhas;
– Consumir 4 tipos de frutas durante o dia, preferencialmente in natura ou na forma de suco;
– Use sal com moderação;
– Evitar o consumo de bebidas alcoólicas, café, chá mate e preto, excesso de condimentos e adoçantes artificiais;
– Evitar o consumo de embutidos, como: salsicha, salame, mortadela, linguiça e enlatados, devido ao alto teor de sal;
– Evitar a ingestão de frituras, gorduras em geral e doces;
– Ingerir, após as refeições principais, sucos ou frutas ricas em vitamina C (acerola, limão, goiaba e laranja) para auxiliar na absorção de ferro da dieta;
– Ingerir de 1500 a 2000ml de água ao dia (6-8 copos/dia);
– Optar sempre por alimentos integrais;
– Tome “sol” pela manhã até o horário de 10 horas;
– Faça caminhadas diárias com orientação médica e educador físico.

AMAMENTAÇÃO:

  • Mantenha uma boa alimentação;
  • Tome bastante líquido: água, chás, sucos e leite;
  • Procure ficar tranquila e confiar na sua capacidade de amamentar;
  • Mãe que amamenta ou que espera o bebê, não deve fumar e nem ingerir álcool;
  • Evite alimentos condimentados, frituras, chocolates, doces com cremes e chantilly, massas folhadas, bolachas recheadas e mousses;
  • Evite os queijos amarelos e/ou troque-os por queijo branco, cottage, ricota e cream cheese.

Feliz dia das Mães!


Colaboração:
Dra. Carla Gimenes
Mestre em ciências, Especialista em Ginecologia Endócrina e climatério pela Unifesp.
Título de especialista em ginecologia e obstetrícia
E-mail: [email protected]
http://dracarlagimenes.com.br/
http://clinicasementes.com.br/especialiade/ginecoligia-obstetricia/
http://clinicasementes.com.br/medicos/dra-carla-gimenes/
Fone: (11) 3884.8984

Referências

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ACCIOLY, E.; SAUNDERS, C.; LACERDA, E. M. A. Nutrição em obstetrícia e pediatria. Rio de Janeiro: Cultura Médica, 2002

CUPPARI, L. Nutrição clínica no adulto. São Paulo: Manole, 2002

MAHAN, L. K.; ESCOTT-STUMP, S. K. Alimentos, nutrição e dietoterapia. 10. ed. São Paulo: Roca, 2003

Cardoso, M. A. Nutrição e Metabolismo – Nutrição Humana. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006

http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/cidadao/acoes-e-programas/saude-da-mulher

Sebire, N.J. et al. Maternal obesity and pregnancy outcome: a study of

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Sobre o autor

Dra. Vilani Figuiredo Dias

Dra. Vilani Figuiredo Dias

Mestre em Ciências da Nutrição - Nefrologia - Universidade Federal de São Paulo/UNIFESP

Nutricionista, formada pelo centro universitário São Camilo e Mestre em Ciências da Nutrição, pós graduada pela Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP com enfoque em doença renal crônica - Nefrologia.

Atuação profissional no departamento de nutrição clínica do Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo. Trabalhou como Docente- Coordenadora de cursos técnicos e livres na área de nutrição e dietética no Senac São Paulo. Entre as atividades atuais desenvolve atendimento clínico nutricional em consultório e Home Care com ampla experiência em Nutrição Clínica e Rotina Hospitalar envolvendo atendimento Clínico de Paciente Renal em tratamento conservador e em Hemodiálise, Cardiologia, Diabetes e Oncologia.

Realiza Consultoria Técnica em nutrição e saúde, palestras e Workshop na área de docência em nutrição, atua como Docente das disciplinas: Nutrição clínica, Fisiopatologia, Dietoterapia, Gastronomia Hospitalar, Bioquímica Metabólica, Bromatologia, Nutrição nos diferentes estágios da vida, Educação Alimentar e Nutricional, Orientação de projetos, Acompanhamento e Supervisão de Estágios, além de coordenação de projetos de educação nutricional corporativos em instituições públicas e privadas.

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